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Quinta-feira, 20/11/2003
Comentários
Leitores

assim é que se faz
Parabens, assim é que se faz e se mostra a personalidade num pais onde ser autentico é ser mal interpretado. Abraços e estamos aguardando sua vinda, seu tio.

[Sobre "A LPB e o thriller verde-amarelo"]

por José Kanan Matta
20/11/2003 às
17h47

o da mansarda
é, o problema é que vivemos num mundo de semi-analfabetos metidos a eruditos. por óbvio que as pessoas gostariam de ser cultas, viajar pelo mundo, ter grandes conhecimentos, empíricos e teoréticos (até nesse "teorético" vemos o pecado da vaidade do bundão que o escreve, pois teórico soaria menos pretensioso - a arma dos pseudoalgumacoisa), realizações em grandes feitos e tudo o mais. mas não consigo vislumbrar com clareza a linha que separa a nobreza de intento de um eventual exercício de auto-afirmação. todo mundo quer ser melhor do que é, mas, por ironia de uma natureza indiferente ou de um deus bem pouco paternalista, não é. e fica assim, não sendo e aspirando a sê-lo. poderia terminar o comentário com algum lugar comum, mas prefiro poupar as pessoas disso. senão por respeito, ao menos por economia, tão prestigiada pelo nobre colunista.

[Sobre "Geração abandonada"]

por Carlos
20/11/2003 às
11h54

Saudações aos que se bastam
Ótimo! Acredito que muita gente, assim como eu, tenha se sentido mais confortável ao ler seu artigo. O mundo não é feito só de pessoas padronizadas. Tenho 28 anos, e sei que sou mais jovem do que muitos por ai. Fica até difícil encontrar uma "cara metade" e até mesmo um emprego quando se tem um perfil que foge à regra. Quem quiser conversar comigo pode me escrever. Parabéns! Um abraço.

[Sobre "Geração abandonada"]

por Virgílio Lamaignere
20/11/2003 às
10h45

Você vai longe!
Carvalho, vc é demais! Parabéns pelo seu talento. Agora tenho várias outras colunas suas para ler... Depois quero saber como isso tudo começou. Um grande abraço

[Sobre "Geração abandonada"]

por Alexandre Cutait
19/11/2003 às
23h16

privilegiado X caga-regra
Edu, Muito interessante a sua abordagem. As tribos existem - é fato -, e os guetos estão aí, escancarados. Contudo, somente participa dessa geração salvadora quem possui no seu jeito de ser um quê de : vamos ser ecléticos pô ! Mas faço uma ressalva : tudo há que ser natural e espontâneo, pois corre-se o risco de colocar no mesmo bolo um "privilegiado" junto de um caga-regras de ocasião. Oportunista pentelho. A sensibilidade aponta quem é quem. Sou amigo de caga-regras e de pessoas antenadas e com visão crítica dos assuntos mais variados. Você, caro Edu, está inserido na segunda opção. Sabe conversar sobre pornografia barata e Machado de Assis sem ser pedante, ou metido a especialista - ou seja, um exemplar da hilariante e tradicional categoria dos caga-regras. Um grande abraço, Palha

[Sobre "Geração abandonada"]

por Palhinha
19/11/2003 às
16h42

rose is a rose
Rose, obrigado pela leitura e pelo comentário. aproveite sempre o Digestivo, pois tem textos excepcionais de outros colunistas. abraço, jardel

[Sobre "Maria Rita: música em estado febril"]

por jardel
18/11/2003 às
22h58

maria rita é sua vez
jardel, adorei seu comentário sobre o CD da Maria Rita. concordo com você em tudo o que disse. não aguentava mais estas cantoras fabricadas pelas sanduicheiras das gravadoras. é isso. bom ataque! parabéns. claudia

[Sobre "Maria Rita: música em estado febril"]

por claudia
18/11/2003 às
22h51

Maria Rita X O que sobrou????
É Jardel... você realmente se não tivesse nascido, deveria ter sido inventado!!! A paixão, o tesão, e a autoridade pelas coisas que você gosta e admira são excepcionais!!! Adorei a comparação ao vinho... demais!!! Você realmente tem um gosto apurado e sabe o que é bom!!! A Maria Rita veio para ficar, mas não desprezo as outras! Cada uma tem o seu valor, assim como você tem o seu!!!!!!! Adoro ler seus comentários e saber o que você pensa!!! Até mais.. abraço, Rose.

[Sobre "Maria Rita: música em estado febril"]

por Rose
18/11/2003 às
19h58

!!!
Muito bom Dudu!!!

[Sobre "Geração abandonada"]

por diogo
18/11/2003 às
19h12

Na alegria e na dor
A internet me escandaliza, me assusta, me diverte e me ajuda. É o lugar aonde consigo ser mais verdadeiro comigo mesmo. Sim, porque se quero mentir, tripudiar ou enganar alguém encontro ali um espaço sagrado aonde ninguém ousa pisar. A garantia? O anonimato [o doce e covarde]. [Mas aí eu não seria verdadeiro, dirão vocês.] Claro que serei verdadeiro, mas comigo mesmo. Meu "compromisso" é comigo somente. O outro, o do "lado de lá da linha", ele que se vire. Ah, que remorso me dá ... sinto que essa gaveta está mal fechada, atravessada. Mas daqui não saio. Quero ver a cor do bicho, olho no olho. Não vou correr, não [Como "ensinou" recentemente G. W. Bush]. Tenho esperança na internet. A lâmina que tira a vida não a pode salvar? A energia nuclear também não é dicotômica em suas finalidade? A internet vai ser sempre a internet. Aliás, ela só quer ser isso. Nós é que temos que ser maiores do que ela para vivermos sem medo da felicidade. Vindo para ficar, a internet é solução. Podemos aderir sem medo, ela só "mata" se puxarmos o gatilho [porque gatilho ela tem de sobra].

[Sobre "A internet e as comunidades virtuais"]

por Fernando Sorensen
18/11/2003 às
13h20

Julio Daio Borges
Editor

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