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Segunda-feira, 2/12/2002
Comentários
Leitores

Continuando uma boa amizade.
Entre o Alexandre e este escriba, tudo bem, graças a Deus ! Amigos e entendidos!

[Sobre "Polêmicas"]

por Roberto M. Filho
2/12/2002 às
16h34

Ocultismo
Alexandre, meu caro, te achei sem querer enquanto eu navegava sem rumo. Essa tua crônica sobre polêmicas, polentas & polemistas é muito divertida. Depois, com calma, pretendo voltar ao passado e ler teus textos anteriores. Me passe o teu endereço físico, quero te mandar um exemplar d"O século oculto", meu livro de crônicas passionais e sonhos provocados. São textos sobre literatura, meio excêntricos, que pra minha surpresa têm agradado a gregos e baianos. Abraço deste Nelson (o de Oliveira)!

[Sobre "Polêmicas"]

por Nelson de Oliveira
2/12/2002 às
11h25

não se identifique
Zellita, não entendi bem o que desejou dizer. só posso falar que, infelizmente, Deus é apenas uma criação humana, para nos amparar diante da falta de explicação para o sentido da existência humana e do cosmos - por isso, ele realmente jamais vai dizer qualquer coisa, simplesmente por não ser senão fabricação mental dos humanos. outra coisa, não sei porque você se identifica com o termo "vagabunda letrada" - ele foi cunhado por mulheres atradasadas de portugual daquela época para denegrir nossa querida Florbela Espanca. jardel

[Sobre "A Vagabunda Letrada e os Sentimentos Nobres"]

por jardel
1/12/2002 às
14h59

los cucarachas
Concordo que, nos termos em que vc escreveu, o Brasil precisa melhorar muito p igualar-se a esse país com uma enorme crise, chamado Argentina. Mas não creio que sejam os brasileiros 'vagabundos', e vc que viajou por vários países (e parece ter boas condições financeiras para fazer o que bem entender) deve ter percebido que se um brasileiro quer ter uma vida um pouco 'digna' (bem menos digna que a sua, que permite suas viagens), deve desdobrar-se em mil, e contraditoriamente entrar em mil 'jeitinhos'. Não vejo também como pode o clima adverso influenciar o desenvolvimento. Se fosse assim, o sertão nordestino seria uma região, nos termos em que vc inferiu, admirável.

[Sobre "Uma verdade incômoda"]

por B.R.
1/12/2002 às
12h11

Como sempre...
Alexandre, esse seu texto está ótimo! Pegou justamente no ponto que nós todos, os colunistas e ex-colunistas, conhecemos. Jornalistas ou não, colocamos nossa cara pra bater e sempre levamos uns tapas... e o problema é que não podemos revidar, senão dirão que não sabemos levar críticas na boa ou que somos mal educados. Todos que aí comentam acham que têm o seu direito, como eu também acho. Mas muitos se sentiriam igual a você ou o Wilde ao publicar sua primeira coluna e vê-la destrinchada de comentários... Obrigado por mencionar "meus comentaristas" dos Anos Incríveis... alguém comentou no seu site por engano ou desespero? Eu recebo novos a cada semana. A coluna tá boa demais mesmo, parabéns, como sempre! Estou com saudades do Homem de Azul Cobalto, e obrigado por ter ido onde nos encontramos a última vez, espero que tenha se divertido. Abraços.

[Sobre "Polêmicas"]

por Juliano Maesano
1/12/2002 às
11h41

Combater a fome e educar.
Concordo com você, Félix, em muitos aspectos. Só acho um pouco de exagero essa estória de 15 barrigudinhos. No Brasil a taxa de natalidade diminuiu muito nos últimos anos. Deve estar em 3,5 filhos por família. Nós temos no Brasil, em se tratando de pobreza ,acredito, uma boa parcela de miseráveis e uma boa parcela de pobres(nestes estão a classe média baixa e média).Então, de fato, a questão da educação é urgente.Se deixar o pessoal fica só recebendo a cesta básica. Agora, é preciso que se diga, que esse pessoal,de que estou falando, não tem tanta culpa disso, simplesmente porque não tiveram acesso à educação básica ou fundamental , digamos 7,8 anos de estudo regular (nem talvez seus ascendentes- o que é pior -). Os miseráveis ,talvez, nem 1 ano de escolaridade. Bem ou mal,com professores se aprende. Para quem não tem ambiente cultural em casa, a transmissão feita pelos professores e a discussão que ela gera com os alunos não é desprezível, você sabe. Se o atual Presidente - em quem votei - resolver combater a fome com critério,firmeza e competência, para mim será bom, pois atualmente gasto de Cr$4,00 a Cr$5,00 por mês, dando alimentos para pessoas que, individualmente, passam pedindo na porta da minha casa , ou de maneira mais organizada (igrejas e outras organizações). O pobre precisa ser educado para não se tornar um explorador. Quem mora em bairro pobre como eu sabe como é. Se se dá um remedinho para um, logo vem outros pedindo. Se se empresta uma ferramenta vários descobrem e vêm também pedir. Não esqueço meu pai, falecido aos 81 anos de idade, que,apesar de ganhar salário mínimo,tinha seus remedinhos em casa, bem como suas ferramentas. Arrumar dinheiro para cerveja, passeios, praias, roupas o pessoal dá um jeito, podes crer.

