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Terça-feira, 21/10/2003
Comentários
Leitores

Só para constar
Não poderia passar por aqui sem parabenizar os excelentes trabalhos apresentados de forma brilhante por você Jardel. Também fui aluno do Maurícius e devo a ele uma nova leitura dos meus trabalhos também. Abraços!

[Sobre "A fotografia cínica de Maurícius Farina"]

por Fabio Montone
21/10/2003 às
14h22

gosto de entrar aqui...
eis que eu, dois dias depois de estar numa mesa de bar trocando idéia com vc, abro religiosamente o site do digestivo cultural e vejo vc aqui, escrevendo... bom, mto bom. assim dá mais gosto de entrar aqui... k.

[Sobre "E cá já moiro por vós"]

por kakazinha
21/10/2003 às
13h41

Legal o texto
Legal o texto. Adoro ler os Livros sobre Sherlock Homes

[Sobre "Em Londres, à caça do mito elementar"]

por Zigle
21/10/2003 às
11h18

Parabéns
Caro Ricardo,o conteúdo na internet está ficando cada vez mais "picado" e precário.Parabéns pela precisão de informações tão importantes sobre esta grandiosa obra de Vivaldi.

[Sobre "Da Poesia Na Música de Vivaldi"]

por Pedro Henrique
19/10/2003 às
02h47

Muito prazer
Eduardo, Não me surpreenderam muito as suas escolhas, pois tendo acompanhado suas colunas antevi até mesmo algumas. Você tem estilo e nos leva a sonhar com as nossas reminiscências e as nossas escolhas e incertezas diante dos mais significativos momentos da vida. Para mim James Joyce tem um sabor todo especial. Ganhei um exemplar de Finnegans Wake quando visitava a Irlanda e, apesar de ter lido com dificuldade o primeiro capítulo não desanimei, apenas comentei no Hotel onde estava hospedada que desgraça era a minha... quando o gerente que me atendeu sorriu placidamente com um estranho brilho nos olhos e disse: -Muito prazer, Allan T. Joyce, sobrinho neto de James Joyce. A partir então em dois meses pude adentrar no universo joyciano. Um abraço e conitue compartilhando os momentos especiais de sua jornada.

[Sobre "Não li em vão"]

por Sarah Bergenson
18/10/2003 às
16h37

É genético...
Edu, ao longo destes anos, poucas pessoas conseguiram me deixar admiradas pela escrita impecável e pela opulenta cultura literária. E você é uma delas. Sem dúvida, não foi só a dedicação à leitura e a escrita que fazem seus textos serem brilhantes e notórios. Você tem talento, como sempre disse. E hoje descobri a origem dessa ‘aptidão natural’ ao ler o comentário de sua mãe. Desculpe-me, mas hoje minhas congratulações não se limitarão a você. Seu texto está magnífico, mas sua mãe me fez chorar. Parabéns à família. Grande abraço e sucesso.

[Sobre "Não li em vão"]

por Felipe Tavares
18/10/2003 às
13h15

los comentarios
me parecieron muy buenos los comentarios

[Sobre "O ator e o teatro hoje"]

por Raúl Quintana
17/10/2003 às
23h12

Felicidade
Sobre a felicidade, li um ótimo livro que esmiuça bem esse cansaço que nossos músculos faciais sentem hoje em dia em sempre estar sorrindo e sorrindo. Só não concordo com os autores, o que você analisou e, o que eu li, Pascal Bruckner ( A euforia perpétua - ensaio sobre o dever da felicidade)quando falam na religião católica. O próprio símbolo católico de jesus sacrificado na cruz é uma prova de que se Ele sofreu, digamos, o filho de Deus, imagine nós aqui na terra. A religião protestante, mais mercantilista que qualquer outra, retirou o Jesus banhado em sangue e com expressão facial tomada de sofrimento. No mais, concordo com tudo. O pior, é que não adianta só ser feliz, temos que provar que somos. E tome alto afirmação pessoal em qualquer canto que formos. Principalmente, em ambientes de trabalho. O pior é que muitos se dizem budistas e como mostra Bruckner, eles disvirtuam os ensinos de Buda. Eles praticamente exibem suas tripas interiores, ao invés de procurar o nirvana em um processo solitário em cada um deles. Sinceramente, haja babaquice!!!

[Sobre "A filosofia fruto do tédio"]

por Izabela Pires Raposo
17/10/2003 às
17h24

não li em vão esta coluna
Eduardo, esconda a sua modéstia por um segundo, pois não posso deixar de dizer: você é brilhante, meu caro. Um abraço,

[Sobre "Não li em vão"]

por Fabio Danesi
17/10/2003 às
12h55

Dos bastidores
Muito antes do Digestivo Cultural, já colecionava, com carinho, em uma pasta, seus textos. Assisti, ao longo destes 23 anos, sua coragem frente ao desconhecido, sua determinação em aprender, sua paixão em viver. Pela primeira vez, decidi fazer aqui um comentário. Às duas da madrugada, li e reli este texto emocionada. A qualidade da estrutura literária, o raciocínio rápido e envolvente e o rico conteúdo merecem "revigorar o espírito" de tantos outros. Estou ao seu lado desde 22 de maio de 1980 e posso comprovar que você não leu em vão. Sinto muito orgulho. Mas, acima de tudo, a felicidade em ter atendido aos seus constantes pedidos de "investir em você". Receba com carinho o meu parabéns. Eu amo muito você. Sua mãe.

[Sobre "Não li em vão"]

por Ligia Toledo Andrade
17/10/2003 às
08h42

Julio Daio Borges
Editor

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