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Terça-feira, 20/4/2010
Comentários
Leitores

Nemo me impune lacessi
A família pode, se quiser justiça, adotar o lema de Poe - desde o antigo Reino da Escócia - (O barril de Amontillado): "Nemo me impune lacessit".

[Sobre "Glauco: culpado ou inocente?"]

por Joseph Shafan
20/4/2010 às
10h49

Sinal de loucura?
Belo artigo, mas você forçou um pouco. Desde quando "Gritar e gargalhar sozinho enquanto tece suas frases diabólicas" é sinal de loucura?

[Sobre "Uma vida para James Joyce"]

por Amâncio Siqueira
20/4/2010 às
10h28

Clapton is God!
Genial! Concordo em gênero, número e grau... Clapton is (definitly) God!!!

[Sobre "Eric Clapton ― envelhecendo como um bluesman"]

por Daniela
19/4/2010 às
14h00

Não convence
Abordagem correta, com uma única imprecisão: há drogas que permanecem por longo tempo no corpo, como o LSD. Quanto ao preconceito referente ao chá do Santo Daime, é provável exista, e não duvido de que haja uma nefasta influência do Tio Sam, já que a maconha, no começo do século XX, era de uso livre nos EUA, mas utilizada principalmente por negros. Quando resolveram proibir, o móvel principal foi o preconceito, e a campanha foi recheada de mentiras. Nada posso afirmar acerca do assassino, porém milhares de pessoas fazem uso do chá do Santo Daime, e esta foi a primeira relação do mesmo com um crime. Com efeito, não convence.

[Sobre "Glauco: culpado ou inocente?"]

por Gil Cleber
19/4/2010 às
12h02

Veja saiu ilesa
Acho que Veja foi uma das que saíram ilesas dessa estatísticas.

[Sobre "Anúncios em revistas caindo"]

por Antoine
19/4/2010 às
10h32

Vida que parece ficção
Abomino Paulo Coelho por minha própria opinião e gosto (li-o em si, não a crítica). A biografia, entretanto, comprei-a e é fantástica, ótima leitura, parece ficção em suas internações em hospício e degolação de cabrito.

[Sobre "O mago"]

por Antoine
19/4/2010 às
10h31

Novas formas literárias
Excelente o artigo de Marcelo Spalding "O hiperconto e a Literatura Digital". O formato, cabe, sem dúvida, para o texto curto e as experiências com novas formas de prosa que possam ser criadas. Isso acontece com a poesia há pelo menos 50 anos. No caso, com a poesia eletrônica e digital. Recomendo aos leitores o livro de Jorge Luiz Antonio "Poesia Eletrônica: negociações com os processos digitais".

[Sobre "O hiperconto e a literatura digital"]

por Hugo Pontes
19/4/2010 às
07h01

Glória após a morte
Gostei muito desse texto. Não escrevo muito bem, mas consigo admirar algo bem escrito. Sobre a trajetória de grandes escritores, o texto relata uma verdade. Muitos obtiveram a glória após a morte, e isso me soa um tanto triste. Pois, lutaram muito pelo que buscavam, até morreram com esse empenho, sem ao menos ver ou obter a tão sonhada glória. Parabéns...

[Sobre "Poesia para os ouvidos e futebol de perebas"]

por Ronaldo Bernardes
19/4/2010 à
00h22

Espero que um dia passe
Marcelo, li seu texto e vi que você possui uma inquietude e umas perguntas talvez sem respostas, como eu. Estou tentando esquecer um grande amor mas até agora não consegui. Vivo os dias assim, uns dias acordo melhor, outros em prantos. E assim vai. Espero que um dia isso passe. E, se amar de novo, sei que vou sofrer. É assim... Abraços,Cibele.

[Sobre "Dos amores possíveis"]

por cibele
18/4/2010 às
22h49

Oceano chamado Ayn Rand
Não sei quantas vezes já li esse texto. Cada leitura é um mergulho nas profundezas desse oceano chamado Ayn Rand. Somente na hora em que volto à superfície é que me dou conta de tanta beleza e honestidade, aliadas a um posicionamento firme e destoante do emaranhado de discursos eivados daquilo que se convencionou chamar de politicamente correto. Confesso que à primeira vista (ou lida) tal retidão de ideias atordoa. Passado o primeiro impacto, em mentes que são ferramentas ou se deixam se escravizar por terceiros, essa retidão fere de morte os que assim se acham. Aos que se mantêm fora do alcance de palavras envelhecidas em livros de conteúdo secular essa leitura cai como um bálsamo, libertando-os de amarras carcomidas. Posso não me encaixar na pureza do discurso randiano, mas encontrei em suas palavras mais do que motivos suficientes para acreditar cada vez mais no ser humano como causa e efeito de tudo o que acontece consigo e na natureza que o rodeia.

[Sobre "Ayn Rand ou o primado da razão"]

por Pepê Mattos
18/4/2010 às
02h03

Julio Daio Borges
Editor

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