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Segunda-feira, 31/5/2010
Comentários
Leitores

Mitos e narrativas
Como diria Nassim Taleb, um filósofo contemporâneo: "Você pode eventualmente fazer prevalecer a verdade sobre mentiras; já um mito só pode ser sobreposto por outra narrativa".

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por Marko
31/5/2010 à
01h23

Guinga e Moacir Santos
Oi, Rafael, parabéns por colocar na sua coluna dois do maiores valores da música instrumental, que são Moacir Santos com seus arranjos e composições de primeira grandeza, e Guinga, que é o diferencial na música instrumental com composições com um riqueza harmônica e melódica assustadora. Manda bala!

[Sobre "Meus álbuns: '00 - '09 ― Pt. 3"]

por CRRocha_Guitar
31/5/2010 à
01h09

Como definir Deus?
A questão é definir Deus, afinal, dizer que acredita ou que é ateu, sem ter definido o que é ou quem é Deus, me parece muito improdutivo. Jesus de Nazaré, apelidado de o Chrisna (Christus) disse que somos todos assemelhados, negou ser Deus perante Pilatos e disse que o Pai tem tantas moradas... Mora dentro de cada um, ou seja, Jesus não deve ter sido muito compreendido pois também Ele não acreditaria no Deus Cristão! Interessante isto, mas basta estudar o que foi atribuído como palavras dele. Debater princípios religiosos é uma arena que não tem dados bons resultados, é preciso começar com outros princípios básicos de existência. Acima de tudo, o ser humano precisa saber que, para ser totalmente LIVRE, não pode haver ninguém acima e ninguém abaixo, isto seria Divino e à nossa imagem e semelhança. Quem não souber definir a si mesmo, como poderia definir Deus? O dia em que de fato alguém definir Deus, perceberá que está definido a si mesmo no básico de existência, antes deste Universo!

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por Celito Medeiros
31/5/2010 à
00h52

Nietzsche é espada!
Êpa... Cuidado com a Viviane. É espada. Ou não. Grande Nietzsche!

[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]

por guilherme
30/5/2010 às
15h26

Nota 10
Nota 10. Com louvor. A Bethânia dispensa calçados... número 90 não dá, não daria, não dará. Na próxima nota, lembre da Marisinha Monte... poderosa, viu!

[Sobre "Maria Bethânia em Amor Festa Devoção"]

por guilherme
30/5/2010 às
15h12

Vandré não quer badalação
Não poderia deixar de comentar nesse maravilhoso blog. Tenho 53 anos. Quando Vandré participava do 1 festival da canção em 1965 e depois em 68, eu ainda morava no interior de Minas. Por lá, as notícias chegavam bem pela metade. Só vim a entender melhor a obra desse maravilhoso compositor brasileiro a partir de 1977. Nesta época, a ditadura ainda nos causava dor e indignação. Lembro-me que passei uma noite inteira junto a um grupo de amigos munidos de violão e tudo, cantando a famosa "Pra não dizer que não falei das flores". Acredito que o Vandré não queira badalação. Quer ser apenas um cidadão comum e ele tem esse direito. Obrigada, Vandré, pela sua rica contribuição cultural, artística e revolucionária! Um beijo em seu coração!

[Sobre "Geraldo Vandré, 70 anos"]

por Jace
30/5/2010 às
12h59

Não há tradução... sorry
Quando li o original acima em inglês, pensei "impossível traduzir", depois ao deparar com a tradução abaixo... bom, confirmei minha suspeita. Assim, com todo respeito aos grandes, tanto o falecido autor como Millôr, há certas coisas para as quais realmente, não há tradução... sorry.

[Sobre "O dia em que traduzi Renato Russo"]

por Marko
29/5/2010 à
01h42

Onde errou o nazareno?
Jesus ensinou os indivíduos a lutarem contra o ego, o que os torna mais fortes, a ponto de os verdadeiramente sinceros se tornarem o super homem estimado por Nietzche. Assim sendo, posso lhes perguntar onde errou o nazareno segundo o filósofo?

[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]

por mauro judice
28/5/2010 às
22h28

Pedras e pontes
Há sábios e tolos, santos e vermes, lúcidos e cegos em ambos os lados desse riacho estreito e é fácil encontrá-los, aos pares, comendo na mesma mesa, religiosa ou agnóstica. Não há um único lugar em que não se os encontre, uma única instituição imaculada, basta observar. Mas qual teria sido o motivo e o objetivo deste enxovalhamento exclusivo da fé cristã feito por Nietzsche? Seria em louvor ao judaísmo? Ao budismo? Ao islamismo? Ao politeísmo? Ao ateísmo? Com pedras, melhor é construir pontes. Do contrário, atirá-las poderá, no máximo, ferir alguém, aqui ou acolá, sejam arremessadas por Nietzsche ou outro, menos culto, seja por qualquer cristão. A intolerância independe do QI e em nada ajuda a melhorar o planeta e a vida.

[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]

por ENEAS FINESSI
28/5/2010 às
20h14

Cristianismo e cristandade
Confundem cristianismo com cristandade. Cristianismo é seguir a conduta do Cristo. E quem segue, exceto uns poucos? Não é porque padres e pastores desvirtuaram as palavras de Jesus que Ele deixou de dizer a coisa certa. Estaria se revirando no túmulo se não tivessem roubado seu corpo (nem bem morreu e já começaram a fazer besteira). Aliás, foram roubar um cadáver de quem ia ressuscitar. Tiranos e sanguinários de todos os tempos diziam agir em nome da verdade. E, por isto, a verdade deve deixar de existir? E que marotice é esta, Jardel, que vemos no livro citado? Pedir para um pastor falar em nome do cristianismo é o mesmo que criar debate sobre comportamento e confrontar um professor e um aluno da pior turma do ginásio. E para não dizerem que não acredito na existência de padres ou pastores sinceros, existem uns poucos, apesar dos horrores que fazem suas igrejas. São homens de fé inabalável.

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por mauro judice
28/5/2010 às
17h46

Julio Daio Borges
Editor

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