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Sexta-feira, 26/2/2010
Comentários
Leitores

Dos Beatles a Vinicius
Com certeza voltaria para o início da década de 60. Para ser pisoteada num show dos Beatles, queimar sutiãs, entrar pra guerrilha e tomar uma birita com o Vinicius de Moraes. [Florianópolis - SC]

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por Camila Latrova
26/2/2010 às
14h33

70 e 80, na música
Acho que eu voltaria pra década de 70 e 80. Foi simplesmente a melhor época da música, da arte, da cultura, das ideias e, apesar das guerras e persiguições políticas que existiam, era uma época em que as pessoas eram muito mais "pensantes" do que são hoje. Sabe aquelas ideias bacanas? Aquele pessoal que tem ideais, que se revolta com o que está errado... simplesmente fantástico. [Belo Horizonte - MG]

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por Guilherme Ferreira
26/2/2010 às
14h31

De Lemúria a Atlântida
Eu voltaria para um período bem anterior ao grande cataclismo que se supõe ter modificado o eixo da Terra, quando teriam existido as grandes civilizações desaparecidas, como a Lemúria, e acompanhar a evolução da história até o surgimento da Atlântida, seu apogeu e declínio, o destino dos sobreviventes. Por quê? Queria poder conhecer os antigos e entrar em contato com todo aquele conhecimento fabuloso, desvendar os segredos perdidos no tempo. Porque os antigos sabiam tudo. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por mari prol
26/2/2010 às
14h30

Tempestade em copo dágua
Texto fantástico! Muito engraçado. E mostra como as pessoas fazem tempestade em copo de água com coisas tão pequenas, enquanto acontecem outras muito mais chocantes com as quais todos ficam plácidos e contemplativos. A propósito, adorei a menção à Guaicuruz, também sou de BH.

[Sobre "Palavrão também é gente"]

por Guilherme
26/2/2010 às
13h38

Ubaldo, gênio
Ninguém pratica melhor o português hoje do que João Ubaldo Ribeiro, escritor que, ao incorporar o verdadeiro gênio da língua, une, com maestria, a herança do idioma de Camões e Pessoa com a experiência verbal do homem enquanto ser de linguagem; por meio de personagens que, corroídas pelas próprias realidades, expressam-se da forma como sentem. Talvez seja esta a união perfeita entre o que o homem é (por meio da linguagem falada) com o que ele pretende ser (figurado na escrita). [Campos dos Goytacazes - RJ]

[Sobre "Promoção: ABC da Língua Culta"]

por Sthevo Damaceno
26/2/2010 às
08h52

A fórmula da Coca-Cola
O segredo da Coca-Cola, porque tenho essa curiosidade há muito tempo. [Barra Mansa - RJ]

[Sobre "Promoção: Segredos de O Símbolo Perdido"]

por simone de assis
26/2/2010 às
08h52

Quando eu acreditava...
Para 1996, quando eu tinha 16 anos, e ainda acreditava que no mundo existiam mais pessoas boas do que más... [Barra Mansa - RJ]

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por simone de assis
26/2/2010 às
08h51

Quando experimentei drogas
Gostaria de voltar ao dia 31/10/95 por volta das 23hs, pois foi o dia em que experimentei drogas pela primeira vez. Se eu soubesse de todas as consequências que eu iria viver em virtude daquele ato, não teria experimentado... [Santo André - SP]

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por Wellington
26/2/2010 às
08h49

Desmonte de biblioteca
Minha biblioteca não tem essas dimensões tão grandiosas, mas também estou passando por esse processo de "desmonte", pois percebi que, ultimamente, apenas tenho acumulado os livros - e não os leio como eles merecem, e como eu mereço. Mas, se fosse possível, eu gostaria de ter um prédio inteiro disponível, para armazenar todos os livros de todos os assuntos que me interessam...

[Sobre "Decompondo uma biblioteca"]

por Cassia Silva
25/2/2010 às
17h14

Hoje se lê muito mais
Há 75 anos, quando minha tia avó se formou na primeira turma da USP, ninguém lia nada. Quase não havia bibliotecas públicas e livrarias eram para os poucos relativamente endinheirados. Hoje as crianças leem muito mais, qualquer shopping de bairro de classe trabalhadora tem uma livraria maior que as da Barão de Itapetininga de antigamente. Livros nacionais, estrangeiros, traduzidos, ficção, não-ficção, clássicos, e modernos. Vende-se muito mais livros e lê-se muito mais.

[Sobre "Considerações sobre a leitura"]

por Felipe Pait
25/2/2010 às
16h31

Julio Daio Borges
Editor

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