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Sexta-feira, 15/11/2002
Comentários
Leitores

Vidiotas
Querida Cleusa: obrigado pelos parabéns. Também creio que seria saudável para os nossos pintores estudarem esses dois mestres, mas nossos artistas acreditam que a pintura já era; preferem novos meios, novas tecnologias, porque o novo passou a ser a obsessão de toda a sociedade. Infelizmente, os nossos contemporâneos já não são pintores, mas instaladores, vidioastas, alguns vidiotas. Parabéns pelo alto grau de suas leituras. AB

[Sobre "Matisse e Picasso, lado a lado"]

por AlbertoBeuttenmüller
15/11/2002 às
09h37

Cuidado com a ideologia !
Grande Alexandre: Seu texto coloca alguns pingos nos is, como recuperar a influência de Francis numa nova geração de intelectuais. Contudo, há um aspecto que discordo completamente: ao falar que esta geração é "de direita", você cai no erro terrível da ideologia - aliás, o mesmo erro da esquerda petista. A nova geração de intelectuais - influenciada ou não por Francis ou Olavo de Carvalho - não pode ser rotulada em hipótese nenhuma. Eles são, isto sim, indivíduos, que tentam pensar por conta própria numa nação que esqueceu o que é isso. Eu, pessoalmente, não sou "da direita" porque, na verdade, nunca exisitiu uma "direita". O único movimento ideológico que exisitiu foi o "da esquerda" - que inventou "o da direita" para domesticar os imbecis que pululam por aí. Assim, quando sou classificado como "da direita", você simplesmente não captou a verdadeira dedicação do meu trabalho e dos meus escritos. Não sou nem "da direita", nem "da esquerda", nem "do centro" - estou acima delas. Qualquer ideologia deforma a nossa percepção da realidade e é nosso dever, como a nova geração de intelectuais que ainda resisite à ascensão da lulidade, restaurar a experiência de uma abertura da alma às coisas que realmente importam, como a salvação da alma e a eternidade. No final da vida, Francis pensava a mesma coisa, mesmo sendo um cético dos diabos. E, por aqui, Olavo de Carvalho tenta fazer o mesmo - mesmo com meio mundo achando que ele é uma variação do mccarthismo (não é porque McCarthy era um tremendo incompetente). Perdemos a noção dos assuntos que importam - e é nosso dever recuperá-los para que essa droga chamada Brasil tenha algum futuro. Abraços, Martim. P.S. Escrevi sobre este perigo de cair na vala da ideologia no meu ensaio "A Geração Corrompida", publicado no jornal "O Indivíduo" (www.oindividuo.com).

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Martim Vasques
15/11/2002 às
08h20

Compreensão
Veja só: a mulher lavar cuecas é um fato, seja esposa ou empregada doméstica. Não é justo, não parece moderno, mas é fato. Supor o que ocorre na minha casa é agressão gratuita. Não faltam fontes de informação para o que afirmo. Responda um comentário de cada vez.

[Sobre "Ideologia retrô"]

por Fabio Polonio
15/11/2002 às
03h39

olá vejam que legal...
http://twybook.cjb.net/

[Sobre "Anos Incríveis"]

por beautifulsunshine
15/11/2002 às
03h45

A aldeia global
Assim como McLuhan, parece que o Sr. Danton é mesmo desprovido de uma estrutura de pensamento político atento a um mundo que ele tenta codificar. Incrível mesmo é que nos dias de hoje ainda encontramos quem se atenha a analisar essa malcheirosa montanha de detrito subfilosófico e subteórico que resultaram em conclusões equivocadas. A "aldeia global" é um dos conceitos mais irrelevantes concebidos porque falho na dimensão social, vesgo na economia e reacionário politicamente. Nunca foi considerado pelos jornalistas de alguma seriedade ou pelos polemistas e pensadores de algum peso (procurem ver o que Dwight McDonald disse de McLuhan). Na sua confusa e descomprometida visão de mundo, o Sr. Danton padece do equívoco básico de McLuhan: não ter ideologia alguma nem ter um sistema confiável pelo qual possa analisar as transformações. Na falta de um pensamento político consistente, basta as idéias de Edgar Morin para explicar o mundo. Que pena...Talvez isso explique por que tanta curiosidade em identificar o "muito, muito mais" do generoso alerta de Pablo. Aproveitando a referência ao advento da imprensa móvel, bom observar um slide francês da década de 70 que mostrava Gutemberg no ato de dirigir uma vigorosa banana ao professor de literaruta inglesa tranformado em pseudocodificador e pensador da chamada era eletrônica. A melhor resposta que poderia ter sido dada. Aos dois.

