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Quinta-feira, 18/3/2004
Comentários
Leitores

Concordo
Belo texto, Eduardo. Mas não é só São Paulo, aqui no Rio tb é um inferno. Para coibir a violência urbana, o governo confisca armas e promete levar à cadeia quem as carregar. Mas com isso desarma só a população, criminoso não precisa se preocupar com a lei - afinal, ele não vive dentro da lei. O governo (e a grande mídia, que fez campanha contra as armas) parece querer que o cidadão esteja bem desamparado, resignado à violência. Que guarde o relógio de pulso no bolso quando entre num ônibus. Afinal, é apenas um pagador de impostos, não deve ter nenhuma ilusão de estar no controle.

[Sobre "O lugar certo"]

por Mauricio Dias
18/3/2004 às
15h00

Zeca Pagodinho nunca mais!!
Ótimo artigo e concordo em gênero, número e grau - não é possível que achemos normal a ética ser colocada de lado por um bom punhado de dinheiro. Zeca Pagodinho nunca mais!!

[Sobre "O pagode das cervejas"]

por Malu
18/3/2004 às
10h26

Certo ele!
Legal sua coluna, Adriana! Só acho que existe também um outro lado: no início achei absurdo ver o cantor "virando a casaca", mas depois me convenci de que certo estava ele. Enquanto as grandes marcas gastam milhões com suas campanhas, certo foi Zeca Pagodinho de sair ganhando. Se eu fosse ele, ligava pra Kaiser e me dispunha a mudar de novo.... Assim provava como o mundo publicitário sabe jogar fora dinheiro com idéias infelizes.

[Sobre "O pagode das cervejas"]

por Juliano Maesano
18/3/2004 às
10h23

ótima matéria
Parabéns, ótima matéria. Pela busca por market share o céu é o limite. No entanto, a Jovem Pan,principalmente na figura do Milton Neves fez a mesma coisa, só que de uma forma diferente, trocou a Schin do "Nersão" pela Brahma e o efeito foi outro.

[Sobre "O pagode das cervejas"]

por Edson Nascimento
18/3/2004 às
09h40

o lugar do CD
opinião: sim, concordo bla bla bla. contudo, acho que vão inventar alguma coisa que tome o lugar do CD ou do DVD, já que deixar de ganhar dinheiro eles não vão.

[Sobre "Para mim e para você, o CD teve vida curta"]

por nicole lima
17/3/2004 às
23h04

Muito bom!
Ótimo texto, Ana, escreves muito bem, adorei ler. Parabéns, abraços, Vinicius Brown

[Sobre "Ainda a insustentável leveza do cérebro feminino"]

por Vinicius Brown
17/3/2004 às
10h50

O Sionismo
Impressionou-me muito a maneira prática como o autor explicou a questão sionista. Tambem admiro Hussein Triki e tenho o livro citado.

[Sobre "Sionismo e resistência palestina"]

por Reinaldo J. Stávale
17/3/2004 às
10h18

O mal gosto é intencional?
Luis, sou estudante de história,seu artigo veio me ajudar a compreender melhor a falta de personalidade da literatura brasileira nos ultimos anos, seja nos romances policiais como em outras escritos.Gostaria de unir a literatura com as analises historicas, mostrando nossa personalidade mestiça e as vezes cautica mais que tem muito a colaborar para nos conhecermos melhor e assim influenciarmos. Muito obrigado.

[Sobre "Crime e mistério nas letras nacionais"]

por Rodney Moreira
16/3/2004 às
15h37

tão parecido
Julio, se fosse eu escrevendo este texto, não seria tão parecido com a minha opinião e experiência de vida com lps, cds e música online. Abraços.

[Sobre "Para mim e para você, o CD teve vida curta"]

por Rodrigo James
15/3/2004 às
22h25

Isso ai dá pano pra manga
É de lamentar, mas já faz tempo que tudo o que é feito no mundo da música tem de vir acompanhado de uma propaganda maciça. O público em geral só conhece aquilo que lhes empurram goela abaixo. O mundo é muito maior do que pensamos, algumas pessoas sabem disso, a grande maioria não. E para falar a verdade, não é todo mundo que realmente se interessa ou sabe identificar uma música de boa qualidade. No geral, o que todos querem é consumir a última "novidade" para "ficar por dentro", "ter atitude" e "se sentir alguém".

[Sobre "White Stripes: porque o rock não começa no punk"]

por Virgílio Lamaignere
13/3/2004 às
14h13

Julio Daio Borges
Editor

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