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Quarta-feira, 7/1/2004
Comentários
Leitores

emoção no mundo virtual
Achei a matéria super legal, pois acima de tudo o assunto me interessa. Evitei por muito tempo os chats, considerava coisa de pessoas mal resolvidas. Bem até que um dia (junho de 2003)... entrei. Me apaixonei por esse universo com pessoas tão ricas de imaginação e carência. Muito mais carência do que imaginação. Tenho que concordar com a autora Alice Sampaio, tem muitos principes e princesas encantadas neste mundo virtual, mas a maioria realmente vira sapo. ah... ia me esquecendo; internet não é só sexo. Tem muito mais emoção neste mundo virtual pode acreditar.

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por Mona d Paiva
7/1/2004 às
16h38

mistérios desvendados
Luis, Mandou bem, mais uma vez... muito interessante o resgate histórico dos precursores do gênero policial no Brasil e as dicas dos últimos lançamentos. O segredo é esse mesmo: ser original, e de preferência com elementos brasileiros. Quem sabe nos seus próximos romances, a gente não encontra mais Rio de Janeiro e menos Oriente Médio? Abração.

[Sobre "Crime e mistério nas letras nacionais"]

por Luis Arthur F. Pinto
7/1/2004 às
11h31

Boas letras, boa leitura
Gostei imenso do seu texto, Luis. Confesso minha quase ignorância no que tange a nossa literatura policial, mas poucas linhas de Garcia-Roza já bastam para ilustrar a qualidade do gênero. Concordo com vc. Parabéns. É um prazer enorme lê-lo.

[Sobre "Crime e mistério nas letras nacionais"]

por Tatiana Ribeiro
7/1/2004 à
00h19

No ponto
Luis você colocou o dedo na ferida: copiar, especialmente em literatura, não é preciso. Engraçado, sempre achei que o policial era um dos gêneros que seria mais facilmente adaptável a nossa realidade. No cinema isso é certamente verdade (vide a avalanche de policiais nos ultimos dois anos). PS: Otimo texto!

[Sobre "Crime e mistério nas letras nacionais"]

por Ram
6/1/2004 às
23h06

Violência Zero!
"Todo homem tem direito a defesa, seja rico ou pobre, branco ou negro. Era uma vez um rei que mandava bater nos seus súditos; era uma vez um povo que perdeu o medo da dor." Era uma vez um cara que morava na Bomba do Hemetério, tinha poucos amigos, mas, dentre os de sua estima, havia um que ocupava lugar de destaque no seu coração: Urariano Mota. É isso aí, amigo, até hoje, aqui no Riolência 10, lembro-me de você, com esse seu jeitão amigo. Enfim, reencontrei-o (graças à Internet). Lembra-se do vestibular de 88? Fui reprovado por um erro de perfuração do cartão. Estupidez! O juiz que julgou o recurso senteciou: "Improcedente" - a queixa. Não tentei outro. Mas estou aqui, inteiro, mesmo com as emendas na alma. Aguardo notícias suas. Abraços. Fernando Soares Campos (lembra-se?)

[Sobre "O rei nu do vestibular"]

por Fernando Soares
6/1/2004 às
20h51

papéis sexuais
Meu caro Héber, é de se estranhar que você, ao dissertar sobre a lenta modificação dos papéis sexuais no interior das famílias busque encontrar um paralelo entre a falta de defesa da ex-candidata a presidente e candidata ao presídio com uma pretensa discriminação sexista. Não houve defesa pública de Roseana pelos movimentos feministas ou movimentos democráticos por uma simples razão: ela não foi indiciada por ser mulher, por pretender disputar a presidência da República, mas por ter gerido e se locupletado por um enorme golpe no erário público. O simples fato de ser mulher não exime ninguém de suas responsabilidades. Quero lembrar que Celso Pitta foi o primeiro prefeito negro de São Paulo e foi escorraçado não por ser negro, mas por ser corrupto.

[Sobre "A crise do patriarcalismo e a ascensão da mulher"]

