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Segunda-feira, 22/3/2010
Comentários
Leitores

Minha vida está assim
Adorei este texto, minha vida está assim.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Adriana Casimiro
22/3/2010 às
17h18

Ciber Dilúvio
Meu caro Daio, em relação ao dilúvio informacional, você não acha que está na hora de aparecer um Ciber Noé, para colocar alguns exabytes, megabytes, terabytes... em sua ciber Arca para depois que esse tal dilúvio passar, ele ter como repovoar a rede com informações úteis? E quem sabe fazer um relançamento na rede de uma ciber tábua dos mandamentos?

[Sobre "O dilúvio informacional, segundo a Economist"]

por David Almeida
16/3/2010 às
21h41

A palavra silência, emudece...
A palavra silência, emudece, mesmo quando, já fustigado pelos estreitos e estrepitosos espaços cotidianos, o pensamento grita... Texto muito bem escrito. Existem outros? Parabéns

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Ricardo Neftalí
16/3/2010 às
17h46

Tá, vocês gostam ou não?
Tá, vocês não gostam ou não querem usar celular, ok. E daí?!?!?!? Qual o fundamento disso tudo? Por que não viram ermitões e vão morar em alguma "montanha ao Norte" de qualquer lugar? Sei lá, não entendo o motivo e nem para quê escrever sobre isso... repito, e daí?!?!

[Sobre "Os sem-celular"]

por Fábio
16/3/2010 às
12h33

Avisando do palavrão
Ana, você está apoiada! Eu, como professora, vivi esse tipo de hipocrisia da nossa sociedade. Para mostrar aos meus alunos o quanto essa hipocrisia é idiota, toda vez que ia dizer um palavrão em sala, anunciava antes, pedindo cuidado. Exatamente assim é que mostrava o quão ridículo é ter que avisar que irei proferir um palavrão!

[Sobre "Palavrão também é gente"]

por Fabiula
16/3/2010 às
12h26

Informação desperta e idiotiza
"A enxurrada de informações precisas e diversões assépticas desperta e idiotiza as pessoas ao mesmo tempo" - Adorno e Horkheimer. Com relação ao comentário abaixo: Miguel, ainda é preciso estabelecer o que você chama de crítica literária no Brasil e não esquecer que o Prêmio Nobel é eminentemente branco é europeu, portanto, não nos cabe sonhar com ele.

[Sobre "O dilúvio informacional, segundo a Economist"]

por Fabiula
16/3/2010 às
12h11

Bem vinda!
Bem vinda!

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Ricardo
15/3/2010 às
23h43

O silêncio das palavras
Em tempos tão ruidosos, nada como reverenciar o silêncio das palavras, abandonando a passividade cômoda das superfícies. O silêncio, assim como a poesia incomoda, dilacera, atormenta, comunga. Em tempos de comunicação virtual, é uma ousadia desvendar o segredo da literatura. Parabéns por ousar escrever.

[Sobre "O silêncio e o segredo na Literatura"]

por Miriam L da Costa
15/3/2010 às
23h19

Aproveitar as informações
As informações precisam ser selecionadas. O que não serve, temos que descartar. Se serve temos que aproveitar a informação e estabelecer o que desejamos da mesma.

[Sobre "O dilúvio informacional, segundo a Economist"]

por Manoel Messias Perei
15/3/2010 às
19h22

Sobrou apenas uma bandinha
Honestamente, os Titãs só existiram até o início dos anos 90, quando - na minha teoria - o melhor integrante e com boa criatividade Arnaldo Antunes, recém-saído do grupo, disse, ao ser consultado sobre aquela parceria: "Vamos fazer um disco decente, memorável, antes de vocês executarem este plano maléfico de enriquecimento face a própria dignidade". Fizeram o "Titanomaquia". Após isto, sobrou apenas uma "bandinha", daquelas que topam qualquer parada, como cantar em rodeios (!), festivais medíocres, festinha de formatura (será que chegaram a este ponto?) por um punhado de dinheiro. Morreu a banda e nasceu a ganância. Mas rock mesmo, ficaram nos tão longínquos anos 80.

[Sobre "A morte anunciada dos Titãs"]

por Fábio M. Valente
15/3/2010 às
19h10

Julio Daio Borges
Editor

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