busca | avançada
79822 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Sexta-feira, 4/1/2002
Comentários
Leitores

povo é povo
As pessoas confundem o povo americano com o governo americano... o povo americano é tão inocente e tão caipira (ou mais) quanto nós... o governo... idem ao nosso.

[Sobre "Para ler o Pato Donald"]

por celso pinheiro
4/1/2002 às
19h03

Dayaks de Bornéu do B
Sejam quem for os caçadores de papparazzi, Lima, existe uma tribo dissidente (dayaks de Bornéu do B?) que me impressiona mais ainda: aqueles sujeitos que, além do sorriso irônico, ainda posam fazendo chifrinho na pessoa que estiver do lado. Suspeito que são criaturas ainda mais primitivas, como os almas da Mongólia ou os nguoi rung do Vietnã, disfarçadas e infiltradas entre nós - sei lá para quê. Se você tiver alguma foto dessas pessoas, entre em contato imediatamente com um especialista: pode ser a chave para a descoberta do elo perdido. Do Chaka procurado há tantos anos.

[Sobre "Lanternas de papel"]

por Paulo Salles
4/1/2002 às
14h39

Eles estavam certos?
Solange, Obrigado pelo comentário. Como já disse para outras pessoas, eu não creio em imperialismo, mas que ele existe, existe. Acho que a escola latino-americana de comunicação subestimou a capacidade do receptor de discordar da mensagem. Não quis deixar tão claro o meu ponto de vista porque queria deixar para o leitor a decisão sobre quem está certo e quem está errado. O próprio fato do do Dorfman ter se exilado nos EUA, país que ele tanto criticava, já é um contra-senso. Mas as reflexões de Para Ler o Pato Donald são ainda hoje importantes para lembrar que toda comunicação é impregnada de ideologia, seja ela de imperalismo americano, ou marxista. Claro que eles não se tocaram para a propaganda de Moscou, mas devemos ter a percepção histórica do momento em que o livro foi escrito. Ah, Solange, pode ter certeza de que compartilho de algumas de suas críticas à esquerda festiva (e pode ter certeza de que não faço parte dela, até porque não compartilho das idéias de Marx, inimigo de Bakunin na Internacional Socialista). Um abraço.

[Sobre "Para ler o Pato Donald"]

por Gian Danton
4/1/2002 às
13h35

paranóia??????
Rafael: passarinho que come pedra é que sabe o cu que tem. Paranóia é exercício interpretativo e imaginativo. Assassinato em massa tipo emboscada, fora de contexto explícito de guerra é outra coisa.

[Sobre "Paranóias Persecutórias"]

por Lioran
4/1/2002 às
12h56

Retrô
É, no mínimo, bastante retrô - anos 60- insistir na velha tecla de imperialismo cultural americano.Aliás, o próprio tema em si- imperialismo- já se desgastou a tal ponto que evoca, inapelavelmente, o clima de D.A e o planfetarismo primário e barato da esquerda festiva brasileira- aquela, que em vez de trabalhar, produzir riquezas e emprego, se instalou nas tetas da nação e de alguns sindicatos, fazendo de conta que se interessa por alguma coisa , quando almeja apenas as mordomias do poder absoluto, instalada em comissões, ONGS, foruns e congeneres,financiados com o suor de quem levanta cedo e pega no batente. Esta mesma esquerda que passa as férias em mansões de Búzios- sempre na base da boca livre, é claro- enquanto se prepara para as viagens 5 estrelas no ano que começa.Trabalho é coisa de burgues.Este filme ninguém aguenta ver mais. A esquerdinha americana, super nutrida de proteinas, de liberdade de expressão e direitos civis, deveria, salvo engano: - ler atentamente Antonio Gramsci, para entender o atual imperialismo cultural marxista ( comunista) que está no controle de boa parte da mídia e das editoras no Brasil e lá na terra dêles; - debruçar-se, após esta leitura e a dos arquivos, finalmente abertos e disponíveis, do KGB, sobre a situação atual da américa latina para saber o que é, realmente, imperialismo cultural. Prestariam aos leitores das américas um grande serviço se denunciassem as manobras dos intelectuais daqui e lá do norte que, ao longo do século passado, recebiam dinheiro do KGB para produzir material favorável ao imperialismo soviético, territorial e cultural, inclusive contra os interesses de seu próprio país de origem. O "globalismo" marxista é crença que precede a tão propalada "globalização" e subjuga todos os demais valores de suas vítimas fanatizadas. É o ópio de alguns intelectuais.A ver.

[Sobre "Para ler o Pato Donald"]

por solange campos
4/1/2002 às
11h54

O estilo, Madame, o estilo...
Longe de mim querer fazer com que as pessoas pensem- e depois quem é que se livra daquela fumacinha toda? Mas existe uma outra atividade que me desaponta não ver aplicada na sua mensagem, Madame. Chama-se "pontuação".

[Sobre "Sinais de Vulgaridade"]

por Alexandre Soares
3/1/2002 às
19h43

Sapos caçadores de papparazzi
Ô Salles, que disciplina que nada! Os dayaks reagem instintivamente às câmeras com o sorriso "eu não estou aqui". Eles só ficam arredios quando são fotografados à revelia, porque convidados a posar, até se oferecem para a fila da frente. Ao invés de dayaks, talvez sejam algum tipo de caçadores de papparazzi, não sei. Recomendo que o teste dos sapos para ver o que dá.

[Sobre "Lanternas de papel"]

por Rafael Lima
3/1/2002 às
16h49

Sérgio Dourado
O Rio continua lindo como sempre foi? Com milhares de godzillas arquitetônicos, camelôs, favelas, sujeira, multidões de pessoas repulsivas destruindo Copacabana, prostitutas, travestis, pobres e a lagoa Rodrigo de Freitas reduzida a quase metade de seu tamanho?

[Sobre "Estação da Luz"]

por François Maltie
3/1/2002 às
14h50

Uniformidade & variabilidade
Nada contra sambistas paulistas ou paranaenses, Sonia, mas acho um erro não valorizar os talentos nativos, quando - pelo menos em tese - eles são os mais indicados para interpretar sua terra. E ao invés de ficar apontando o dedo para as mega-fusões, é bom lembrar que o 'aumento de exigência' do público consumidor quase sempre é vencido pela vontade de 'ninguém sair do programa'... Mas que o Rio continua lindo, continua...

[Sobre "Estação da Luz"]

por Rafael Lima
3/1/2002 às
13h34

belo texto
Belo texto. Um grande abraço do Marcos Tatame

[Sobre "A História das Notas de Rodapé"]

por Marcos Tatame
3/1/2002 às
11h17

Julio Daio Borges
Editor

busca | avançada
79822 visitas/dia
2,4 milhões/mês