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Segunda-feira, 30/5/2005
Comentários
Leitores

apenas pétalas...
Caro Dário, adorei seu texto e me senti mais feliz ainda, como poeta, de nos anos 90, ao invés de estar vendo TV a cabo e "brincando" na internet, rasgar as ruas do suburbio carioca acompanhado de jovens marginais e pequenos traficantes. Claro, com o "ecce homo" no bolso da calça. Talvez, por isso, fosse tão insosso para mim ler Rubem Fonseca (um ex-cana). Sem preconceito, claro. Ou devemos ter todo o preconceito do mundo por isso? Mas deixemos para outra hora todas as histórias tristes que já houvi da boca de desde jabutináveis até jovens estudantes sobre a passagem do nosso romancista-mor pela policia no final dos anos sessenta. Estou sendo político, caro Dário? Acho que não. Apenas higiênico... Fiquei quatro meses sem computador. Ah, que delícia! E hoje, ao reencontrá-lo, ví as mesmas coisas de sempre: O Marcelino e suas fofocas do mercado, O Terron e sua pseudo-genialidade blasé e essa grande construção que é Fabrício Carpinejar. Um dia desses eu ouvi uma brincadeira de um editor que ele era pior que o pai e melhor que a mãe, como poeta. Acho que a brincadeira é bem mais séria. Depois de ler algumas traduções de Trakl feitas por um amigo, fico embasbacado ao ouvir que o jovem edipiano gaúcho é um grande poeta. Jurei que nunca mais o atacaria. Talvez por um fundo de piedade cristã mal resolvida em mim... Mas não consigo. Acho-o completamente fraco e não sei se, ao invés de ser filho do Nejar fosse o rebento de um taxista da periferia de Porto Alegre, conseguiria algum espaço em uma grande editora. Mais que Marcelino Freire, Nelson de Oliveira, ou a triste Clarah, Fabro é, para mim, a grande farsa da literatura brasileira atual. Seu problema familiar, ao invés de ter um peso trágico, soa como um lamento juvenil. Apenas isso. Porém, se Fabro for realmente um grande poeta (e não apenas uma construção dos Josés Castellos da vida), estamos realmente derrotados como geração, e o Dr. Marinho nos enterrou vivos com louvor. "... de tudo aquilo que se escreve, só me interesso por aquilo que é escrito pelo próprio sangue..." É isso aí, o velho viandante, sempre.

[Sobre "Autores novos"]

por silvio barros
30/5/2005 às
16h54

E pensar que tempos atrás...
E pensar que, tempos atrás, li uma coluna sua falando do qto detestava esse fenômeno blog. Acho que por causa daquele texto coloquei aqui a minha opinião e hoje vejo que vc se rendeu, o que me deixa muito feliz, sabia? Alias, a Dani foi uma ótima "aquisição" para o Digestivo, Julio. Ela é ótima e o blog dela, tb. abrs, andrea augusto

[Sobre "Melhores Blogs"]

por Angel
30/5/2005 às
11h54

É arte
Caro Sérgio, sou leitor assiduo dos seus artigos e quero dar-lhe os parabéns pela sua excelente visão do mundo. De Cabo Verde, saudações fraternais.

[Sobre "Achtung! A luta continua"]

por Gilson Morais
30/5/2005 às
09h28

O Torquato, também
Fabio, sou uma apaixonada pela tropicália desde os 5 anos de idade! Agora já nao mais tanto quanto antes, até por algumas decepçoes que tive com alguns membros do tropicalismo, mas isto é um capítulo à parte... Olha, do que voce escreveu, só gostaria de acrescentar uma coisa. Na música "A Rua", as referencias se fazem muito mais à Teresina, no Piauí, do que propriamente ao Maranhao.... A rua, tal como o rio Parnaíba, separa o estado do Piauí do estado do Maranhao... Pacatuba, rua do Barrocao, etc., sao típicas ruas teresinenses, onde viveu Torquato Neto sua infância (para mim, injustiçado quando o tema é tropicalismo; muito pouco lembrado)...