[Sobre "Fome zero, malandragem dez"]

por Carmen Gomes
1/12/2002 à
00h56

sou aquela vagabunda
Derrepente sou aquela vagabumda que e enrrustida, so quem sabe e Deus e ele jamais vai dizer...

[Sobre "A Vagabunda Letrada e os Sentimentos Nobres"]

por Zelitta
30/11/2002 às
19h46

Só vim avisar que não venho
Há muito que não dou as caras por aqui, e o fato de estar às turras com meu provedor é o menor de meus problemas, mas vejo que o brilho do Alexandre continua o mesmo. Mais não digo porque, como disse quem quer que tenha dito isso, tenho tédio de controvérsia. Alcion não é marca de sardinha em lata?

[Sobre "Polêmicas"]

por Alexandre Ramos
30/11/2002 às
17h46

Protestos no ato
Absolutamente lúcido e oportuno este artigo de Adriana Baggio. A situação do banheiro sujo é particularmente deplorável em vôos transatlanticos, depois de umas poucas horas de vôo. Eu sei de lugares e pontos de encontro que mantem uma atendente de banheiro durante o evento. Acho que esta é a solução, inclusive para gerar mais empregos. , e tambemn porque usuaria/o ficaria contrangido se vigiado. mas onde não existe tal supervisão, a gente tem mesmo que é que rodar a baiana e chamar a atençao do infrator em alto e bom som, para todos ouvirem Tolerãncia Zero , já. Parabéns Adriana pelo comentario

[Sobre "No banheiro com Danuza"]

por Cylene Dantas da Gam
30/11/2002 às
16h53

Desastrosos casos Virtuais
Gostei muitíssimo do tema da meteria. Sou advogada no RS e pretensa escritora e poetisa. Estou terminando dois livros: um, sobre este tema (amores virtuais, com conotações jurídicas); outro, fatos verídicos forenses (erros judiciais), já praticamente concluído. Ocorre, que até em meu escritório já veio parar casos desastrosos, provenientes de net. Uma mulher chegou a vender imóveis para ir para o exterior, encontrar-se com o seu suposto "amado". Como a vida real é diferente da vida virtual, foi um desastre. Agora, ela deseja entrar com uma ação pelos danos sofridos, a fim de ressarcir-se dos prejuízos. Como há provas suficientes, acredito que a ação terá êxito. Mas, como no Brasil, o judiciário caminha à passos de tartaruga, independente da vontade de nós profissionais, levará alguns anos. Ainda mais, em se tratando de a pessoa com quem manteve contato, ser do exterior. Como Alice Sampaio bem referiu, as mulheres devem aprender a ser menos ingênuas, e ver a vida como ela é, já que, a maioria que caem nessas armadilhas de "amores virtuais", são elas. O inacreditável, é que algumas gostam de sofrer! São verdadeiras masoquistas! Nunca aprendem e, ainda, ficam enfurecidas com quem as quer ajudar, alertando-as. Gostam de "mentiras piedosas", disfarçadas de "gentilezas"; as tais falsas cumplicidades... Falando em coisas virtuais, é inacreditável, como há galãs de plantão, na internet! Até comigo quase aconteceu! Somente o Príncipe, com lábia mais que considerável, não logrou êxito, porque sou muito desconfiada E/OU cuidadosa. Nunca acreditei em "Contos de Fadas". Em pouco tempo, pelas entrelinhas do que colocam, percebo quem é a pessoa. Quando começam com: "...te adoro, vc é a mulher que eu sonhava para me completar; vc é linda, profissionalmente sou muito bem sucedido, etc...", podem acreditar que há muito de errado! Um homem não feio e ainda tão bem sucedido profissionalmente, com certeza, não estaria sozinho! Não sou incrédula, apenas realista. Sou pisciana, quem sabe por isso, escorregadia. Parabéns Julio pelo tema e Alice Sampaio pelo livro. Um abraço, Advocata

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por Advocata
30/11/2002 às
11h27

Julio Daio Borges
Editor

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