por lizardo paixão
6/1/2004 às
19h37

Meio termo
Gostei do comentário. Logicamente que retrata uma realidade. No entanto, há que se considerar certos fatores que desanimam os jovens da leitura de Literatura Brasileira tradicional: As modernidades eletrônicas e as publicações mais atraentes para a faixa etária. Tudo está perdido então? Não. Lógico que não. Depois que assisti ao filme Sociedade dos Poetas Mortos, percebi que queria ser professor de Literatura. Devido a nossa realidade brasileira, onde o professor não pode subir na mesa (por motivos disciplinares) e nem pode requerer ser chamado de 'Capitão' (para não ser processado por abuso de autoridade), resolvi usar a criatividade e despertar o interesse dos meus alunos através da curiosidade. Conto parte das histórias como se fossem reais e estivessem acontecendo nos dias de hoje. Quando a curiosidade deles está super aguçada, aponto de onde as tirei. 'Metade' desiste de ler os livros, mas os poucos que lêem são os que serão os condutores do nosso futuro de qualquer modo, pois não se consegue 'levar' todos mesmo. Essa é apenas uma das muitas técnicas que uso. Outra, consiste em comparar os poetas e escritores Românticos boêmios com os jovens drogados de hoje que bebem alucinadamente e seus medos, incertezas, preconceitos e projeções amorosas. Penso que tratar com os jovens a respeito de que poucos serão os escolhidos e que, para isso, eles precisam ser cultos e bem informados e, para serem bem informados e cultos precisam de muita leitura, também ajuda a despertar o gosto para esse importante ato. Obviamente que é um trabalho 'formiguinha', que deveria iniciar no 1º 'aninho' do Ensino Fundamental e seguir até a Universidade, pois é muito mais difícil despertar o interesse de um jovem para a leitura, de uma hora para a outra, sem que ele tenha criado o hábito. Por último, mas não menos importante, é preciso que o professor seja um empolgado com sua disciplina e busque técnicas para empolgar também seus alunos e, a melhor delas é deixar transparecer o quanto é importante a leitura na vida dele; o quanto ele precisa dela, para respirar, para amar, para se alimentar, enfim, para viver. É o melhor exemplo e os jovens os esperam de nós.

[Sobre "Formando Não-Leitores"]

por Daubi Piccoli
6/1/2004 às
17h43

Pra que lado ir?
Caracas... seu texto sobre desorientação vocacional parece que foi feito para mim. Sou uma pessoa que no momento está totalmente desorientado!! Sou advogado, tenho 29 anos, gosto do que faço (não sou apaixonado), mas não suporto a imagem de advogado. Existe um formalismo exacerbado, um falso moralismo, uma necessidade de manter uma imagem ilibada e careta (não sou nenhum louco varrido)que não combinam comigo, mas que infelizmente são necessários para o meu ofício. Já virou clichê, mas é a sociedade que impõe esse tipo de conduta. Quem vc contrataria para prestar serviços: um advogado que curte rock, surfa e gosta de baladas ou um advogado que nas horas de lazer só usa camisa polo, joga tênis e adora fazer networking!!??? Que sinuca de bico nos encontramos, hein?? E para completar, ainda somos massacrados pela doutrina do sucesso!!!

[Sobre "Desorientação vocacional"]

por Bruno
6/1/2004 às
11h39

um hábito a ser cultivado
Realmente Luis, você tem razão ao falar que nossa escola forma Não-leitores. Certa vez ouvi um pai dizer que qualquer coisa que seu filho lesse seria válido. O importante era que ele lesse pois, com o tempo, os gostos iriam mudar e o filho terminaria por se interessar por uma literatura mais elevada. Acontece que no Brasil as crianças aprendem a juntar as letras para ler as palavras mas o significado do que estão lendo perde-se, porque, realmente, NÃO SABEM LER. Há varias formas de se incentivar a leitura de bons livros. Faz alguns dias assisti a um programa de TV comandado pela Regina Casé - acho que o nome era Cena Aberta. Achei interessantíssimo porque ela abordava, nesse primeiro programa uma obra da Clarice Lispector - A Hora da Estrela. Abordava de forma lúdica, procurando ver que fazia melhor o papel de Macabéa assim como outros. Creio que depois do programa muita gente deve ter procurado o livro pra ler. Estudei por 2 anos e meio numa escola americana, o Bennett e lembro bem que tínhamos a hora da biblioteca, momento em que mergulhávamos nas prateleiras em busca de algo que nos chamasse a atenção. Nessa época, li As Mil e Uma Noites e era com ansiedade que esperava o dia da biblioteca quando poderia continuar a ler do ponto em que havia parado. Esta é uma forma inteligente de levar a criança à leitura - deixando-a livre para a escolher. Isso só ocoreu nesse colégio. O fato de contar histórias também pode ser um grande estímulo à leitura e, acredito que haverá mil formas de conduzir nossas crianças a esse mundo mágico do livro.

[Sobre "Formando Não-Leitores"]

por regina mas
6/1/2004 à
00h51

Parabéns
Somente hoje li esse texto que vc, Luis, enviou-me há dias. Como sempre seu texto é muito bom e seus argumentos, inteligentes e pertinentes. Antes de vc haver tocado nesse assunto sobre a escassez de histórias policias na nossa literatura, confesso que nunca havia reparado no fato. Mas é verdadeiro e concordo inteiramente em que não há impedimento algum para que se produzam livros policiais no Brasil. Parabéns por ter mencionado autores como Garcia Roza e Vera Carvalho que, afinal, são concorrentes seus.

[Sobre "Crime e mistério nas letras nacionais"]

por Regina Mas
6/1/2004 à
00h17

Julio Daio Borges
Editor

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