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Domingo, 19/2/2006
Comentários
Leitores

Alguns são mais iguais
É interessante observar que, como reação ao texto, temos vários comentários "acusando" o autor do texto de ser de direita. Antigamente, quem discordava era chamado de "de esquerda" e jogado nos porões do DOI-CODI. Agora, quem discorda é chamado de "de direita" e espinafrado em público. De todo modo, ainda vigora o "calaboca". Estamos todos ferrados.

[Sobre "Cultura, Manipulação, Pobreza"]

por Daniela Castilho
19/2/2006 às
11h44

Resposta à Karen
Muito bem, eu a parabenizo, Karen, por teu feliz matrimônio e que isso tenha sido possível graças à Rede Mundial. Mas deixe-me esclarecer que alienação, como tu o disseste, refere-se a alguém obtuso, de visão estreita, que não tenha ponderado a respeito da emissão de uma opinião embasada em experiência pessoal e de observação de algumas dezenas de usuários. Quero chamar-lhe a atençao que expressei minha opinião a respeito do "conteúdo" dos ali presentes, pois, infelizmente, até que, algumas mal avisadas, consigam descobrir se o "Don Juan" é o que diz ser, poderá ter caido no conto do vigário ou ter alguns problemas. O fato é que a exposição em excesso só satisfaz o ego de indivíduos que sentem a necessidade de serem vistos e, em segundo plano, serem encontrados ou localizados. Quero dizer-te que não ajo de forma pessimista, mas cautelosa e prudente, pois escancarar minha vida, a pessoas que nem imagino, não me agrada. "Sempre pensei que a vida fosse o que fazemos dela..."

[Sobre "Orkut, um sonho impossível?"]

por Rogerio
19/2/2006 à
00h37

Lost, Pica-pau e Boris Karloff
Eu acho que essa série Lost tenta imitar de alguma forma o sucesso folhetinesco das telenovelas da Globo. Claro, as novelas da Globo são terrivelmente chatas, vulgares, repetitivas. Lost não traz nada de novo. É o clichê da história de náufragos numa ilha perdida e misteriosa. Dizem que Lost vai para o segundo ano de exibição nos EUA. Desisti de Lost e seus flashbacks. Parece um samba do crioulo doido. Aconselho a todos a reverem o Pica-pau e os filmes do Boris Karloff. Pelo menos divertem.

[Sobre "Lost"]

por rogerio
19/2/2006 à
00h20

Brasil: país escalafobético
Nem sempre um grande escritor é um bom escritor. Fenômenos de pseudogenialidade literária como o "Paulo Coelho" explicam-se por uma boa campanha de marketing por parte da editora. Existiram muitos autores, como H. P. Lovecraft, que nunca publicaram um livro em vida e morreram praticamente na miséria. A diferença é que Lovecraft é gênio, Paulo Coelho é lixo, pasto pros pseudointelectuais deste país escalafobético, estrambótico.

[Sobre "Como escrever bem – parte 3"]

por Rogério Silvério
18/2/2006 às
23h59

Eu moro em Manaus
Moro em Manaus (AM), que é uma metrópole de 1 milhão e seiscentos mil habitantes, segundo a estimativa do IBGE para o ano de 2006. Aqui convivemos com uma eterna dualidade. Manaus é, ao mesmo tempo, moderna e antiga, rica e pobre, bonita e feia, cosmopolita e provinciana. Ou seja, a capital amazonense não é muito diferente de São Paulo. Embora Manaus esteja geograficamente distante dos grandes centros do Brasil, nesta metrópole da Amazônia Ocidental podemos fazer reflexões sobre o que é viver no Brasil dos dias atuais. Gostei muito do texto de Eduardo Carvalho, pois retrata a cidade de São Paulo sem uma visão excessivamente romântica (e/ou ufanista e, por vezes irreal) da maior metrópole do país. Ele demonstra gostar de ser e de viver em São Paulo, mas não perdeu seu olhar crítico sobre a cidade.

[Sobre "Por que eu moro em São Paulo"]

por Miguel Angelo Silva
18/2/2006 às
13h06

Alguém para correr com a gente
Belíssimo o seu artigo, sobre um autor diferente e um livro que a gente, agradecida, fica louca pra ler... imediatamente. Um abraço feliz.

[Sobre "Alguém para correr comigo, de David Grossman"]

por Gisele lemper
17/2/2006 às
21h15

Obrigada pelo seu talento!
Leio com atraso este texto publicado no ano passado...ainda bem que deu tempo! Obrigada pelo seu talento, Fabrício. E obrigada aos que comentaram o texto, permitindo-me compartilhar dessa teia formada por pessoas tão sensíveis. Sinto-me menos só!

[Sobre "Pais e filhos, maridos e esposas II"]

por cecile
17/2/2006 às
20h14

Orkut: cadastro de amigos
Quem está sempre "on-line", está no Orkut. Já não acesso mais todos os dias, como no início. Meu primeiro contato com Orkut foi fantástico: consegui achar amigos que não via, nem tinha notícias, há mais de 10 anos! A cada acesso adicionava mais e mais AMIGOS REAIS, pessoas que já tinha contato, que eu já conhecia. Nunca adicionei ninguém que eu não conheço. Hoje, o Orkut para mim não passa de cadastro de amigos que me avisa quando é o aniversário de cada um para que eu possa dar um parabéns, VIRTUAL, é lógico.

[Sobre "Orkut way of life"]

por Sergio Capozzielli
17/2/2006 às
17h29

cronista brasileira
Ana, querida, estava lendo textos informativos e, de repente, deparei com o seu ... memorialista, afetivo, caudaloso, um doce remanso onde retomei o prazer da leitura. Tão bom, tão encantador, tão competente, tão acurado, tão... ah, sei lá! Só lendo mesmo e se deixar levar pelas sutis correntezas da tua emoção de cronista brasileira. Eu agradeço.

[Sobre "Copacabana-Paulista-Largo das Forras"]

por daniel santos
17/2/2006 às
17h21

Reposta ao Rogerio
Realmente tem que ser muito ingenuo para achar que alguem eh perfeito, imagine soh todo mundo no orkut :) Mas dizer que a internet nao eh um meio real de se conhecer pessoas no mundo atual eh total alienacao... Inclusive, aqui pelos lados da america do norte, se diz que a forma mais segura de se conhecer alguem eh na internet (alem de pratica, afinal vc pode descartar de cara coisas que nao combinam com voce). Por experiencia propria, posso dizer que nunca achei meu marido uma pessoa perfeita e nem ele a eu, mas sim nos nos conhecemos na internet ha' 8 anos e temos um lindo filho de 7 anos. Vale tambem comentar que, morando fora ha' 12 anos, reencontrar meus amigos do Brasil foi uma das coisas mais emocionantes que a vida me trouxe. Deixe o pessimismo pra la'... A vida eh como voce a ve!

[Sobre "Orkut, um sonho impossível?"]

por Karen Vaccaro
17/2/2006 às
16h58

Julio Daio Borges
Editor

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