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Sexta-feira, 29/11/2002
Comentários
Leitores

Caro Senhor Wilder
Ah, Senhor Wilde, este texto eu TINHA de comentar! O senhor continua em forma! E eu continuo sua fã, para o desespero de Alcion. Genial, genial, I must say!! Sue Medeiros

[Sobre "Polêmicas"]

por Assunção Medeiros
29/11/2002 às
02h19

Câmbio, desligo...
Eu pensei que Frank L. Smith iria se pronunciar sobre o meu comentário, feito a partir do tosco "7 - Tem pessoas babacas com P.C.", e vejo que ele sumiu...Quem sabe ele tenha se suicidado, para felicidade de uns e infelicidade de outros. Infelizmente ele não está pronto para o debate; meu comentário em nenhum momento, apesar de não parecer, quis ser maldoso com a colunista Clarissa Kuschinr, primeiro por que não sei quem escolhe os filmes a serem comentados, se ela mesma ou o D.C. Segundo, apenas quis ser engraçado, e concordo que passei da medida, afinal, o que está para se comentar é a coluna, e não a colunista. Terceiro, já li as colunas dela sobre: "O quarto do filho" que pretendo comentar brevemente, e "Cantando na chuva". Quando li o comentário do Frank, que a Clarissa tem um "super futuro pela frente", me lembrei de um comentário que fizeram sobre a Marilyn Monroe, outra coluna que pretendo ler; Acho que foi Billy Wilder que disse, quando perguntado sobre o que achava de Marilyn: "Uma atriz com um grande futuro pelas costas"...como ele estava enganado; ela também teve um grande futuro pela frente, mas eu desejo a Clarissa um futuro brilhante, principalmente no livro biográfico sobre Rubens Ewald Filho, esse cara sabe tudo de cinema. Mas meu crítico predileto sempre foi Paulo Francis, por não ter papas na língua, e dizer a verdade sobre Hollywood e seu cinemão. A decadência de Hollywood a partir dos anos 70 é inquestionável...quando a era Travolta surgiu, são raros os filmes, a partir daí, que mereçam uma revisão. Por último, Fabiana, obrigado por me mostrar o caminho de volta pra casa. Realmente, temos que respeitar o gosto alheio. Você foi um farol, que brilhou num mar de "Dirty Dancings", "Flashdances", "Saturday Night Fervers", e muitos outros.

[Sobre "Dirty Dancing - Ritmo Quente"]

por Jorge
29/11/2002 à
01h01

Convite
Guilherme, há um texto novo meu nesta sexta, dia 29. Na verdade queria convidar todos os que passaram por aqui (alguns dos quais estão dormindo debaixo das mesas) para que leiam o texto; é um tanto relacionado com o que se passou aqui... Abraços, Alexandre.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Alexandre Soares
29/11/2002 à
00h03

Artista independente
Parabéns pelo seu texto. É preciso coragem para dizer que o rei está nu. Bandeira de Mello é um artista que indubitavelmente está entre os grandes, e que nunca percorreu o caminho fácil dos modismos nem do culto aos poderosos, esses dois defeitos cada vez mais comuns no meio artístico.

[Sobre "Escrita e Artes Visuais"]

por Sancier
28/11/2002 às
23h13

Exageros,à parte...
Meu caro Eduardo:creio que você tem bons propósitos,mas não se pode generalizar a partir de um enfoque único;de clima no seu caso. Levar essa tese até a literatura é exagero. Gosto de Borges e não creio que a genialidade dele tenha a ver com o clima da Argentina. Nem que seja maior ou menor que este ou aquele,isso passa é questão de empatia ou gosto. Machado de Assis foi também um gênio,hoje reconhecido no mundo todo, e é brasileiro, como também Guimarães Rosa, que criou uma linguagem própria. Os criadores desse nível são todos ótimos. Não creio que tenha a ver com o clima frio, pois já passei muito calor em Buenos Aires que,por ser mais astral,o sol fica forte até oito horas da noite. Se vamos ficar neste campo do clima,podemos também entrar no campo da geografia física:o Brasil é um país continental,metade da América do Sul e, portanto, possui problemas maiores do que os da Argentina,muito menor e com uma população que,somada,é a mesma de o Estado de São Paulo.Se o problema for moral,aí o clima nada tem a ver. Se é inteligência, também.Nasce gente boa, inteligente e ética em todo o mundo, inclusive no Brasil.A Argentina é mais fácil de ser administrada por suas dimensões, mas também gerou Menem e Perón,e militares que assassinaram muito mais que os seus congêneres brasileiros. Ou você acha que as madrecitas da Plaza de Mayo estão lá para fazer turismo? Será que foi o clima que matou tanta gente e fez desaparecer outro tanto?

