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Sábado, 31/12/2005
Comentários
Leitores

escrever
Ana Elisa; escrever antes de tudo é se livrar de tudo aquilo que nos "incomoda" e nos "aflige", é algo que necessita ser colocado para o exterior e quando isso ocorre, é com a intensidade de um gozo, não um gozo obtido através de um acontecimento rápido e sem importância na esquina no meio da madrugada, mas sim de algo planejado, almejado e que por fim está lá em suas mãos: disponível, entregue, com a boca escancarada, nua. Compartilhar isso com outros, é uma sensação igualmente esmagadora e bela. Abraços. Sinceramente; Ayron de Melo

[Sobre "Publicar um livro pode ser uma encrenca"]

por ayron de melo
31/12/2005 às
15h51

mais uma vez, parabens
gostei muito do texto que voce escreveu, parabens. com muita clareza, argumentaçao e, pricipalmente, coragem, voce colocou, a meu ver, o "dedo na ferida". escrever no brasil nao é facil. mais dificil ainda é conquistar a tao sonhada formaçao a que voce se refere, pois num pais que privilegia as novelas, como faze-lo?? dificil!! mais uma vez, parabens

[Sobre "Autores novos"]

por rita
31/12/2005 à
00h15

Poliedro de espectativas
fico comovido quando vejo murilo em outras paragens. sou minerinho de juiz de fora e por incrível que pareça, nosso poeta-mor do modernismo brasileiro é um cidadão ilustre mas desconhecido. as salas de aula fazem vistas aos seus versos e os mestres nunca foram ensidos a ler murilo aos discípulos. é triste e comovente. bom, temos memórias infindáveis sobre a capacidade fantástica desse poeta. para mim, o que mais me apaixona foi sua conversão ocorrida pela morte súbita de um amigo em 33. foi deveras bonito murilo com a morte crer na vida... de um errante, virou um cristão. aliás, esta é a grande história da cristandade... quem sabe alguém não gosta disso e faz disso uma obra de arte... sem mais delongas, parabéns. aproveitem e visitem o museu de arte moderna de juiz de fora com o acervo de murilo, o maior de minas e o segundo do país em obras modernistas... vale a pena.

[Sobre "A dança das imagens de Murilo"]

por joao paulo siqueira
30/12/2005 às
21h59

também sou suicída
...também sou um suicida orkutiana; durante cerca de 12 meses, participei dessa maluquice q tenta -e consegue- imitar a vida real, só que amizades de mentirinha podem tanto causar prazer quanto cíume, insegurança etc.

[Sobre "Adeus, Orkut"]

por laércio saretta
30/12/2005 às
13h10

Mediocridade não!
Paulo Coelho ainda não merece o prêmio Nobel, pelo que escreveu até agora, e nem nós merecemos ser representados por um escritor tão medíocre. Por favor, não nos envergonhem. Já chega de tanta enganação, de tanta roubalheira, de tanta armação. Paulo Coelho é apenas uma jogada de marketing, e nada mais.

[Sobre "Paulo Coelho para o Nobel"]

por Marcia Rocha
29/12/2005 às
14h07

Mais duas sugestões
Adorei sua lista, Marcelo, e dela só desconheço o "Dores, amores e assemelhados" que, pelo visto, devo tratar de conhecer, e já. Agradeço a sugestão. Posso palpitar também? "Escute, Zé Ninguém", do Wilhelm Reich, é inteligente e valeria a pena, se não por toda uma atitude filosófica do autor, tão-somente pela observação "Você confundiu o direito à liberdade de expressão e de crítica com o direito de cometer indiscrições e fazer piadas idiotas". E os "Poemas chineses" do Li Po e do Tu Fu, com a tradução da Cecília Meireles, são de uma ternura comovente tal como o foi a tradutora. Veja só estes versos: "O mar já tinha mil pés de profundidade,/ mas o afeto que te fez cantar por mim,/ Wang-Lueng,/ era ainda mais profundo".

[Sobre "10 sugestões de leitura para as férias"]

por R. Bogliolo Sirihal
29/12/2005 à
00h11

A criação e a fruição da obra
Li com bastante interesse a sua coluna, Ana Elisa, sobretudo porque sou escritora eu também. Concordo com o que você expõe aqui. Concordo plenamente, também, quando você conta que o leitor, ao receber o texto do escritor, a esse texto acrescenta sua própria experiência e "assim vão se fazendo sentidos". Entretanto, isso me faz pensar num comentário meio zangado do Felix Weingartner quando falava acerca dos regentes de orquestra que têm o mau hábito de destacar-se mais que a própria música: "O intérprete não tem a possibilidade de elevar o valor de uma obra; só pode, eventualmente, diminuí-la" (do tratado sobre "A arte da regência").

[Sobre "Publicar um livro pode ser uma encrenca"]

por R. Bogliolo Sirihal
28/12/2005 às
23h50

venturas e aventuras
Bom ter notícias de Rodolfo Neder, meu velho companheiro de venturas e aventuras cinematográficas. Gostaria muito que ele me escrevesse... Abr. Iberê Cavalcanti

[Sobre "O Pianista e o Gueto de Varsóvia"]

por Iberê Cavalcanti
28/12/2005 às
23h38

totalmente sem sentido
Acho o tal "orkut" uma invenção totalmente sem sentido. Encontrar amigos do passado? Sinceramente, se fossem amigos de verdade não seria preciso usar um localizador para encontrá-los. Amigos de verdade já fazem parte dos nossos contatos e nos acompanham durante a vida. Não precisam ser "caçados". Acho que amizades forçadas pelo orkut não têm sentido. Inventar amigos no orkut para ficar na moda é ridículo. A privacidade é indispensável ao ser humano. Além disso, é um incentivo ao ócio (muito diferente do ócio criativo).

[Sobre "Adeus, Orkut"]

por Paula
28/12/2005 às
22h57

Mais filosofia
Ao invés de "daí a importância da literatura de auto-ajuda", eu pensaria na Filosofia e em outras literaturas... Enfim, os argumentos não me convenceram.

[Sobre "Vide bula e vire cult"]

por isa fonseca
27/12/2005 às
16h53

Julio Daio Borges
Editor

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