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Segunda-feira, 29/11/2004
Comentários
Leitores

BH tem carro demais
Não sei de você, Adriana. Mas se eu não estiver numa situação bem específica (bêbado, por exemplo), não tem chance de ficar observando a paisagem urbana durante um engarrafamento. É mais fácil eu, que odeio matemática, gastar meu tempo calculando uma velocidade de atropelamento segura com a qual eu mataria o prefeito ou o governador, caso eles tivessem o azar de (tentar) atravessar a rua naquele justo momento. Se não for isso, estou xingando a turma que, por ser roda-dura, consegue priorar ainda mais a situação. Adoro a minha cidade, mas não dá pra negar que em Belo Horizonte tem carro demais. Simplesmente, tem carro demais.

[Sobre "Uma janela aberta para o belo"]

por Víktor Waewell
29/11/2004 às
18h02

meio melancólico, né?
Andréa. Muito legal. Confesso que comecei a ler esta coluna com o seguinte pensamento: "bom, vou ler mais uma pessoa careta falando de drogas, que m...". Mas ao longo do texto achei tudo tão perfeito, me identifiquei tanto, (também li durante no meu horário de serviço, e as pessoas também ficaram caladas durante o texto), só que me encontrei no meio do processo pelo qual você passou... meio melancólico, né?

[Sobre "A ponte para as formigas"]

por Víktor
29/11/2004 às
15h34

Informação
Olá Luis! Muito boa a matéria. Bem informativa e rica, curti! Vc fez um ótimo apanhado da situação, de ontem e de hoje. Meus parabéns! Georgia

[Sobre "Beirute: o renascimento da Paris do Oriente"]

por Georgia Fajuri
29/11/2004 às
15h23

Sandálias da humildade
Já notamos o que foi a volta do Jô Soares 'a Globo. Ele se perdeu totalmente. Eu tenho uma tese: se não domino algo, não fico dando opiniões sem qualquer base. Aliás, o Jô precisa calçar urgente as sandálias da humildade. O pessoal do Pânico na TV poderia esquecer um pouco o Clodovil Hernandez e partir em busca do gordo arrogante.

[Sobre "Anti-Jô Soares"]

por Elvis Lima C Mutti
29/11/2004 às
09h03

precisamos rever os conceitos
Nos pequenos atos é que percebemos que estamos integrados ou não 'a sociedade. Veja: jogar papel na rua é algo que não condiz com uma atitude cidadã. Acho que precisamos rever os nossos conceitos enquanto ainda é tempo.

[Sobre "A difícil arte de viver em sociedade"]

por Elvis Lima C Mutti
29/11/2004 às
08h42

Por que tem de ser prático?
"Não há nada de prático resultante da leitura de poesia..." E ainda bem que é assim! Por que tudo tem de ser prático? Por que temos de retirar alguma espécie de "lucro" com cada atividade que executamos? Ler poesia faz bem à alma (não duvido nem por um segundo que esta exista). Ler prosa de ficção, para meu gosto particular, mais ainda; mas Gregório de Matos bem merece estar entre os seletos (um dos raros casos em que a faculdade me fez descobrir um autor que se me tornou caro...). Quanto à música clássica, o que sabemos do homem comum que, nos séculos XVIII e XIX, cantava árias de óperas de Mozart e de Verdi pelas ruas (assim afirmam os historiadores) pode nos dar uma pista; podia ser que, sendo "comuns", essas peças musicais (no sentido de populares, conhecidas), como óperas, tendo letras a serem cantadas, a distância entre elas e a música "popular" não fosse grande como agora é. Creio que o costume faz boa diferença. E pessoas sem cultura formal ou instrução superior também gostam de ópera, e de música clássica hoje: conheço pelo menos um exemplo. Crianças carentes, quando "apresentadas "a Mozart e a Beethoven", apreciam-nos; há os que se entusiasmam (fiz a experiência quando trabalhei com oficinas de leitura). Enfim, é assunto vasto, cheios de caminhos e nesses caminhos bifurcações... excelente texto!

[Sobre "Por que se lê e por que se escreve?"]

por Carla
29/11/2004 às
04h39

Reflexão
Nunca tinha pensado no jornalismo sob esse ponto de vista...

[Sobre "Nós — os jornalistas de alma vendida"]

por Bion
28/11/2004 às
22h29

Parabéns!!!
Parabéns, Julio! Obrigado pelos seus textos. Continue com seus ideais, pois isso é essencial para pessoas como eu, que buscam algo mais em um texto do que só informação: é preciso alma, densidade, sensibilidade, personalidade em uma matéria. E isso não se aprende da noite para o dia e, quando se aprende, é preciso coragem, criatividade e determinação para não ser engolido pela "grande máquina". Mais uma vez, obrigado.

[Sobre "Nós — os jornalistas de alma vendida"]

por Roberto Bezerra
27/11/2004 às
21h56

Curitiba é de fato diferente
Cara Adriana, Sou um carioca que mora em São Paulo, mas que costuma ir com frequência a Curitiba. Sua cidade é de fato diferente e ainda permite que as pessoas possam observar os detalhes que a diferenciam de outras grandes cidades, já descaracterizadas pelo crescimento desordenado. Curitiba ainda mantém aquele jeitão meio provinciano que faz com que seja possível despertar nossa atenção para verdadeiros "lapsos de poesia", que vem a ser aquelas cenas da paisagem urbana que despertam o poeta que cada um de nós carrega dentro de si. Curitiba é humana e bonita. Uma quase mulher que ainda guarda a marca indefectível da donzela, bela e desafiadora. Grande abraço deste carioca-paulistano amante dessa quase mulher chamada Curitiba. José Diney Matos.

[Sobre "Uma janela aberta para o belo"]

por José Diney Matos
27/11/2004 às
20h10

Off mídia avante
Julio. Texto maravilhoso, meu caro. Uma das melhores coisas da Internet é estar offmídia, assim como off-mercadão, e poder ter estilo, se for o caso. Outro dia ouvi um depoimento desanimador sobre a forma como... ah, isso será meu próximo texto. Com você! Sempre.

[Sobre "Nós — os jornalistas de alma vendida"]

por Ana Elisa Ribeiro
26/11/2004 às
16h47

Julio Daio Borges
Editor

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