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Terça-feira, 16/3/2010
Comentários
Leitores

A palavra silência, emudece...
A palavra silência, emudece, mesmo quando, já fustigado pelos estreitos e estrepitosos espaços cotidianos, o pensamento grita... Texto muito bem escrito. Existem outros? Parabéns

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Ricardo Neftalí
16/3/2010 às
17h46

Tá, vocês gostam ou não?
Tá, vocês não gostam ou não querem usar celular, ok. E daí?!?!?!? Qual o fundamento disso tudo? Por que não viram ermitões e vão morar em alguma "montanha ao Norte" de qualquer lugar? Sei lá, não entendo o motivo e nem para quê escrever sobre isso... repito, e daí?!?!

[Sobre "Os sem-celular"]

por Fábio
16/3/2010 às
12h33

Avisando do palavrão
Ana, você está apoiada! Eu, como professora, vivi esse tipo de hipocrisia da nossa sociedade. Para mostrar aos meus alunos o quanto essa hipocrisia é idiota, toda vez que ia dizer um palavrão em sala, anunciava antes, pedindo cuidado. Exatamente assim é que mostrava o quão ridículo é ter que avisar que irei proferir um palavrão!

[Sobre "Palavrão também é gente"]

por Fabiula
16/3/2010 às
12h26

Informação desperta e idiotiza
"A enxurrada de informações precisas e diversões assépticas desperta e idiotiza as pessoas ao mesmo tempo" - Adorno e Horkheimer. Com relação ao comentário abaixo: Miguel, ainda é preciso estabelecer o que você chama de crítica literária no Brasil e não esquecer que o Prêmio Nobel é eminentemente branco é europeu, portanto, não nos cabe sonhar com ele.

[Sobre "O dilúvio informacional, segundo a Economist"]

por Fabiula
16/3/2010 às
12h11

Bem vinda!
Bem vinda!

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Ricardo
15/3/2010 às
23h43

O silêncio das palavras
Em tempos tão ruidosos, nada como reverenciar o silêncio das palavras, abandonando a passividade cômoda das superfícies. O silêncio, assim como a poesia incomoda, dilacera, atormenta, comunga. Em tempos de comunicação virtual, é uma ousadia desvendar o segredo da literatura. Parabéns por ousar escrever.

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Miriam L da Costa
15/3/2010 às
23h19

Aproveitar as informações
As informações precisam ser selecionadas. O que não serve, temos que descartar. Se serve temos que aproveitar a informação e estabelecer o que desejamos da mesma.

[Sobre "O dilúvio informacional, segundo a Economist"]

por Manoel Messias Perei
15/3/2010 às
19h22

Sobrou apenas uma bandinha
Honestamente, os Titãs só existiram até o início dos anos 90, quando - na minha teoria - o melhor integrante e com boa criatividade Arnaldo Antunes, recém-saído do grupo, disse, ao ser consultado sobre aquela parceria: "Vamos fazer um disco decente, memorável, antes de vocês executarem este plano maléfico de enriquecimento face a própria dignidade". Fizeram o "Titanomaquia". Após isto, sobrou apenas uma "bandinha", daquelas que topam qualquer parada, como cantar em rodeios (!), festivais medíocres, festinha de formatura (será que chegaram a este ponto?) por um punhado de dinheiro. Morreu a banda e nasceu a ganância. Mas rock mesmo, ficaram nos tão longínquos anos 80.

[Sobre "A morte anunciada dos Titãs"]

por Fábio M. Valente
15/3/2010 às
19h10

Complexidade e clareza
Filha, você consegue algo muito raro entre comunicadores: tratar de temas complexos com clareza, fazendo com que seus leitores se sintam inteligentes. Você consegue até que o leitor se separe do pai e reflita sobre as questões abstraindo que é aquele bebê que as escreve. Parabéns! Quero ler mais! Beijos!

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Fernando Portela
15/3/2010 às
19h05

Sem bicho papão
O texto começa errado pelo título. Papel é meio, música é conteúdo. Não dá pra comparar; e, não, a música não acabou. E o papel não é usado apenas para jornais. Livros, revistas, impressões do que está na tela do computador... enfim, a metonímia entre "imprensa" e "papel" é muito imprecisa. Afora tudo isso, sim, os jornais de papel terão sua demanda reduzida frente às novas mídias de veiculação de notícias. Aqui, até o celular (alô, convergência) entra como "inimigo". Mas, claro, pode ser amigo, se quem hoje vende papel passar a vender conteúdo para as novas mídias. Sem bicho papão, só abrir o olho e se dispor a se adaptar.

[Sobre "O fim do papel comparado ao fim da música"]

por Paulo Rená
15/3/2010 às
18h09

Julio Daio Borges
Editor

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