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Sexta-feira, 7/1/2005
Comentários
Leitores

metáforas de Matrix
Eu também adoro usar as metáforas de Matrix e não estou nem aí se agrega status ou queima o filme. Na realiadade, acredito que elas são ótimas e são perfeitamente aplicáveis à contemporaneidade. Sobre escrever, sim, peguei esse vírus, te entendo perfeitamente! Um abraço!

[Sobre "Escrever para não morrer"]

por Patricia Rocha
7/1/2005 às
11h35

Antimarketing?
Gosto deles, me influenciaram de certa forma na maneira em que lidam com as próprias influências musicais. Mas não gosto da idéia de "contracultura" que alguns fãs adoram idolatrar. Na realidade, a postura "antimarketing" é também uma forma de fazer marketing, como relatado acima, faz sucesso, tem seus adeptos e da mesma forma é um segmento poderoso de mercado. Se fosse a banda tomava cuidado com rótulos, pois ser anti- também se encaixa no sistema. A melhor coisa é ficar de boa e saber dosar com a imagem.

[Sobre "Los Hermanos"]

por Patricia Rocha
7/1/2005 às
11h27

Saber usar o que lemos
O autor do texto, como bom conhecedor do mundo da escrita e da leitura, talvez tenha se esquecido de um pequeno detalhe quando disse que a produção textual serve para dar prazer às pessoas. Certamente não é só isso. Não é so para distrair ou revelar conhecimento apenas por revelar. Amigos, a leitura é intelectual e o aprendizado através da leitura é a evolução humana. Se aprende muito através de leituras, mas isso não é o bastante para a vida. No dia a dia, quando se põe em prática o que se aprendeu na leitura, é que se percebe o quanto evoluímos. Se dá prazer, ótimo! É muito bom quando se une o útil ao agradável. Sabemos que a leitura e a produção textual existem em váriios níveis. Daí modernamente estar em voga o termo letramento. Mesmo quem se denomina analfabeto tem algum tipo de leitura e produção de texto, é preciso, pois, que se incentive essas pessoas não só a produzir diversos textos, como a lê-los também. Definir a leitura como sendo apenas uma coisa não é aconselhável. Mas o importante não é definir, mas sentir, ter, usufruir. Ler o mundo é aprender um pouco com ele a cada dia. Saber usar o que lemos é que faz a diferença.

[Sobre "Por que se lê e por que se escreve?"]

por Marcelo Pedroso
7/1/2005 às
02h50

difícil ser escritora aqui
Tenho quatorze anos, mas amo muito escrever, com 11 anos fiz um livro, com 13 fiz outro, entretanto perdi os dois, pois meu computador deu problema. Mas estou fazendo outro. Não vou desistir por pouca coisa. Sei que é muito difícil ser escritora brasileira, por isso vou me esforçar o mais que puder. Vou fazer o possível, se for tudo bem, se não for o que é que tem? Não vai haver aquela história de meus olhos teimarem para ficar molhados, pois sou brasileira e não desisto nunca. J. K. Roling. (acho que é assim o nome dela), que escreveu o livro do Harry Potter, se não me engano, ela passou mais de dois anos para publicar seu livro e conseguiu, ela é estrangeira e não desistiu, por que nós que somos brasileiros vamos desistir? Assim tão fácil? Nós só vivemos com um objetivo: vencer. Se não der certo, tudo bem, tenta outra vez ou outra coisa, mas não desistir.

[Sobre "Os desafios de publicar o primeiro livro"]

por Débora
7/1/2005 às
02h40

Quem Tem medo da Televisão?
Após ler seu interessante e pormenorizado artigo sobre televisão, senti o impulso de convidá-la a ver o programa que produzo e apresento na TV Senado. Chama-se Quem Tem medo da Musica Clássica? Seus horários oficiais são sábados às dez da manhã e seis da tarde. Domingos, também às dez da manhã e seis da tarde e ainda à meia noite. No próximo fim de semana, dias 8 e 9 de janeiro de 2005 você poderá ouvir bela versão do conhecido Concerto Para Piano e Orquestra de Tchaikovsky. E nesta fase de recesso parlamentar ele vai ao ar todas às noites às 23 horas. Mas o programa do fim de semana é inédito. Creio que algumas de suas justas inquietações, ali procuro atendê-las. Mais uma vez parabéns pela orientação de seu texto. Fraternalmente, Artur da Távola

[Sobre "TV aberta em 2004: o ano do Orgulho Nacional"]

por Artur da Távola
7/1/2005 à
00h49

Nelson Freire, o filme!
A sensibilidade de Rodolfo Neder captou a sensibilidade de Nelson Freire, o filme! Parabéns.

[Sobre "Nelson Freire em DVD e Celso Furtado na Amazônia"]

por Neli A.de Faria
6/1/2005 às
22h06

Mil perdões a Edith Piaf
Uma pausa para o(s) frances(es), lingua sem-par, escolas de valor maior, mas, musicalmente, uma negação... Los Hermanos com "Cher Antoine" conseguiram exprimir o melhor da lingua em seu sentimento. Mil perdões a Edith Piaf, mas o Los Hermanos mandou mnuito nessa musica: "tem no mercado é só pedir, me faz chorar e é feito para rir"...

[Sobre "Los Hermanos"]

por Glauber
6/1/2005 às
19h50

Para coroar nossa má educação
Confesso que não passo mais que 2 ou 3 horas em frente à televisão e isso não me preocupa. Pelo contrário... Sinto-me revigorado depois de longos anos de infância em que o "Topa tudo por dinheiro" de Silvio Santos invadia minha casa aos domingos. E de lá pra cá, nada mudou, ou melhor, se mudou foi para pior. Até a troca do Jabor pelo Mainardi na GNT contribuiu para isso.

[Sobre "TV aberta em 2004: o ano do Orgulho Nacional"]

por Sergio Capozzielli
6/1/2005 às
12h31

vivo também um amor virtual
Gostei muito dessa materia, atualmente vivo um amor virtual, tem uns 3 meses... estamos no começo e tenho muito medo do que pode acontecer daqui pra frente, pois sou casada e ele, divorciado. Estamos realmente apaixonados, mas sei que será quase impossivel transformar o virtual em real, só o tempo podera dizer.

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por Elisa
5/1/2005 às
09h52

Ah, eu gosto...
Marcelo, seu amigo pianista só poderia mesmo reconhecer o valor dos Hermanos. Que dizer da única banda que diz alguma coisa de verdade aos nossos ouvidos e corações (não quero soar piegas, mas... vergonha de ser verdadeiro)? Estamos cheios de hardcore fácil para menininhas e menininhos (alguns que até escutam Los Hermanos). É preciso gente de verdade. Os barbudos em questão o são. Eu nem estou muito inspirado a continuar digitando, porque hoje me esgotei na composição de um conto, mas eu quero dizer que sinto certa pena daqueles que não gostam ou não querem prestar atenção nesta banda. Quem não admite o vazio de si mesmo, não poderá ser uma pessoa melhor... nem sei se é o caso, também. Abraço!

[Sobre "Los Hermanos"]

por Alessandro de Paula
5/1/2005 à
01h01

Julio Daio Borges
Editor

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