[Sobre "Uma verdade incômoda"]

por AlbertoBeuttenmüller
28/11/2002 às
20h18

Contato Clarissa Kuschnir
Cara Clarissa Kuschnir Tenho lido seus textos e gostaria muito de fazer contato com vc. Estou elaborando um projeto do qual vc poderia participar.

[Sobre "O Filho da Noiva"]

por paulo vainer
28/11/2002 às
16h37

Bálsamo...
Caro Julio, agradeço por este bálsamo... Eu explico: Acabo de sair de um Blogger de um amigo (a convite do próprio), onde era ressaltada a importância da transformação da nossa agonizante Língua Portuguesa... Ressaltava-se os palavrões fazendo parte da linguagem de uma forma tão normal (como era exposto no "artigo") e defendendo a banalização de nossa língua, chamando isso de positivo. Por absoluta incapacidade, muitos defendem o que chamam de popularização da língua... Estou cansado de encontrar pessoas que me convidam para conversar sobre "as coisa da vida tomando um chopp de dois real"... Creia!!! Descobri hoje esta página e já está em meus favoritos... Porque, como poeta, preciso disso... ver que existe o contrário do que acabei de ver no tal blogger. Parabéns!

[Sobre "Minha pátria é a língua portuguesa"]

por Celso Brasil
28/11/2002 às
15h34

Trabalho e estudo.
Caro Felix: Concordo com as sua bem fundamentada argumentação. O trabalho dignifica o homem, e muitos dos que estão aí - nem todos, é lógico -, passando necessidade, estão neste estado muito mais pela falta de vontade de algo fazer por si mesmo. São vagabundos que além de não gostarem de trabalhar para que assim possam almejar uma vida melhor - gostam apenas de sombra e água fresca sendo atraidos apenas pelas coisas banais como futebol, mulheres e samba que como todos nós sabemos não enche a barriga de ninguém - odeiam estudar, para assim tentarem ampliar vossas mentes. Só o trabalho e o estudo levantará este país. Na primeira hipótese para todos, na segunda apenas para os que realmente querem, para os que realmente sentem o chamado interior para as coisas ligadas ao espírito. Estudo para todos, mas para todos que se interessam e gostam de tal atividade. PS- Não entendo por que grande maioria das pessoas pensam apenas em ficarem famosos - modelos, jogadores de futebol, Casa dos Artistas, dançarinas de axé. Por que não o trabalho árduo e o estudo dedicado?

[Sobre "Fome zero, malandragem dez"]

por Sidney Vida
28/11/2002 às
15h30

Aplicação bem prática
Sou tradutora x interprete. Fiz de certa feita, interpretação simultãnea para um corretor da Bovespa, a respeito da aplicação da teoria do caos para que este dirimisse dúvidas quanto ao próximo passo, o Urso ou o Touro. Aplicação bem prática como se vê.faltou entretanto a determinação da equação, que certamente era bem mais complexa que se pode imaginar. Parabéns pelo artigo, tempestivo aliás. Cylene

[Sobre "A teoria do caos"]

por Cylene Dantas da Gam
28/11/2002 às
05h36

Horizonte Perdido
Caro Eduardo Carvalho, Seu texto traduz o romantismo e a utopia de quem pensa estar falando a multidões e isto o torna merecedor de aplausos. Mais pela sua coragem de dar a cara a bater num texto um tanto quanto perigoso. Sinto pela triste comparação do escritor, Jorge Luis Borges, sem desmerece-lo, onde o coloca num patamar superior aos nossos grandes Machado de Assis, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, entre tantos outros. Não vejo os problemas do país necessariamente na sua localização, ou clima, no nosso caso o tropical. Tudo dependerá da educação que este povo recebe, e como ele é conduzido. Apesar de tudo acho seu texto perturbador, no sentido de induzir a reflexão e ao diálogo. Não há vencedores, apenas alguém tenta nos mostrar mais um caminho, uma visão, uma realidade... "A melhor maneira de sermos enganados é julgarmo-nos mais espertos do que os outros" - Rochefoucauld

[Sobre "Uma verdade incômoda"]

por George
28/11/2002 à
00h55

Julio Daio Borges
Editor

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