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Quarta-feira, 10/2/2010
Comentários
Leitores

A vida com literatura
Acabo de ler o livro de Compagnon e o achei extremamente produtivo em seus questionamentos. A Literatura terá sentido e utilidade na vida das pessoas que estão buscando algo mais, que desejam novas compreensões, novos sentidos. A Literatura nos ajuda a ler o mundo e a nós mesmos. Dizia o Guimarães Rosa que, quando nos lançamos nas questões da língua e do que ela pode produzir, encontramos a nós mesmos. Para mim, tem sido uma viagem altamente proveitosa. É uma pena que algumas pessoas não façam uso desse instrumento de reflexão e de aprendizagem. "O sol doira sem Literatura", dizia o Fernando Pessoa, mas tudo se torna mais significativo com ela. Acredito que o Sr. Spalding foi um pouco simplista em suas colocações, pois seu pai deve ser uma ótima pessoa pelas coisas que aprendeu, pelas leituras da vida que foi capaz de realizar. As narrativas orais, os casos que contamos, como narramos nosso passado, tudo isso é LITERATURA, de alguma forma. Desejo-lhe, sinceramente, felicidades.

[Sobre "Literatura para quê?"]

por Flávia Aninger
10/2/2010 às
10h37

A origem do mal
Porque, se a maldade não existisse, talvez o mundo pudesse ser um lugar muito melhor. Sem guerras, sem assassinatos, sem crimes. Poderíamos investir mais em qualidade de vida. E eu não ouviria minha sobrinha de 3 anos com medo de levar meu cãozinho no jardim do prédio, com as seguintes palavras: "- Não, tia. Eu não posso ir ali no mato porque está escuro. E vai que me pegam e me matam igual aquela menininha que passou na televisão"... [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção: Segredos de O Símbolo Perdido"]

por Débora Carvalho
10/2/2010 às
09h02

Família e formação
Pessoas que vêm de famílias onde se fala bem o português e que tiveram uma boa formação linguística no curso secundário. A leitura de bons autores é também indispensável. [Curitiba - PR]

[Sobre "Promoção: ABC da Língua Culta"]

por Luiz Heitor Cordeiro
10/2/2010 às
09h01

Parabéns!
Maravilhoso! Como não entender um texto assim?

[Sobre "O menino mais bonito do mundo"]

por Fabiana Rocha
9/2/2010 às
17h01

Monteiro Lobato... de fato!
Excelente artigo. Quero acrescentar mais uma recente desculpa, para ser adicionada à multitude de tantas outras já existentes, para não se ler. Tenho um amigo que, quando perguntado se já leu "tal livro", se apressa em responder: "Ler? Eu não leio! Só ouço audio-books". Triste, não? Como se ler fosse apenas abrir livros. Existe algo por trás da atividade de ler em si. Gosto de chamar de devoção ao saber. E não se desenvolve isso numa viagem de 15 minutos de carro, ou quando desempenhando multi-tarefas. Outras pessoas dizem que já leem muito no computador. Volto ao lance da devoção ao saber. Nenhum leitor sério se daria o direito de ver sua leitura interrompida por um e-mail que chega ou um amigo que entra no messenger. Essa é a minha modesta opinião. "Um país se faz com homens e livros" (Monteiro Lobato).

[Sobre "Considerações sobre a leitura"]

por Lawrence Husby
9/2/2010 às
14h35

O mistério dos dinossauros
A extinção dos dinossauros. Eu gostaria que a evidência definitiva fosse encontrada, da razão da extinção desse grupo de animais que dominou o nosso planeta por 160 milhoes de anos e se extinguiu quase que imediatamente, nessa escala de tempo. Isso enriqueceria o entendimento humano da teoria darwiniana da seleção natural, algo que eu reputo como progresso. Obrigado pela oportunidade de comentar. Claudio Spiguel. [Guaxupé - MG]

[Sobre "Promoção: Segredos de O Símbolo Perdido"]

por Claudio Spiguel
9/2/2010 às
10h19

Cachorros e pichadores
Cachorros são os que melhor falam qualquer língua, pois comunicam-se com coração, não com correção. E os pichadores são os que melhor escrevem, pois ninguém entende nada daquilo, mas eles insistem que fazem arte. Ou seja, são artistas contemporâneos da melhor estirpe vanguardista! [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção: ABC da Língua Culta"]

por Paulo Mauad
9/2/2010 às
08h25

Os Olhos do Dragão
Apesar de ser uma grande fã de romances policiais, vou ficar com "Os Olhos do Dragão", de Stephen King. O mestre dos livros de terror nos brinda, aqui, com uma obra que mistura o épico, o gênero de aventuras e o conto de fadas, sem perder o toque de suspense que é sua grande característica. Como esquecer, por exemplo, da descrição da cena de Peter escapando da torre numa corda tão fina que lembra um fio de aranha, em meio a uma tempestade, observado pelas artes mágicas do terrível Flagg? A descrição de Stephen King, aliás, é seu recurso mais poderoso - combinada a uma narrativa eletrizante, possui características cinematográficas, envolvendo o leitor e conduzindo-o ao longo da história, possibilitando a ele visualizar as cenas descritas. Por tudo isso, enfim, fico com "Os Olhos do Dragão", que tal como "O Hobbit", de Tolkien, foi escrito para crianças, mas constitui uma excelente leitura, indicada para qualquer jovem ou adulto. [Maceió - AL]

[Sobre "Promoção: O Véu"]

por Isadora Padilha
9/2/2010 às
08h22

Os entraves permanecem
Sim, o Brasil está progredindo. Temos hoje menos miseráveis que ontem, inflação controlada, eleições diretas para presidente e uma grande diminuição no número de analfabetos. Esses são ganhos concretos, que permitem ao país ser detentor de alguma estabilidade, condição necessária a qualquer tipo de avanço científico. Nossos grandes entraves, é claro, permanecem - nosso sistema educacional está longe de ter qualidade, a violência ainda assusta e a corrupção continua por levar à ingerência dos recursos financeiros do país. Mas, mesmo quanto a isso, há esperança. Pois lutando por um sistema de educação de qualidade, estamos lutando também para diminuir a violência e a corrupção - educação é a base de tudo. Ademais, um país que nos deu Paulo Freire, Betinho e Zilda Arns, entre outros grandes nomes, será sempre rico em perspectivas de mudança. [Maceió - AL]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Isadora Padilha
9/2/2010 às
08h20

Lindo
Que texto lindo, Ana! Sei que pode parecer um comentário bobo, mas meus olhos ficaram bastante cheios d'água com o último parágrafo.

[Sobre "O menino mais bonito do mundo"]

por Juliana Galvão
8/2/2010 às
18h44

Julio Daio Borges
Editor

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