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Sexta-feira, 22/11/2002
Comentários
Leitores

Cubismo é criação de Cézanne
Querida Ana:conforme o título, quem inventou o Cubismo foi Céxanne, quando conceituou que podia sintetizar a natureza em três formas geométricas: o cone,a esfera e o cilindro.Picasso pegou o conceito e o aplicou, junto com Braque. A dúvida que divide os experts é: foi Braque o primeiro a aplicar o conceito de Cézanne ou foi Picasso. Quanto ao comentário de "mais honesto", não existe mais ou menos honesto; ou Picasso foi honesto ou não foi. Picasso realmente produziu demais, por isso a qualidade de sua obra é irregular, mas tecnicamente impecável, da mesma forma que Matisse; daí nasceu a rivalidade entre eles, pois ambos queriam ser os continuadores de Cézanne. Não creio que haja nada descartável na obra de Pablo Picasso, suas obras menores são superiores às maiores obras dos demais de sua geração.Lembro que o pai de Picasso,professor de pintura,largou os pincéis,quando viu uma obra do filho; e Picasso tinha apenas doze anos, na ocasião.Aconselho-a a evitar o adjetivo qualificativo "interessante",que usamos quando não sabemos como qualificar. Como dizia um dos meus velhos mestres, interessante é mulher grávida. Beijão Ana. AB

[Sobre "Matisse e Picasso, lado a lado"]

por AlbertoBeuttenmüller
22/11/2002 às
09h24

Não judie de mim!
Alê, meu amor... Reli todos os comentários e cheguei à conclusão que posso estar me tornando uma pessoa bastante triste, pois do jeito que isso aqui está indo (com tanta gente querendo te matar) posso ficar viúva antes mesmo do casamento! He, he... Pense nisso e tente criar uma discussão mais "leve" a partir do seu próximo texto, Ok?! Um pedido em vão, já que te conheço o suficiente para saber que é mesmo essa polêmica que te diverte... Ainda assim, cuidado! Pois qualquer hora estaremos passeando pelo shopping e um os seus leitores aparecerá com uma barra de ferro para tacar na tua cabeça!!! Então o título do meu próximo livro será: "O Amor Interrompido Pela Esquerda!" Tenha dó... Beijos.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por *Roberta*
22/11/2002 às
09h57

Maravilhoso...
Hoje ao assistir o episódio dos Anos Incriveis não pensei que fosse me tocar tanto e o titulo era "adeus tia Rose"... Eu estáva meio pra baixo e conforme fui assistido fui percebendo que estáva mexendo profundamente comigo, com meus sentimentos e percebi que o "problema" que estáva enfrentando naquele momento era realmente insignificante em meio ao verdadeiro significado que é a "vida"... Me emocionei muito e o meu estado negativo passou pois percebi coisas grandiosas à minha volta... Eu realmente amo essa série e agora que está passando pelo Multishow não perdi nenhum episódio... Na verdade Anos Incriveis marcou muito a minha vida em meados de 94/95 e eu sempre acabo achando que o Kevin e todos os personagens são realmente reais pois eu me identifico muito com eles e muitas coisas que são abordadas eu já passei e continuo passando... Admiro muito a sensibilidade dos autores, direção e tudo mais pois eles possuem uma coisa maravilhosa que é a de "captar" momentos, atitudes, sentimentos que se contradizem e coisas simples do cotidiano e que são na verdade grandiosas...

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Margareth
22/11/2002 à
00h51

de quem estou falando
Discordo. Se Paulo Francis fosse jovem hoje, teria uma coluna na veja e moraria em Veneza. Um doce para quem advinhar de quem estou falando.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Flamarion Daia Júnio
22/11/2002 à
00h09

Mais vulgaridades
Pessoas que dizem não ter tempo para ler, mas passam horas em academias de ginástica "malhando". O verbo malhar, que, apesar do Aurélio citá-lo como gíria para mim continua significando espancar. Há outra definição para malhar que é o fato de juntar o gado para pastar num canto do cercado. Talvez seja por isso... Pessoas que levam a babá para cuidar das crianças no restaurante aos domingos. Ora, domingo é dia de folga! E se a coitada foi "convidada" a almoçar com a família, por que tem de estar devidamente uniformizada? Com certeza ela preferiria estar correndo atrás dos filhos dela na casa dela. Será que é tão insuportável assim cuidar dos próprios filhos pelo menos aos domingos? É difícil falar em vulgaridade sem abranger a falta de educação e o mau gosto. Ou talvez tudo isso seja besteira. E para terminar no "bom tom" da coluna, vou ser bem vulgar e fazer uma citação: "Nós deveríamos guardar as cores da vida, mas nunca nos lembrarmos dos detalhes. Os detalhes são sempre vulgares"* Oscar Wilde Abraços *Não sei se a tradução é exatamente essa.

