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Segunda-feira, 31/5/2010
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Leitores

Nietzschianos, por favor
Nietzsche escreveu que "o único cristão morreu na cruz". E, então, ele acreditou que pelo menos um homem conseguiu seguir o cristianismo: Jesus Cristo. Se um homem cumpriu uma ética tão rígida e apreensível racionalmente, como pode o filósofo dizer que não há sistemas a seguir, que a vida é um porvir de movimentos inesperados e nunca arrebatados por formulações racionais? Mas, se um homem conseguiu, não é razão o bastante para acreditar que outros podem ou poderão fazê-lo? Ou Nietzsche considera Jesus um deus, inimitável, pois, aos humanos? E, deus sendo, Nietzsche cria divindade e cria em divindade. Se para ele Jesus foi homem, este exemplificou que existe a possibilidade de se seguir um sistema de conduta. Se foi deus, o filósofo era ao final crente e, portanto, fiado num postulado esquemático de moral? Sim, postulado, como o imperativo categórico kantiano que detestava por ser postulado. Nietzschianos, por favor, nos tirem da ignorância.

[Sobre "O cristianismo para Nietzsche"]

por mauro judice
31/5/2010 às
19h56

Parece escrito com o coração
Parece escrito com o coração, não com as mãos.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Rafael
31/5/2010 às
15h26

Aprendam a sentir
Aos apóstolos do ateísmo eu só peço uma coisa: agora que vocês já "aprenderam" a pensar, comecem também a sentir.

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por lucas manoel
31/5/2010 às
14h18

Essa é antiga...
Realmente, essa coisa de dizer que o cristianismo está ultrapassado já é antiga... Mas vejo-o cada vez mais pop, principalmente nos meios em que o populacho é maioria! Esse negócio de dizer que tem que sentir um Deus, um Cristo, um ser superior é coisa de quem não estuda e não questiona a vida, talvez por medo do que descobrirá através desse questionamento, talvez por simples e caduca opinião... se não consigo entender, então deve ser assim como me disseram que é! Buscar respostas nos filósofos é um exercício que, concordando ou não com suas opiniões, nos leva a perceber que o medo que sentimos da morte, e o mistério da mesma, o tal quem somos pra onde vamos etc. etc. nos leva a um melhor entendimento da mesma, e faz-nos rechaçar toda ideia moral pronta como um produto industrializado! Vejo o cristianismo como o vírus mais letal que até hoje o homem já pôde criar, seu envenenamento é cruel, e sua ilusão de vida eterna é uma dose cavalar de uma vã esperança que nunca irá se concretizar.

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por Carlos Patez
31/5/2010 às
14h13

Outras minorias
É risível e primária a confusão de arte com historiografia, são inúmeros os eventos narrados pela cinematografia com excessos e omissões para atender o interesse do narrador. Um romance histórico, um filme, uma peça correspondem a uma abordagem qualquer sobre um determinado tema ou evento. Talvez você não se recorde de "Primavera para Hitler" e a força como esta representação satírica realinhou olhares de uma outra geração sobre os eventos da guerra. Percebo lateralmente a atitude presente na maior parte da população judia em defender a primazia pelas atrocidades do Terceiro Reich, mas pouco se fala das outras minorias massacradas... Não é discurso antissemita, estou mais para o desengajamento da cinematografia, desobrigada de registrar a crônica nem sempre imparcial das mazelas ocidentais. Ocorrem outras distorções gritantes na descrição das personagens e atos no Oriente Médio, mas a indústria do cinema e a crítica chapa branca tem o conhecimento das regras do jogo.

[Sobre "Bastardos Inglórios e O Caso Sonderberg"]

por Carlos E F Oliveira
31/5/2010 às
12h28

Você tem que sentir
Caros amigos, primeiro lugar: Deus e Cristo não são uma exclusividade da Igreja. A Igreja é apenas uma instituição que pode e vai falir um dia como todas as outras. Agora, querer convencer as pessoas de que elas não devem sentir algo maior e mais profundo, somente por causa de um número de pessoas que não tem nada a dizer e a sentir sobre, normalmente formadas a partir de ideias políticas e religiosas caducas e ultrapassadas é um enorme engano. Convencer as pessoas que Deus não existe é a mesma idtiotice de querer convencê-las de que Ele existe. Você tem que sentir. É uma espécie de integração e isso só se encontra muito particularmente. Muito particularmente.

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por Pedro Rodrigues
31/5/2010 às
12h09

Simplesmente sublime
Sr. Jardel, simplesmente sublime seu artigo. Amei. Bjs., Lu.

[Sobre "Paixão: dor e êxtase"]

por Luciene Felix
31/5/2010 às
11h24

A poesia de Cartola
Quando pensamos em Cartola, acreditamos que a poesia de suas músicas são como flores do campos, enfeitam a natureza, traz um quê de beleza pra encantar. A sua música nasce da simplicidade de um homem do morro lavador de carro, sorveteiro ambulante, pedreiro. Quando as suas músicas já eram executadas na Itália, por uma orquestra, ele passava necessidade no Brasil. E a elite brasileira, preconceituosa, com certeza, fazia de conta que ele não era ninguém. O seu samba de morro não era de desfile de escola de samba, mas da passarela do coração. Agenor de Oliveira. Foi um sonho que solidificou e as suas poesias teve o cherio das rosas. Disse tudo encantou o mundo.

[Sobre "Cartola"]

por Manoel Messias Perei
31/5/2010 às
07h37

Mitos e narrativas
Como diria Nassim Taleb, um filósofo contemporâneo: "Você pode eventualmente fazer prevalecer a verdade sobre mentiras; já um mito só pode ser sobreposto por outra narrativa".

[Sobre "Para que o Cristianismo?"]

por Marko
31/5/2010 à
01h23

Guinga e Moacir Santos
Oi, Rafael, parabéns por colocar na sua coluna dois do maiores valores da música instrumental, que são Moacir Santos com seus arranjos e composições de primeira grandeza, e Guinga, que é o diferencial na música instrumental com composições com um riqueza harmônica e melódica assustadora. Manda bala!

[Sobre "Meus álbuns: '00 - '09 ― Pt. 3"]

por CRRocha_Guitar
31/5/2010 à
01h09

Julio Daio Borges
Editor

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