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Quarta-feira, 26/5/2010
Comentários
Leitores

Pedofilia e celibato?
Queria pinçar alguns pontos do artigo: "com os escândalos da igreja católica, com processos contra padres que andam estuprando crianças sob sua proteção..." O El País publicou, em 08/04/2010, um artigo em que comentava a onda de denúncias feitas pelo periódico alemão Der Spieguel, segundo o qual dos 210 mil casos de pedofilia denunciados na Alemanha desde 1995, apenas 95 deles envolveram religiosos, não necessariamente católicos. E os demais 209,905 casos? A Der Spieguel, como a midia no geral, vem trazendo uma "informação rasteira", que associa a pedofilia ao celibato e à igreja católica. Nada mais falso, como pode ver no parágrafo anterior. Depois, por uma questão conceitual. O celibato significa uma restrição a atividade sexual, seja o religioso heterosexual, homosexual ou pedófilo. Só para fechar. O artigo diz muito bem: "...nova onda de ateus finalmente saindo do armário...". Concordo plenamente, pois é onde eles todos cabem: em um armário.

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por Paulo Athayde
26/5/2010 às
13h59

Estéticas de gostos estranhos
Guga é Gago por Gaga; Havia um Gago que gaguejou: Neste Universo Físico, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. O tio Lavoisier parece que só emplaca nos livros, no ensino, e fica muito longe na prática de muitos. Titio era Gago, tinha apelido de Guga e depois dizem ter ficado um velho Gaga. Ele costuma levantar do túmulo quando dizem que alguém criou alguma coisa impossível. Portanto, estética é isto, transformação. Estética não significa necessariamente beleza, vemos tantas estéticas de gostos estranhos, ou mesmo bizarros, e fazendo sucesso. O que manteve as artes duvidosas no auge foi exatamente o gosto duvidoso ou as motivações financeiras destes ditadores do que é bom, do que vale, sem levar em conta a opinião do consumidor. Gaga ou Potter se assemelham também nesta linha, seja por um outro ponto de vista, seja pela linha que desejam e conseguem atingir. Chamam de Original uma obra de arte que já passou por restaurações e não sabem que todo Original tem uma Origem...

[Sobre "Lady Gaga, uma aula do pastiche"]

por Celito Medeiros
26/5/2010 às
12h00

A sua vista não conta?
Antes de mais nada, eu sou bem velho, portanto não sou da geração de hoje. Devo lhes dizer que esta discussão sobre o que é melhor, o que vai sobreviver, o jornal de papel ou o livro e o jornal do computador estaria mal colocada. A grande questão é a antiga forma de distribuição dos jornais em papel, e ela já está mudando. Quem de nós não recebeu nos cruzamentos da vida jornais do tipo "Metro" e outros que o seguem, com artigos bem escritos, atuais e dinâmicos? Depois os leitores da telinha que me desculpem por este sacrilêgio, mas e a sua vista não conta? Estes usuários contumazes recebem a luz de frente e hoje em dia tem mais jovens necessitando usar os malditos óculos do que antes. O estrago causado por esta maquininha só vai aparecer com o tempo e com a idade e como fará falta de uma boa visão. Bem, não existe "sandwich grátis", como já diziam os nossos "irmãos" do norte, pois tudo tem o seu preço. Esta é a minha opinião sobre o assunto.

[Sobre "iPad, Kindle, salvação e histeria"]

por Lajos Attila Sarkozy
26/5/2010 às
11h06

Jornal é jornal, site é site!
Você abordou um ponto muito importante sobre a adaptação dos jornais para a internet: forçar que um se pareça com outro. Jornal é jornal, site é site! Adaptar jornal impresso para se parecer com site é totalmente errado: não atrai novos assinantes - quem gosta de site navega na internet - e pode afastar os antigos - para ler um arremedo de site é melhor largar a versão impressa e navegar na rede. E fazer site parecer com a versão impressa é outro erro: a tela do computador é sempre muito menor que a página do jornal impresso - as letras e fotos ficam mínimas, sem o impacto da versão impressa, a navegação é difícil e a virada das páginas é horrível. O modelo bom de jornal na internet é o da Folha, que apresenta os textos limpos, com indicação dos artigos anteriores e posteriores, bem como o índice geral das matérias. Falta só um pouco das fotos e gráficos da versão impressa. Quem não gosta assim, a versão "Folha On Line", "Estadão" e "O Globo" são muito boas.

[Sobre "iPad, Kindle, salvação e histeria"]

por José Frid
26/5/2010 às
10h13

Tecnologia e desenvolvimento
iPad é um dos aparelhos tecnológicos que são usados por quase todas as pessoas em todo o mundo. A tecnologia está tomando conta do mundo, mas esta mudança é para garantir o nosso desenvolvimento.

[Sobre "iPad, Kindle, salvação e histeria"]

por Maí­ra Barbosa
26/5/2010 às
09h46

A conversa, o diálogo
Concordo em número, gênero e grau. A conversa, o diálogo, serve para qualquer relação humana. Qualquer. E é imprescidível para o bom andamento das coisas.

[Sobre "Simplicidade ou você quer dormir brigado?"]

por Hellen
25/5/2010 às
18h10

Debate sobre o cristianismo
Creio que é muito válido o debate. E cada um que tire suas conclusões. Uma ótima sugestão de leitura. Abraços.

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por Janethe Fontes
25/5/2010 às
18h09

Difícil ser humano!
O ser humano é muito estranho. Da bondade extrema à crueldade sem precedentes. Ainda tento viver minha vida sendo um pouco heroína do meu microcosmos. Não jogo papel no chão, por exemplo. Mas xingo no trânsito... Difícil ser humano!

[Sobre "Simplesmente tive sorte"]

por Hellen
25/5/2010 às
18h03

Ateísmo não é religião
Em resposta ao Roberto: Os argumentos dos chamados ateus "atuantes" não seguem as regras do proselitismo religioso. Não são a pregação de um credo, mas a negação de credos que interferem nas vidas de todos. Nenhum ateu é contra as pessoas que consideram o aborto um pecado; o problema é que as agremiações religiosas querem impor suas leis morais como leis para toda a sociedade. E invertem, através de argumentos falaciosos, a verdade dos fatos. Legalizar o aborto não obrigará ninguém a abortar. Apenas dará uma perspectiva para quem desejar fazê-lo com segurança. Liberar o casamento gay não obrigará ninguém a casar com pessoas do mesmo sexo. Faça quem quiser. O ateísmo não possui templos, não tem uma doutrina e não cobra dízimo; logo, não é religião. Agora, por não ser religião, não quer dizer que devemos nos calar e assistir ao crescimento das religiões, até o ponto em que comecem a nos queimar em suas fogueiras.

[Sobre "Deus, um delírio, de Richard Dawkins"]

por Amâncio Siqueira
25/5/2010 às
14h42

Pelo futuro de nossas crianças
Texto muito bom e importante! Vou assistir ao filme. Se não me engano, o peixinho Nemo também tinha uma deficiência física. Sou fã da Pixar. Os desenhos andam fazendo um bom trabalho pelo futuro de nossas crianças. Parabéns, Daniel!

[Sobre "Como treinar um ser humano"]

por Carla Ceres
25/5/2010 às
11h27

Julio Daio Borges
Editor

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