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Segunda-feira, 4/7/2005
Comentários
Leitores

Escrever até ficar bem...
Quase sempre considero que escrevo mal. Seu texto, delicioso, reforçou minha auto-avaliação. Benevolente, penso que hoje escrevo menos mal que ontem. Resta então resistir ao prazer da leitura como forma de lazer, e passar à rigidez do estudo, da análise, da desconstrução dos textos. Que alento. Trabalho, sem dúvida, mas recompensas futuras acenam. Obrigada. Vou agora ler (meticulosamente) a segunda parte de seu texto...

[Sobre "Como escrever bem — parte 1"]

por Cozete Gelli
4/7/2005 às
02h05

Ghost-writers
Sempre procuro ler textos que ensinam a escrever melhor. Não tanto para mim, pois os textos que perpetro por aí não merecem muito aperfeiçoamento. Mas para ver como posso estimular meus alunos, mormente os do Ensino Médio, a escrever melhor. E a dificuldade é enorme. Agora, para ficar mais irônico, o nobre autor poderia terminar ensinando como se tornar um ghost-writer de textos acadêmicos, para podermos ganhar um trocado com esse pessoal que estuda em faculdades particulares... Benza Deus!

[Sobre "Como escrever bem — parte 2"]

por Marcos Rangel
2/7/2005 às
16h40

Adorei suas dicas
Muito legal esta postagem, Andréa! Principalmente em momentos em que os blogs já não andam tão mais em alta como antes. Gosto de usar fotos no meu blog. Mas ainda não consigo me identificar com fotolog e essas coisas mais visuais e sem espaço para troca de idéias. A diversidade de assuntos que encontramos na esfera blogueira nos abre a diversas reflexões e isso é muito bom! Adorei suas dicas. Abraço.

[Sobre "Há vida inteligente fora da internet?"]

por Aninha Brasil
2/7/2005 às
10h55

Pergunta melhor que resposta
Não entendo nada, continuo sem entender. Porém, sempre há um porém, felizmente; naveguei, naveguei, naveguei por duas horas e consegui saber do que se está falando. Abriu-se a porta de outro mundo, de outro modo, de outra língua e a visão se expande. Passamos a ver as coisas com trezentos e cinquenta e nove graus de ângulo. Falta um só, que suponho sermos nós mesmos. Será?

[Sobre "Itinerário de leituras on-line"]

por Erwin Maack
2/7/2005 às
10h32

Alegria de Navegantes Errantes
Julio, é a primeira vez que te leio. Teus textos são redondos, claríssimos, e nossa língua não tropeça quando os lemos em voz alta. Venho do tempo das diligências, do cartão perfurado, já escrevi em Assembler, conheço Fortran, etc. Jurássico... Mas concordo plenamente com você: Bloglines é, hoje, a maior revolução da Net. Só a ousadia dos navegantes errantes é que descobre mundos novos. E os encanta. Abraços, flores, estrelas... Edson Marques.

[Sobre "Itinerário de leituras on-line"]

por Edson Marques
2/7/2005 às
04h35

rss, a nova cara da internet
Há mais de um ano atrás eu colaborei com uma matéria da Katia Arima sobre rss para o Estadão. Naquela época o feeds eram coisa de alguém <> :) Mais de um ano depois, dando aquela olhada para trás, vejo que os feeds foram o caminho da maior parte da minha pesquisa no mestrado (sobre blogs e tecnologias na educação) e, hoje, possibilitam realmente uma revolução em termos de distribuição da informação. Com xml podemos passar do dado ao metadado, a informação sobre a informação, inclusive carregando esta informação para dentro de ambientes criados em diversos suportes. Um exemplo são os ambientes de aprendizagem que usam metadados para "puxar" conteúdo e distribuir nos seus vários espaços. Eu penso que este assunto, entre outras coisas, vai modificar o formato de distribuição de conteúdo das páginas tradicionais. E é por estas que o formato blog está aparecendo na mídia diariamente... Alguém vai chegar aqui e vai criticar a sua matéria dizendo que está tarde para descobrir a América, porém o teu texto está ótimo, retratando bastante bem a experiência que temos quando nos encontramos com os "feeds". abraço, Suzana (Leia aqui sobre a entrevista citada...)

[Sobre "Itinerário de leituras on-line"]

por Suzana Gutierrez
1/7/2005 às
23h06

propaganda & marketing
Viu? Não falei? E você querendo fazer propaganda e marketing...

[Sobre "Crônicas de solidão urbana"]

por Ciça
1/7/2005 às
08h36

Das margens...
Talvez os sons se encaixem melhor com cada pessoa, sejam adaptáveis ao sentimento de cada um, do que somente palavras... Tem uma energia diferente. Na Índia, onde a tradição oral de ensinar continua até hoje, muitas poesias são lembradas de três ou quatro maneiras diferentes no mínimo. Com sílabas trocadas, lidas de trás para frente (as palavras), e quebrando a metrica em lugares diferentes... Tudo feito para preservar os sons, e as palavras. Imagine só que a declamação do maior poema épico indiano dura um ano inteirinho, e todos nas vilas e cidades se dirigem religiosamente a tardinha para ouvir o poema.

[Sobre "Quando a poesia me surpreende com seus chás"]

por Ram
30/6/2005 às
12h36

Fantástico!
Ana, através de seu texto, tendo por instrumentos o "cume calmo de meus olhos que vêem" e um coração mais que etéreo encontrei uma nostalgia diferente. Você pedia para aprender e conseguia responder às cartas dos leitores. Fantástico! Do final, gostei mais ainda, por saber que foi o "primeiro ano completamente feliz". Espero que muitos outros tenham lhe dado inspiração suficiente para escrever laudas! Um abraço do Samir

[Sobre "A Rolling Stone brasileira"]

por Samir Bayoud Jr
29/6/2005 às
13h23

Parabéns!
Caro Julio, poucos textos despertaram-me a genuína vontade de ler, identificando-me com suas idéias e, paralelamente, esbaldando-me em sensações diversas de humor e tristeza causadas pelo estereótipo da realidade em que vivemos (mas, por vezes, esquecemos de fazer viver). Só não sei se os nomes inexistem ou se o marketing social diminuiu-lhes significativamente as chances de evolver, mesmo que de forma anestésica e não percebida. Parabéns! Um abraço do Samir

[Sobre "Autores novos"]

por Samir Bayoud Jr
29/6/2005 às
12h44

Julio Daio Borges
Editor

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