[Sobre "Gilberto Gil, revisitado"]

por Elaine Carvalho
30/5/2005 às
05h15

Star Wars
Sou um leitor jovem e não tenho medo de demonstrar que gosto de besteirol...parece que você fala apenas em humor besteirol, mas pra mim o besteirol é simplesmente qualquer espécie de arte que, apesar de não ter valor, entretém...e aí incluiria muitos filmes do Spielberg, e a série Guerra nas Estrelas...talvez quem sabe, até o tarantino não passa de um besteirol...mas me divirto muito com esses filmes. O que discordo é que se atribua qualquer valor à essa arte...ela pode chegar a ter importãncia histórica como Star Wars, mas valor artístico não (nem falo isso porque ache que você atribua algum valor à ela, não, apenas cito)

[Sobre "Quem tem medo do Besteirol?"]

por rafael
30/5/2005 às
02h19

Mundando o mundo? Não sei...
Mas estão mudando a web. Penso que os blogs são muito diferentes das antigas páginas pessoais. Dois motivos já demonstram isso: arquivos (historicidade) e comentários (diálogo/interação). Nos arquivos não só a memória do texto como, também, a memória da imagem, das metamorfoses do espaço. O formato blog permite ao blogueiro voltar o olhar sobre seus textos. Exotopia, aquilo que permite ao autor ver o todo de sua obra. O formato blog não só permite, mas provoca o diálogo, trazendo para dentro do texto a voz do outro. No meu entender, dizer que os blogs não são um fenômeno específico e diferenciado é o mesmo que dizer que a midia não evoluiu e que o Rádio e a TV não diferem muito. O blog não é somente uma ferramenta, assim como a web/internet não é apenas uma extensão de nossas faculdades (ou, tb, uma ferramenta). Blog (o aplicativo e a atividade) é um fenômeno cultural e, juntamente com outras tecnologias (rss, trackbacks, bookmarks colaborativos, ...), vai ser um ponto significativo de mudança na web. Abraço, Su

[Sobre "Sobre blogs e blogueiros"]

por Suzana
29/5/2005 às
22h19

Deluxe!
Quase um “quero-ser-Dudi-Maia-Rosa”... Deluxe! Obrigado pela atenção, Daniela!

[Sobre "Sobre blogs e blogueiros"]

por Dudi
29/5/2005 às
19h51

Os Agostinhos
Andrea, Certos temas estão sempre atuais desde que sejam abordados com competência. É o caso do polêmico SANTO AGOSTINHO. A Veja de hoje publica uma matéria com o escritor irlandes Peter Brown sobre ELE. Mais uma vez meus cumprimentos pela sensibilidade do seu artigo no Digestivo.

[Sobre "Para amar Agostinho"]

por Fernando Lyra
29/5/2005 às
10h55

Serão os santos de barro?
Será que faz diferença para eles serem de barro ou não? Acho que não. É como pensar que faz diferença para um Gauss se ele é considerado um gênio ou não... Mas para os alunos da universidade faz muita diferença conhecer um Gauss, do que conhecer as idéias da minha tese de mestrado... Por isso ele é um santo :).

[Sobre "Para amar Agostinho"]

por Ram
28/5/2005 às
13h05

vão mudar o mundo sim
Oi Dani! Gostei muito do texto. Também me incomoda toda tentativa de classificação de blog como uma coisa em si mesmo. Mas é incrível como esse vício, de rotular, parece ainda longe de desaparecer, especialmente vindo da grande imprensa. E é isso mesmo: blog é um suporte, um meio, uma forma de publicação e isso tem propriedades importantes, como as que citaste - liberdade de expressão, facilidade. De resto o que importa, sempre, são as pessoas. Também concordo sobre a volatilidade, mas chamo atenção para uma leitura das tecnologias do ponto-de-vista da evolução. E, assim, talvez o formato blogs não venha a desaparecer ou ser substituído na mesma velocidade das páginas pessoais do Geocities, por exemplo, porque é uma evolução deste e, por que não?, de certa forma uma evolução dos grupos de discussão e fóruns, se pensarmos na convergência de várias características de cada um destes que estão hoje nos blogs. Acho que blogs, ou a evolução deles, vão mudar o mundo sim. hehe... Não porque são poderosos, mas porque até hoje nunca tivemos uma ferramenta que tornasse tão fácil a comunicação. E a comunicação muda o mundo. Ueba! Fico feliz com a citação e elogios à Verbeat, e nossa Ministra Olivia (sem acento) é mesmo o máximo! Aliás, ela VAI dominar o mundo! E vai mudar tudo, para bem melhor. ;) Grande beijo!

[Sobre "Sobre blogs e blogueiros"]

por Gejfin
28/5/2005 às
11h43

Julio Daio Borges
Editor

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