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Sábado, 17/9/2005
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Leitores

Sutilezas
Eduardo, meu colega, a diferença dos escritores (quando o são) e dos cronistas de jornal é mais sutil do que isso. É a liberdade, talvez, de escrever só sobre o que se está a fim. Somente se algo o move. Escritores não têm pautas, graças a Deus. E também não precisam fazer trabalho de campo como o que você considera aí. Trabalho de campo de escritor é na linguagem.

[Sobre "Outro mundo"]

por Ana Elisa Ribeiro
17/9/2005 às
19h02

Sobre Hilda Hilst
Quando soube da morte de Hilda, reli algum conto de Caio Fernando -sendo que já que ele era amigo da escritora e eu não possuía nenhum volume dela- em Morangos Mofados, como forma de resgatá-la. Enquanto isso, alguém que eu conheci na época a homenageou de modo diferente: roubou um volume de Hilda da biblioteca da cidade. De qualquer forma, ninguém pode acusá-lo de não ser original. Sinceramente, Ayron de Melo.

[Sobre "Sexo, álcool e desilusão"]

por ayron de melo
17/9/2005 às
15h18

Excelente
adorei o texto sobre computador. flavia

[Sobre "O computador de antigamente"]

por flavia
16/9/2005 às
11h49

Hilda & Gabriel
Curioso notar a mesma preocupação do Gabriel Garcia Marquez em "Memórias de Minhas Putas Tristes". Temas semelhantes, com visões diversas.

[Sobre "Sexo, álcool e desilusão"]

por DaniCast
16/9/2005 às
09h39

oh please! save your life...
Querido Julio, acabo de adquirir uma cópia pirata de "Who´s put M in Manchester" na loja Música Urbana aqui em João Pessoa. Ele ainda consegue me emocionar até as lágrimas. Amei o seu texto restrospectivo sobre a sua relação com o bardo e a sua antiga banda, o The Smiths. O Morrissey salvou a minha vida do ostracismo naqueles difíceis anos 80, quando eu estudava em um colégio militar onde todos os garotos preferiam bandas mais barulhentas e agressivas. O Smiths foi a trilha sonora da minha adolescência. "Hand in glove" me encorajou a dar o meu primeiro beijo em um garoto no vestiário do colégio. Hoje, eu fico pensando o que seria dos garotos gays da minha época sem Morrissey e os seus Smiths. Para finalizar, quero dizer que Moz está na minha seleta lista de pessoas indispensáveis para o século XX junto com Marcel Duchamp, Andy Wharhol, Pasolini, River Phoenix, entre outros.

[Sobre "Lembranças do Morrissey"]

por retroboy
15/9/2005 às
22h03

duas maneiras de ver
É óbvio que o autor do comentário é um otimista que acredita nas pessoas, mas nem todas são assim, daí o estranhamento com a obra de Machado. Não fossem estas duas visoes o mundo estaria perdido. Literatura é isso, gostar e não gostar, amar um personagem e odiá-lo por isso, ler a crítica do Domingos Pellegrini e achar uma merda ou discordar.

[Sobre "Machado e Érico: um chato e um amigo"]

por jd lucas
15/9/2005 às
16h23

gostei de ler
gostei de ler ser texto, vou tentar por em pratica, pois quero aprender a gostar de ler...

[Sobre "Para gostar de ler?"]

por almira ferreira
15/9/2005 às
14h38

pseudoliberdade
Caro Carlos, concordo com o seu texto e penso ter compreendido alguns dos seus apontamentos, o sujeito que está sendo produzido por essa sociedade de controle na qual vivemos, está a tal ponto enfeitiçado com essa pseudo liberdade oferecida pelas pseudo oportunidades que esqueceu que não é mais uma individualidade em vias de se constituir plenamente. Realmente essa postura de competição permanente só leva a um caminho do esquecimento de si, o homem é uma máquina, com certeza, porém é uma máquina dotada de potencialidades outras que não a de meramente produzir capital para outro e se produzir como capital de investimento. Será que esse executivo que visita o deserto de Atacama o faz por um caminho de investigação ou para constar no seu corpo(curriculum vitae) esses homens como você bem disse que estão preocupados em adquirir informações e não "Cultura", fazer um curso sobre Platão para conversar no Happy Hour sobre o mito da caverna... São os filisteus da cultura, mas nunca homens que pensam em cuidam de si, a estética que nossos contemporâneos conhecem são as do centro de estetica... Perfeito seu artigo, vou realmente rele-lo com atenção e buscar essas fontes, afinal preciso rumina-lo, lenta, lentamente. Um abraço, até mais... Danilo

[Sobre "Todos viraremos suco"]

por Danilo S. Cruz
14/9/2005 à
00h15

vontade que venceu o desespero
Assisti ao filme, retrata muito bem a realidade brasileira. O sofrimento daquela família sem dúvida foi maior do que o mostrado. A força de vontade que venceu o desespero, adorei.

[Sobre "Um rancho e um violão"]

por Vera Lúcia Alves
13/9/2005 às
08h45

E os outros filhos?
Admiro muito quem goste dessa trama sertaneja desenvolvida no filme "2 filhos de Francisco", mas não vejo como o melhor filme basileiro do momento. É claro que com a importância da música sertaneja para nossa cultura não pode ser negada, entretanto, vale a pena refletir se toda essa história não foi adaptada para uma realidade lúdica, onde as estrelas da música sertaneja possam posar de biográficos heróis do regionalismo popular.

[Sobre "Um rancho e um violão"]

por Clovis Ribeiro
12/9/2005 às
12h19

Julio Daio Borges
Editor

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