[Sobre "Megalópoles de informação"]

por Giba San
15/11/2002 à
01h42

Matisse e Picasso
Parabéns para Alberto Beuttenmüller pelo texto sobre Matisse e Picasso. Li o livro e continuo relendo pois nele temos bastante do processo de pintura dos dois grandes artistas.Que bom se nossos pintores "contemporâneos lessem seu artigo.

[Sobre "Matisse e Picasso, lado a lado"]

por Cleusa Arantes
15/11/2002 à
00h49

Será que eu "iscrivinho" bem?
Alê, meu querido... Eu ABOMINO Paulo Francis, entre outros (também tenho minha listinha), mas há uma frase dele que merece ser citada: "Quem não lê não pensa e quem não pensa será para sempre um servo". Quanto aos blogs, nunca me preocupei em ser ou não da esquerda, da direita, de trás ou da frente, mas acredito que todos os blogs têm um certo fascínio... Eles nos fazem rir ou chorar (às vezes chorar de tanto rir), porque é lá onde as pessoas refletem suas idéias e até sua personalidade. Aliás, estou curiosa para saber que tipo de textos você irá postar no seu! Ou já desistiu da idéia? Como prometi, até faço o layout e cuido da parte de design para você. Mas os textos... Ah, os textos! Será que as pessoas irão te julgar como "burro"?! Eu duvido, mas lembre-se que na vida tudo é relativo... Grande beijo.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por *Roberta*
15/11/2002 à
00h50

você acerta no alvo
Eu realmente cheguei um pouco tarde nesta discussão , mas pude percebe que quem acabou aparecendo foi vc né julio , ficou famos hein ?? Parabens , deve ser este o artigo mais comentado , quanto ao Seda , tanto faz !!!Pq pra bom entendedor meia palavra basta e errar é bem normal , mas você generalizou os blogs tão virulentamente como foi criticado. Concordo , tem muita merda na net , mas isso naum é só com os blogs naum , assim como tem muito livro ruim , novela ruim , nada é perfeito , deixe os blogueiros serem felizes , se vc naum gosta naum lê ... falouuuuuuuu!. Mas você acerta no alvo já no primeiro parágrafo: os blogueiros estão te respondendo com virulência. Em vez disso deviam parar, refletir, analisar o que estão fazendo. Pare vcs também !!!!

[Sobre "A internet e os blogs"]

por Jenny
14/11/2002 às
21h28

Um caúculo simplista!
[Muito, muito, mais] + [pensamento complexo]= [caos( nosso mundo )] "Para explicar o mundo em que vivemos, além de McLuhan, precisamos usar as idéias de Edgar Morin e o pensamento complexo..." Vai ver que esse "muito, muito mais" que o pablo fala tem o mesmo significado do pensamento complexo que você disse der preciso Gian , só que ele apenas mudou o nome ... =) ... Pablo , nem se você juntasse Eisten , freud , marx , Macluhan , edgar Morin , nietzsche , e toda cambada iluminista você consiguiria enteder o mundo em que vivemos , e o pensamento complexo de que gian fala seria talvez transformado em algo caótico , tão caótico quanto o mundo em que vivemos .

[Sobre "Megalópoles de informação"]

por Jenny
14/11/2002 às
21h11

O Belo Perdido
Caro Rossi,
A projeção que a Argentina tem na imprensa mundial é, mesmo antes da crise, talvez maior do que a do Brasil. Confira, mais uma vez, os canais internacionais de meteorologia. A previsão de Buenos Aires às vezes aparece sem que nenhuma cidade brasileira seja citada. É melhor ter orgulho de estar no rodapé do que estar alegre se lambuzando na sarjeta.
Eu já cansei de fazer turismo no Brasil. Conheço o país praticamente de ponta a ponta, incluindo o litoral e o sertão, e quase todas as capitais. Da próxima vez, se houver, levo você como guia, para me mostrar onde está o nosso Belo Perdido.
Obrigado pelo comentário, abraço,
Eduardo

[Sobre "Uma verdade incômoda"]

por Eduardo Carvalho
14/11/2002 às
19h08

Julio Daio Borges
Editor

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