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Domingo, 9/3/2003
Comentários
Leitores

Alto astral
Querida Rennata, como vai? Curti muito este texto e a entrevista que você fez. Acho legal que você tenha o dom de deixar a gente de alto astral, que é o que sinto sempre que falo com você e agora, lendo seus artigos. Valeu, gatinha!

[Sobre "José Tonezzi: Arte e Pesquisa Sem Fronteiras"]

por Rynaldo Papoy
9/3/2003 às
04h15

Ladeira abaixo
Caro Eduardo. Um bom texto, sem dúvida, pois não livra a cara dos pretensos "atenados com a cultura", uma vez que estão no mesmo saco das dançarinas de axé. O movimento ladeira abaixo de nosso preparo intelectual é gritante e é um fenônemo mundial. Evito em falar de falência cultural, pois cultura é cultura, não é qualitativo posto que é somente substantivo, com resultado de todos os movimentos e atividades de um povo, seja lendo "O vermelho e o negro" ou ouvindo "Minha eguinha pocotó", infelizmente. O propalado empobrecimento cultural só é visto por poucos, cada vez menos. No futuro, dado que o nivelamento por baixo será inevitável, os que quiserem ler Adous Huxley ou Philip Roth terão que fazê-lo escondido...Abs. Bernardo Carvalho - Goiania-GO

[Sobre "Farinhas fundidas"]

por Bernardo Carvalho
8/3/2003 às
11h16

massacre da arte pela crítica
Caro Eduardo, sem dúvida você tem certa razão. temo, sempre que falo de arte, que a interpretação "massacre" a própria obra. como tem acontecido com a literatura e os cursos de letras onde os alunos só se interessam por crítica e não mergulham nas obras literárias. nunca leram as obras, mas conhecem toda a crítica. terrível, não! obrigaod pelo comentário. jardel

[Sobre "O Fel da Caricatura: André de Pádua"]

por jardel
6/3/2003 às
20h53

Muito feio...
Há gente sem escrúpulos em todas as áreas. Na internet, em particular, argumentos falaciosos sobre "liberdade de informação" são um estímulo para que gente incompetente se sinta à vontade para roubar os pageviews alheios. Só há uma coisa certa: isso é feio, muito feio...

[Sobre "O lado negro da internet"]

por Ricardo Saldanha
6/3/2003 às
09h18

Em DVD
Não tem seriado melhor mesmo, por esse motivo estou a gravar desde o primeiro capítulo para converter ANALOGICAMENTE para DIGITAL para transformar tudo em DVD ou apenas VCD que ocupa menos espaço em um DVD. Estou a adquirir equipamentos só para essas ocasiões. Não tem coisa melhor do que guardar uma série como essa, é emocionante. Parabéns todos os artistas/diretores/produtores desse seriado, até hoje ainda tenho dúvida se a história é VERÍDICA ou NÃO. Se alguem poder me responder eu agradeço! rs.. Mas um dia terei tudo em DVD.. REZEM POR MIM! rs.. meu e-mail pra contato "pessoas que são fãs do seriado": [email protected]

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Adriano Suassuna
4/3/2003 às
18h02

explicação
Caro Jardel, Seu texto é bom, o tema também, mas te faço um pedido: não faça com a caricatura o que fizeram com a pintura, não explique-a excessivamente. Deixe que esta arte, que ainda não foi invadida pelos picaretas, comunique por si só. abraço, Eduardo PS: Conhece o caricaturista Sebastian Kruger?

[Sobre "O Fel da Caricatura: André de Pádua"]

por Eduardo Arruda
4/3/2003 às
10h21

críticos limitados
"o desembocar na abstração foi o corolário desse processo de tematização de seus próprios elementos constitutivos, com a arte dando as costas para qualquer relação de ilustração do mundo" Mas uma vez eu vou bater na mesma tecla: a "arte" não deu as costas para qualquer ilustração do mundo, e nem as possibilidades do realismo e figurativismo se esgotaram, apenas alguns artistas deixaram de ser figurativistas. Infelizmente a crítica brasileira não tem capacidade de entender essa diversidade, e limitam-se a falar dos "experimentalistas" (toda arte não é experimentalista?).

