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Segunda-feira, 15/3/2010
Comentários
Leitores

Bem vinda!
Bem vinda!

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Ricardo
15/3/2010 às
23h43

O silêncio das palavras
Em tempos tão ruidosos, nada como reverenciar o silêncio das palavras, abandonando a passividade cômoda das superfícies. O silêncio, assim como a poesia incomoda, dilacera, atormenta, comunga. Em tempos de comunicação virtual, é uma ousadia desvendar o segredo da literatura. Parabéns por ousar escrever.

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Miriam L da Costa
15/3/2010 às
23h19

Aproveitar as informações
As informações precisam ser selecionadas. O que não serve, temos que descartar. Se serve temos que aproveitar a informação e estabelecer o que desejamos da mesma.

[Sobre "O dilúvio informacional, segundo a Economist"]

por Manoel Messias Perei
15/3/2010 às
19h22

Sobrou apenas uma bandinha
Honestamente, os Titãs só existiram até o início dos anos 90, quando - na minha teoria - o melhor integrante e com boa criatividade Arnaldo Antunes, recém-saído do grupo, disse, ao ser consultado sobre aquela parceria: "Vamos fazer um disco decente, memorável, antes de vocês executarem este plano maléfico de enriquecimento face a própria dignidade". Fizeram o "Titanomaquia". Após isto, sobrou apenas uma "bandinha", daquelas que topam qualquer parada, como cantar em rodeios (!), festivais medíocres, festinha de formatura (será que chegaram a este ponto?) por um punhado de dinheiro. Morreu a banda e nasceu a ganância. Mas rock mesmo, ficaram nos tão longínquos anos 80.

[Sobre "A morte anunciada dos Titãs"]

por Fábio M. Valente
15/3/2010 às
19h10

Complexidade e clareza
Filha, você consegue algo muito raro entre comunicadores: tratar de temas complexos com clareza, fazendo com que seus leitores se sintam inteligentes. Você consegue até que o leitor se separe do pai e reflita sobre as questões abstraindo que é aquele bebê que as escreve. Parabéns! Quero ler mais! Beijos!

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Fernando Portela
15/3/2010 às
19h05

Sem bicho papão
O texto começa errado pelo título. Papel é meio, música é conteúdo. Não dá pra comparar; e, não, a música não acabou. E o papel não é usado apenas para jornais. Livros, revistas, impressões do que está na tela do computador... enfim, a metonímia entre "imprensa" e "papel" é muito imprecisa. Afora tudo isso, sim, os jornais de papel terão sua demanda reduzida frente às novas mídias de veiculação de notícias. Aqui, até o celular (alô, convergência) entra como "inimigo". Mas, claro, pode ser amigo, se quem hoje vende papel passar a vender conteúdo para as novas mídias. Sem bicho papão, só abrir o olho e se dispor a se adaptar.

[Sobre "O fim do papel comparado ao fim da música"]

por Paulo Rená
15/3/2010 às
18h09

Educação boa para todos
Creio que a educação precisa ser para todos. A alegria e o respeito também. Para isso, é preciso socializar o saber. E ter a dignidade de ser pobre, mas com a leitura de um mundo melhor e possível. O Brasil assim, como o mundo, é povoado por gente, e não máquina de manobra economica ou eleitoral.

[Sobre "Com ventilador, mas sem educação"]

por Manoel Messias Perei
15/3/2010 às
16h38

Excelentes observações
Excelentes observações, mas acho que se pouparmos os professores dessas polêmicas com os pais e nos preocuparmos com os custos das reuniões, podemos perder a oportunidade de problematizar e discutir isso que você fez tão bem, também com os pais. Afinal de contas, se esperarmos que um livro seja oficialmente adaptado para o vestibular para ser bem aceito, pode ser também que não o usemos nunca. Outra: chamar para discutir esse poder "incrível" que algumas pessoas acham que o palavrão tem... é bem interessante. Aqui na Paraíba, a federação de futebol está querendo proibir o uso de palavrões nos estádios. Claro que isso não está sendo levado a sério e rende muita brincadeira sobre que outras palavras usaríamos e que efeitos teriam.

[Sobre "Palavrão também é gente"]

por Lafayette B. Melo
15/3/2010 às
11h15

Um texto brilhante
Um texto brilhante, que cativa, que instiga, que nos faz procurar um sentido, esse texto nos provoca, é um pré-botão de start em nossa consciência. Me faz querer escrever e desvendar novas verdades sobre todos os conceitos do mundo.

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Alex Miranda
15/3/2010 às
02h32

Celular, morra!
Então "somos" 38, os membros deste seleto e seletivo grupo. Celular, morra! Tenho um colega jornaleiro que, quando alguém entra em sua banca falando ao celular, ele aumenta o volume do rádio às alturas, que é pro babaca não usar seu estabelecimento como cabine telefônica... Alguns ficam falando e, como um zumbi, mexendo nas revistas, tirando-as fora do lugar e deixando assim mesmo, mas o foco está na conversa.

[Sobre "Os sem-celular"]

por Humberto Capellari
15/3/2010 à
01h49

Julio Daio Borges
Editor

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