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Segunda-feira, 1/3/2010
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Piada que ouvi na infância
"Quando Deus fez o mundo, dividiu os continentes e decidiu colocar problemas para as pessoas se lembrarem d'Ele. Então, em alguns lugares colocou vulcões. Noutros, furacões. Noutros, terremotos. Noutros, seca. Noutros, neve. Satanás, vendo que o Brasil era perfeito, logo questionou: - Deus, e o Brasil? Não tem neve, vulcão ou terremoto. A terra é fértil, tem ouro e muitas riquezas naturais. Esse país vai ser um pedaço do Céu na Terra? - Não. - Respondeu Deus. - No Brasil eu vou colocar os políticos corruptos. - Ah, tá. - respondeu o Diabo, satisfeito."

[Sobre "Preconceitos"]

por Débora Carvalho
1/3/2010 às
14h41

Coragem para agir
Em algumas situações isso pode ser verdade. Mas, em muitas outras, para fazer o que sabemos que deve ser feito é preciso coragem. Talvez mais coragem do que antes de descobrir o que se tem que fazer. Fazer a coisa certa conscientemente, em alguns casos, pode ser mais aterrorizante e difícil do que fazer a coisa errada inconscientemente...

[Sobre "Sobre o que deve ser feito"]

por Débora Carvalho
1/3/2010 às
14h09

Venham as editoras digitais!
Parabéns pela reportagem, tanto para a Noga como para o Julio! O assunto é pertinente, claro, objetivo, e muito atual; de fato, o livro digital é o futuro, não o presente ainda, mas chegará lá. Até porque as editoras convencionais se colocam no patamar de deuses, não dão bola para os autores brasileiros, ou pelo menos só dão para os conhecidos, para o Paulo Coelho e outros mais chegados... nem sempre os melhores que existem entre tantos excelentes escritores que não têm nenhuma chance ou oportunidade. Se não dão oportunidade para os novos, como saber se são bons e que venderão? Já as editoras por demanda são, salvo excessões, arapucas e "caixas registradoras"; cobram e não dão praticamente nada para o pobre autor, que, sem divulgação, distribuição, vê seus livros empoeirando-se nos cantos dos quartos da sua casa. Então, que venham as editoras digitais, talvez, assim, o Brasil passe a divulgar mais seus escritores, novos e antigos, vendedores ou não. Importa mesmo é a literatura.

[Sobre "Noga Sklar"]

por I. Boris Vinha
1/3/2010 às
13h43

A idade da pedra
Era menos perigoso! [Florianópolis - SC]

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por dilamar santos
1/3/2010 às
12h57

A época medieval
Tenho verdadeira adoração por lutar de capa e espada, defendendo terras e sua honra. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por Leandro C P Gomes
1/3/2010 às
12h56

O século XVIII
Eu gostaria de ir para o século XVIII, pois considero a época mais romântica de todas, com grandes escritores e inventores.

[Sobre "Promoção Máquina do Tempo"]

por Danieli nogueira
1/3/2010 às
08h56

Cultos falam bem
Pessoas cultas e que dominam muito bem a língua portuguesa e suas regras. [Leme do Prado - MG]

[Sobre "Promoção: ABC da Língua Culta"]

por Maíra
1/3/2010 às
08h56

Parabéns pela lucidez
Eu não deveria escrever nada porque o texto é perfeito, me causa asco só em ouvir os nomes dessa corja. Entretanto, envio e-mail e posto em blogs de alguns políticos perguntando o que quero saber, e sabe qual é a resposta? Nenhuma, nunca me responderam. Mas agora chegou a minha vez, eles mandarão mensagem para mim e eu vou mandar todos para aquele lugar, mas lá eu vou escrever mesmo o nome do lugar. Parabéns pela lucidez do texto.

[Sobre "Preconceitos"]

por Candido Rubim Rios
28/2/2010 às
21h56

Nelson figuraça, genial
Grande Nelson Rodrigues. Uma figuraça mesmo! Genial.

[Sobre "O óbvio ululante da crônica esportiva"]

por vitalves
27/2/2010 às
18h28

Culto às avessas?
Tudo é transitório, inclusive as conquistas, sejam elas quais forem, mesmo que algumas durem mais tempo que outras. As pessoas veneram os gênios, querem ser geniais, mas na realidade não sabem lidar nem com pessoas que têm apenas uma inteligência acima da média. De alguma forma isso costuma ser um incômodo, e talvez nem seja uma questão de incompreensão, mas de dificuldade pra lidar com diferenças mesmo. E acho meio complicado afirmar que um iconoclasta, que é possivelmente um gênio em termos de percepção, não teme as consequências legais das suas ações. Ser rebelde, inovador, não significa ser irresponsável. Obter fama e riqueza, a qualquer custo, não necessariamente deve ser o desejo de alguém genial. Mas consequências a enfrentar é algo inevitável, nenhum ser humano escapa disso na vida. Então, por que não correr alguns riscos?

[Sobre "O Iconoclasta, de Gregory Berns"]

por Cristina Sampaio
27/2/2010 às
10h47

Julio Daio Borges
Editor

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