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Segunda-feira, 3/5/2004
Comentários
Leitores

Luis, gostei muito do texto!
As pessoas, para apreciar uma construção arquitetônica (ou qualquer outra arte) têm que ter sensibilidade e cultura. E infelizmente, esta ultima temos muito pouco por aqui. Com isso, não é dada nenhuma importância para as nossas belezas urbanas... são varias as áreas que estão abandonadas, ocupadas desordenadamente ou degradadas. Aliado ao habitual pouco caso do brasileiro, temos a proliferação de favelas, camelôs e sujeira no Rio de Janeiro. A favela é um caso emblemático: um emaranhado de barracos, na maioria de vezes em precárias condições. E quem vive lá parece não se importar muito com isso. Não é a pobreza, pois não pintam nem as paredes, mas todos têm antenas parabólicas. Oxalá, que os tempos estejam mudando e voltemos a ver um Rio de Janeiro que infelizmente eu nunca vi. Abraços, LA. PS: Está na hora de marcarmos uma outra caminhada pelas ruas do Rio !

[Sobre "Arquitetura carioca: um patrimônio menosprezado"]

por Luis Arthur
3/5/2004 às
10h29

vc voltou!
Dani, adorei descobrir que vc voltou para as colunas do Digestivo, vc escreve muito bem. Parabens! Beijos e Abracos, Ju

[Sobre "Olá, Lênin!"]

por Juliana Fiorini
2/5/2004 às
17h24

Fúria imobiliária
Seu artigo, Luís, me fez passear pelo Rio e voltar a alguns anos atrás lembrando de construções que lamentavelmente foram destruídas, demolidas, em nome não sei de quê ou sei sim, em nome de se construir no lugar algo mais rendoso, um prédio com 30 andares e milhões de salas ou apartamentos. Lembro-me de quando criança passear na rua Dona Mariana... que rua linda com mansões e jardins fantásticos que vcs, jovens, não tiveram oportunidade de conhecer. Nunca entendi a demolição da Embaixada da Argentina, na praia de Botafogo, uma das mais belas casas do Rio. Tudo foi indo abaixo como lixo sem o menor valor. Desfigurou-se a cidade sem dó ou piedade. Como vc bem disse, parece que de alguns anos para cá, felizmente, essa consciência de preservação está se despontando. Quando penso que na Europa, em cidades praticamente destruídas pelos bombardeios da segunda guerra mundial, houve a preocupação de se reconstruir tentando fazê-lo nos moldes do que era, fico impressionada como, no Brasil, não só não temos que reconstruir, como destruimos o que lá um dia esteve. Que jamais mexam em Parati, em Tiradentes e outras cidades históricas, felizmente, tombadas pelo patrimônio histórico.

[Sobre "Arquitetura carioca: um patrimônio menosprezado"]

por Regina Mas
2/5/2004 às
13h23

ditaduras disfarçadas
Parabéns pelo texto claro,conciso e verdadeiro. Evidentemente, o autoritarismo é uma sociopatia que persegue o Brasil. Findo os governos dos generais, continuamos com as manias do mandonismo. Hoje, foram institucionalizadas. Exemplo: as Medidas Provisórias e as insanas portarias e regulamentos da terrível derrama tributária que assola o País. A concentração da renda está nas mãos do Estado salvador. Quando nos livraremos das ditaduras (declaradas ou disfarçadas) em nosso Brasil?

[Sobre "Desfazendo alguns mitos sobre 64"]

por Jorge E. M. Geisel
2/5/2004 às
02h06

Será que entendi tudo errado?
Posso ter entendido tudo errado, mas de repente todas as letras do RC aqui apresentadas são uma declaração de amor à velha e boa democracia, uma espécie de namorada escondida.

[Sobre "O Rei Roberto Carlos e a Ditadura"]

por Eleutério Langowski
30/4/2004 às
21h51

Pega na mentira
Senhor Maciel, um aforismo é uma mentira bem dita, bendita mentira que se espraia no espírito na espécie de dinheiro valioso do espírito. Parabéns pelo seu texto.

[Sobre "A arte de citar"]

por Anamin Santiago
30/4/2004 às
19h59

Parabéns, Buda Caymmi
No aniversário de 90 anos de Dorival Caymmi, parabenizo o ensaísta por um estudo inteligente e profundo sobre a obra desse grande poeta da música popular. Os brasileiros são felizes porque Caymmi existe!

[Sobre "Um harmonizador por força da intuição"]

por Anamin Santiago
30/4/2004 às
19h48

Programa Cultura Zero
Apóio inteiramente o protesto de Giron. Como pesquisadora que muitas vezes precisa recorrer à Biblioteca Nacional, tenho sentido cada vez mais a "polícia" da direção da instituição. Parece que privatizaram a BN. Lamentável.

[Sobre "Cultura às moscas"]

por Maria Helena Carmo
30/4/2004 às
19h41

nova religião salvadora
Gostei bastante do seu texto. Achei mais sóbrio que os textos que encontramos por aí defendendo a internet como se fosse uma nova religião salvadora. Ela não revolucionou a comunicação (pelo menos ainda); talvez pudéssemos falar em modernização conservadora para a internet.

[Sobre "1964-2004: Da televisão à internet um balanço"]

por paulo
30/4/2004 às
13h24

Estou encantada
Estou encantada com tantos depoimentos a respeito do seriado. Pude constatar que não só eu, mais muitas pessoas se emocionaram com as histórias de Kevin. Parabéns, Juliano, pelo texto.

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Maria Bortolan
30/4/2004 às
09h21

Julio Daio Borges
Editor

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