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Domingo, 8/1/2006
Comentários
Leitores

Vivo um intenso amor
Não dá pra generalizar... mas a internet é sem dúvida uma ferramenta nova e incrível. Como tudo que é novo, ela precisa ser entendida e dominada, mas será mesmo que o esprítito humano pode ser domado? Ela atende ao que o homem perdeu no cotidiano, na banalização da vida... Vivo um intenso amor, como não imaginaria mais ser possível. Se dará em algo ou não, pouco importa... Ele me dá hoje tudo que não tive em dois casamentos... Que essa tecnologia seja nossa aliada, que nos faça repensar nossas atitudes e valores, que nos incomode muito! Precisamos é sair do lugar, evoluir e ousar. Parabéns pelo trabalho e ousadia, provoquem mais, please!!!

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por Dri
8/1/2006 às
17h51

Rúcula?!
Cara Adriana, exceto pelo seu gosto por rúcula (como pode, é horrível), compartilho com você muitas das observações sobre 2005. A Teresa Cristina é uma pérola, mesmo, não? Vou ler o livro do Leminsk (ah!, faltou vc registrar que não recebe comissão da Cultura - rs). Abs, Bernado Carvalho, Goiânia

[Sobre "Do brócolis ao samba"]

por Bernardo B Carvalho
8/1/2006 às
12h40

Estou impressionada
Estou impressionada. Parece que fui eu quem escreveu esse texto! Fiquei 1 ano e 2 meses e acabo de terminar um casamento (com filho) em dezembro, entre outros motivos, por causa do ciúme do Orkut. Antes do "suicídio", também deletei todas as postagens, mas nada adianta contra a exposição que se tem ali. Encontrei meia dúzia de amigos "do passado" e as outras centenas me adicionavam pela imagem. Os floods cansaram, enfim, adeus.

[Sobre "Adeus, Orkut"]

por Solange
8/1/2006 às
10h40

poeta e romancista
Adorei Saudação à Vida e, agora, fico encantado com o novo poema da Rina. Com sua sensibilidade, cultura e estilo, ela vai longe no campo literário e poético brasileiro. Aguardo ansioso o livro de poemas e os novos romances. Parabéns!

[Sobre "Suicídio da razão"]

por Saulo da Matta
7/1/2006 às
22h56

não tenho a verve
Gostei muito. Sei que a autora tem a sensibilidade à flor da pele. Como não tenho a verve da palavra do crítico/comentarista literário, admiro o refinamento intelectual alcançado de forma tão sucinta e singela/bela, de notável simplicidade, para conteúdo tão racional/lúcido, emoção/razão, vida/vivida.

[Sobre "Suicídio da razão"]

por J. Fernando A. Silva
7/1/2006 às
21h42

Minha amiga Rina
Minha amiga Rina, que sempre é tão rica em palavras, conseguiu empoucas linhas ser a mais lúcida das escritoras. Beijos e sempre sucesso.

[Sobre "Suicídio da razão"]

por Mª Conceição/Neném
7/1/2006 às
21h28

amizade real já é difícil...
Também já estive 'a mercê da amabilidade repentina e da afeição instantânea que acabamos tendo pelos indivíduos da esfera virtual. Sinceramente, cheguei 'a conclusão de que confiar em amigos reais já é difícil, imagine nos virtuais. Eu acho que o orkut é um veículo complicado como gerador de relações... Mas já vi algumas comunidades com temática mais acadêmica que fornecem conhecimentos valiosos e um intercambio de idéias, especialmente, com relação a assuntos que, ainda, são pouco estudados.

[Sobre "Adeus, Orkut"]

por Aloimery A.Cometti
7/1/2006 às
20h03

ler e' tambem trabalho
Interessante ler alguem que fala sobre leitura e relaciona o lado prazeroso e doloroso. Eh muito bonito dizer que a leitura acrescenta, que nos faz viajar, mas pior seria enganar alguem dizendo que ler eh uma acao unilateral, pelo contrario, ler eh tambem trabalho...

[Sobre "Ler: um hábito corruptor"]

por Lana Dias
7/1/2006 às
16h13

Correção
Só uma correção onde diz: "Raul Gil recebeu homenagem na Câmara dos Deputados, por levar ao ar um programa sem baixaria, onde toda a família podia assistir sem sobressaltos, sem ver crianças dançando em cima de “bocas de garrafas”, e ganhou da Câmara um microfone banhado em ouro que ostenta em seus programas até os dias de hoje." O microfone de ouro não foi dado pela camara dos deputador e sim pelo presidente da Warner Music na época Sergio Affonso. Obrigado!

[Sobre "Raul Gil e sua usina de cantores"]

por Saulo de Tarso
7/1/2006 às
15h12

Eu era alienado na época
Nunca ninguém conseguiu fazer o Maracanãzinho cantar e também o Maracanã no jogo da eliminatória com o Paraguai. Eu era alienado na época mas acredito que ele foi bode expiatório. O que eu sei que nunca mais tivemos outro igual. Hoje se cultua a banalidade.

[Sobre "Simonal e O Pasquim: nem vem que não tem"]

por gilberto azer maluf
7/1/2006 às
13h04

Julio Daio Borges
Editor

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