[Sobre "Sinais de Vulgaridade - Parte II"]

por Marcia Espinosa
21/11/2002 às
22h59

Interessante texto
Interessante texto. Mas se Matisse não criou algo tão inovador quanto o cubismo, me parece que foi mais honesto ao longo da carreira, enquanto Picasso montou uma linha de produção e fez muitas coisas descartáveis.

[Sobre "Matisse e Picasso, lado a lado"]

por Ana Couto
21/11/2002 às
22h46

SOC, POW, PUFT...
Esses comentários estão me lembrando um daqueles filmes do "Batman"... Alexandre, eu te disse que preferia nem me "meter" nessa confusão generalizada que viraram os comentários do seu texto, mas não deu... Crianças, pra quê tanto ódio em seus coraçõezinhos?! E Alê... Me esclareça novamente: Sobre o quê é exatamente esse texto mesmo? Sobre política? Sobre a Língüa Portuguesa? Sobre o caso Suzane? ... Julgando pelos comentários, parece que é sobre tudo, menos Blogs! Parabéns, parece que gerar polêmica é o seu forte! Grande "smack" para você.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por *Roberta*
21/11/2002 às
18h11

errata
Ok, escrevi equuos em vez de equus. Meu latim e meu português andam péssimos. Mas diabos, no paraíso só falamos em francês!

[Sobre "Filhos de Francis"]

por F. A. Hayek
21/11/2002 às
10h42

equuos asinus
Como sou austríaco, ainda não domino suficientemente bem o português e me atrapalho com as crases. Mas reconheço um jumento pelo seu relincho e não tenho dúvidas de que o Helião é da ordem dos perissodáctilos - opinião, aliás, compartilhada por Paulo Francis. Ontem mesmo jantei com ele - com o Paulo Francis, não com o Equuos asinus - e ele comentou: "E eu lá me preocupo com crases! Me preocupo com idéias, e se você, meu bom Hayek, tem crases demais, o Helião tem idéias de menos". Disse que gostaria de fazer como o McLuhan naquele filme do Woody Allen: surgir do nada para dizer que o Helião não entende patavinas da obra dele e que o Alexandre e o Rafael estão corretos. Mas nesta semana Mozart está promovendo uma série de concertos em homenagem a Haydn e Paulo Francis não poderá descer ao mundo dos que se consideram, talvez ironicamente, vivos.
Lamento que Equuos asinus, Irã dã e Marcelo Brabão se recusem a discutir idéias, preferindo insultos e acusações. Cá estou, disposto a abandonar por alguns minutos o paraíso e discutir socialismo e liberalismo com estes nobres "companheiros" (discussão já abandonada nos lugares civilizados, mas enfim, o Brasil está sempre atrasado).

[Sobre "Filhos de Francis"]

por F. A. Hayek
21/11/2002 às
10h04

maioria de esquerda?
Alexandre, já que a concórdia e os bons sentimentos prometem se instalar, aproveito para responder ao Felipe (m. 56) que jamais sugeri a saída de ninguém daqui, como ele verá caso leia minha mensagem com atenção e um mínimo de acuidade. Ao contrário da afirmação dele, também não pedi a sua cabeça (o que seria de péssimo gosto). Inclusive acho que as suas mensagens estão, pelo humor, quilômetros além de certos ataques pessoais aqui ocorridos. Também acho que você observou, em seu artigo, as filiações dos direitistas de uma forma que nenhum deles ousara até agora. Discordo da sua valoração de direita e esquerda, mas te aplaudo pela coragem. Sim: a sua contabilidade de uma maioria de posts por esquerdistas furiosos está capenga: contei no máximo 29 mensagens que poderiam ser enquadradas na esquerda. E conheço o blog do Rafael Lima, sim. Como conheço muitos outros. Mas não os organizo nas minhas preferências como “direita” ou “esquerda”. Aliás, ao contrário do que foi afirmado, a polêmica ideológica entre essas duas tendências quase nunca tem sido iniciada, no Digestivo, pela esquerda. Basta ler e comprovar.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
21/11/2002 às
06h56

Julio Daio Borges
Editor

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