[Sobre "Arte Brasileira Hoje: um arquipélago"]

por Eduardo Arruda
4/3/2003 às
09h42

arte para quem?
Caro Albertro, muito obrigado pelo comentário. mas creio que uma coisa deve ficar clara: não é porque o artista fez apenas uma obra (ou meia duzia apenas) e acabou abandonando a arte que ele deve ser desconsiderado ou sua obra desconsiderada. se fosse assim, deveríamos jogar Rimbaud no lixo da história. às vezes apenas uma obra, pela sua potência artística (não sei explicar o que é isso), merece uma séria consideração. o que dizer de um artista que fez bastante obras, como Di Cavalcanti, mas que no conjunto falta "je ne sais quoi"? e no entanto é ainda valorizado. não sofre nenhum ataque. quanto ao comprador que comprou uma obra maravilhosa de um artista que decidiu virar hare krisnha.. ele terá uma obra maravilhosa em suas mãos. o que se pode fazer? abraço e novament eagradeço seu comentário, jardel

[Sobre "Arte Brasileira Hoje: um arquipélago"]

por jardel
3/3/2003 às
20h32

A conseqüência da internet
Eu sou prova do que a troca de músicas na internet provoca. Antes de começar a trocar músicas pela internet, eu tinha uns 20 cds, depois que eu tive a oportunidade de conhecer outras coisas através da internet minha coleção de cds teve um crescimento enorme, hoje, um ano depois, tenho mais de 100 cds...

[Sobre "Reinventado o download pago"]

por Gutemberg Motta
3/3/2003 às
19h09

Assim é se lhe parece
Caro Jardel:como crítico de artes visuais,sou obrigado a interferir no seu artigo,porque ele levanta questões importantes para os leitores do Digestivo Cultural. A crítica de arte foi banida dos periódicos brasileiros. Não se sabe por quê. O próprio Agnaldo Farias,escrevia em o Estado de São Paulo; hoje não mais o faz, porque o jornal nos pediu(eu também lá escrevia)um tempo para reorganizar os seus colaboradores. E não mais nos contatou. Se há artistas com mais visibilidade nos meios de comunicação,deve-se única e exclusivamente aos seus editores e repórteres. A crítica não mais participa, não há mais colunas de crítica nem ensaios. Por outro lado, os artistas jovens que poderiam compor um quadro,digamos, mais atual da arte brasileira não são citados nos livros porque,muitos deles abandonam a arte em troca de outras profissões mais seguras e rentáveis.Há muitos artistas de 20 a 25 anos com talento; o problema é: será que ele irá adotar a arte como profissão ou mudará para outra antes mesmo de atingir o topo? Nos meus mais de 30 anos de crítica, cansei de ver artistas talentosos trocarem a arte por um emprego seguro. Daí o motivo do Agnaldo Farias não arriscar em nomes jovens. Um livro de arte deve ter a História da Arte como padrão citar apenas artistas que são e serão artistas para sempre,pois já estão consagrados pela História, e não pelo mercado de arte. Eu mesmo tive este problema ainda há pouco.Acabo de escrever Viagem pela Arte Brasileira e também não citei artistas novíssimos. A prática nos diz que um artista,nos seus primeiros dez anos ainda pode desistir, depois disso, se realmente fez carreira, jamais deixará a arte. Até o mercado de arte pensa assim: o que fará o comprador de obra de artista novo,se ele desistir? Nada. E a obra passará a valer nada. Essas questões são comuns nos bastidores da arte. Muitas vezes o comprador quer estimular o artista novíssimo, mas ele resolve lá pelas tantas, morar no Nepal e abandona tudo. Eis a questão. Espero ter contribuído para o seu belo artigo. AB

[Sobre "Arte Brasileira Hoje: um arquipélago"]

por AlbertoBeuttenmüller
2/3/2003 às
18h26

Julio Daio Borges
Editor

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