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Terça-feira, 28/2/2006
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Leitores

achei e perdi uma pessoa...
Se alguém se perde, o trem acha. Se alguém é levado, o trem traz de volta. Se alguém quer se perder de alguém, pula do trem. Se alguém quer achar outrem, pula no trem. Se algúém se acha sem direção, ouve o apito do trem. Se alguém quer perder a direção, perde o trem. É trem pra tudo que é trem. E foi por causa dum trem que eu achei e perdi uma pessoa maravilhosa... Belo texto.

[Sobre "Copacabana-Paulista-Largo das Forras"]

por Pepê Mattos
28/2/2006 às
16h01

nao ha' um lugar prodigios
Por outro lado, as escolas aqui nos EUA permitem que cada um escolha o que quer estudar. Se quiser teatro, pintura, musica, ou computacao, voce pode escolher. Nao e' forcado a memorizar aulas de biologia... E digo mais, ha' um enorme incentivo para os bons alunos. Se voce se interessa por matematica ou ciencia desde cedo, ou por tocar violao, voce vai ser bastante incentivado. Na sociedade brasileira somos contra este tipo de incentivo... Achamos que ha' uma regra para "boa vida". Eu discordo... Tenho amigos que hoje se beneficiam do que aprenderam por opcao quando eram criancas/adolescentes. Amigos que treinavam 5 horas de violao por dia ou 2 horas de matematica todo dia, por mero prazer. Hoje se divertem 'a beca com isso. Nao me parecem desequilibrados... Acho que existe lugar, sim, para que aqueles que demonstram aptidao e gana desde jovens para se dedicarem ao que querem. Pela regra do pular etapas, o mundo nao e' um lugar para Gauss (prodigio aos 4 anos), para Mozart, ate' para Ronaldinhos!

[Sobre "A educação atual de nossas crianças"]

por Ram
27/2/2006 às
20h34

jogadores, modelos e afins
Sou grande fã de seus textos, porém penso que o problema no brasil não é excesso de obrigações, mas sim o culto ao hedonismo. Uma busca constante de prazer. Os modelos de sucesso são jogadores de futebol, modelos e afins. Nossa cultura é de diversão, vivemos em eternas micaretas. Nossa juventude se perde, mas não pelo excesso de responsabilidades e sim pelo inverso. Criamos um exército de seres infantis, abobalhados e irresponsáveis.

[Sobre "A educação atual de nossas crianças"]

por Marcelo Souza
27/2/2006 às
13h39

Ciclo mental natural
Concordo, pois ao se deparar com a criatividade, a maioria dos bons criadores tiveram uma infância alegre. Este e' apenas um dos pontos a se discutir. Você tem toda razão, devemos obedecer o ciclo biológico, quem nasce pra se gênio, beleza!!! Quem não é, não adianta forçar, pois com natureza humana não se brinca. Pode se desencadear processos fora de controle na mente de crianças submetidas a tais informações.

[Sobre "A educação atual de nossas crianças"]

por Vinicius Brown
27/2/2006 às
11h58

firme e conectado
Parabéns, seu texto esta ótimo, continuo no orkut firme e conectado! Vivo por viver!!!

[Sobre "Por que quero sair do Orkut (mas não consigo)"]

por Vinicius Brown
27/2/2006 às
11h49

Muito boa exposição
Estamos sistematizando a vida das crianças e tirando seu maior bem: a liberdade!

[Sobre "A educação atual de nossas crianças"]

por Jorge
27/2/2006 à
01h31

Assino embaixo
E o coro concorda plenamente. Sempre achei você um jornalista moderno e muito 'a frente do seu tempo. Por isso, ler o Digestivo é para mim uma obriagação. Me faz entender os fatos antes que eles aconteçam. Não tenho mais assinatura de jornais convencionais. Tenho lido virtualmente. Mas obrigatoriamente gosto de visitar sites como este. É, sem dúvida, um banho de informações úteis e inteligentes. E agora tenho a certeza de que não estou sozinho. Parabéns! Julio Corrêa

[Sobre "Perfil (& Entrevista)"]

por Julio Correa
26/2/2006 às
10h38

Vertigo
Me causaou vertigem. Ir a cinema sozinho, detestar multidão, dar ao dinheiro o devido valor que ele tem... até parece alguém que eu conheço.

[Sobre "Talking head"]

por Julio Corrê
26/2/2006 às
09h32

Referências sobre Vivaldi
Caro Ricardo, parabéns peo texto, muito ilustrativo. Gostaria das referências tanto dos poemas quanto das pinturas que vc usou. Pretendo divulgá-las em um curso para professores de música. Obrigada, Meg

[Sobre "Da Poesia Na Música de Vivaldi"]

por Margaret de Andrade
24/2/2006 às
11h45

vovô duchamp
Ótimas questões propostas por Affonso Romano sobre nosso bisavô marcel duchamp. E se ele é nosso bisavô, ou tataravô, significa que se o seguimos estamos sendo atrasadinhos. quando é que realmente proporemos algo novo para a arte se sabemos que as provocações do Duchamp já estão cacarecas? "o grande vidro" só consegue ser pior do que os objetos terapeuticos de lygia clarck que não são nem arte nem terapia. valeu a afronta, Affonso.

[Sobre "Duchamp e o Dadá"]

por jardel
24/2/2006 às
08h22

Julio Daio Borges
Editor

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