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Segunda-feira, 20/3/2006
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Leitores

Blogs e a dominação sulista
Me considero uma blogueira? Em 2003, descobri os blogs como um espaço que eu nem imaginava pudesse existir, mas que casava perfeitamente com o meu anseio de divulgar meus escritos. Tres anos depois o sonho de fazer UM BLOG acabou, me rendi 'a insignificância, de apenas blogar, sem fazer literatura, sem fazer jornalismo. Até porque, também aqui, se reproduz a dominação sulista, onde os bons só estão do lado de baixo do Equador!

[Sobre "Novos Melhores Blogs"]

por Webeatriz
20/3/2006 às
16h13

O Amor Impossível
Tenho a sensação de que as pessoas só querem AMAR, mas não estão dispostas a tornar esse desejo POSSÍVEL. É muito mais romântico, utópico e fantasioso, o amor impossível. Não conheço nenhuma sinopse de filme ou um romance literário que abordam o AMOR POSSÍVEL. Afinal, quem está disposto a ler, ver e ouvir sobre o dia-a-dia de um casal, que encara um ao outro exatamente como o ser humano é, nu e cru?

[Sobre "Dos amores possíveis"]

por Ceila Santos
20/3/2006 às
14h23

Mais extremos e extremistas
Não podemos esquecer de Park Chan-Wook, e seu último filme Old Boy.

[Sobre "Filmes extremos e filmes extremistas"]

por CelsoFioravanteRocca
20/3/2006 às
13h31

Grande contribuição, querida!
Claro, adorei o texto super diferente e bem humorado. Vou repassar pra turma. Bem legal esta do DC de colocar sites dos leitores. Quando criar meu blog, anuncio... rs. Fique com o beijo da amiga do DF e até mais ver.

[Sobre "Dicas para você aparecer no Google"]

por Gisele Lemper
20/3/2006 às
13h02

Amor: somando e subtraindo
Surpresa ao ler isto da primeira vez - mas as pessoas vivem nos surpreendendo. O que eu diria do amor romântico: só vale a pena se formos somar, ou multiplicar. De subtrair e dividir estamos todos fartos. E é preciso amar primeiro a própria companhia para que o amor não seja apenas uma fuga de si mesmo.

[Sobre "Dos amores possíveis"]

por Claire
20/3/2006 às
11h49

Amor é risco
Caro Marcelo, como disse o Ram, há vários tipos de amor e várias formas de amar. Além disso, só não acredita no amor, quem nunca amou de verdade. Mas, não se pode esquecer que, para encontrar um amor de verdade, é preciso arriscar-se. Quem não quer se arriscar, provavelmente, vai ficar à deriva.

[Sobre "Dos amores possíveis"]

por Janethe Fontes
20/3/2006 às
10h54

a educaçao virou uma quitanda
eu penso uma coisa: porque todos têm que aprender matemática na escola? claro, matemática básica é essencial, mas de que vão me servir aqueles problemas feitos por malucos e para malucos? e a física? e a química? odeio tudo isso. prefiro artes e línguas. e sem falar que a educaçao, tanto privada quanto pública, virou uma quitanda. a educaçao particular é pagou, levou; a pública, somos nós que pagamos também. a educação no brasil é um desastre total. ainda bem que eu só fiz o segundo grau e pronto. chega! faculdade pra quê? pra ficar desempregado, na mão; claro, se você for sabujo de algum idiota bem empregado, você consegue alguma coisa. nao estou fazendo apologia a vadiagem; aprendi mais com os livros do que com os professores, papagaios pagos para repetirem um sistema falido. leia, construa uma biblioteca em casa; será a melhor faculdade, a melhor escola.

[Sobre "A educação atual de nossas crianças"]

por rogério silvério
20/3/2006 às
10h20

O amor e os filmes
Ao ler o texto, recordei de algumas palavras que li em algum lugar da net e que copiei, mas infelizmente eu não posso dar os créditos devidos, pois não recordo de onde tirei. Veja: "Comédias românticas são perigosas. Nos fazem acreditar em coisas que não existem. Corcordam? Discordam? Eu, que ando numa fase cínica a respeito do assunto, tomo emprestada uma citação de Bukowski: O amor só convém aos que não são capazes de suportar a pressão psíquica. Pois amar é nadar contra uma correnteza de mijo com dois barris cheios de merda amarrados nas costas". Acredito que é necessário desconstruir a imagem do romantismo dos filmes, pois o amor não nasce de uma troca de olhares, mas de um conjunto amplo de atitudes e renúncias (isso é tão difícil). Recomendo dois filmes sobre o assunto que, pela ausência de espaço, não tenho como explorar: "Antes do Amanhecer" e "Antes do por-do-sol".

[Sobre "Dos amores possíveis"]

por Marcelo Souza
20/3/2006 às
10h11

Amor e amor romântico
Não acho que amar romanticamente alguém seja o ideal de todos, e o melhor que o ser humano pode fazer... Deixando de fora os exemplos mais famosos disto (Jesus, Gautama Buddha, Erdos, Platão, etc.). Acho que uma das razões porque o romantismo ocupa posição central na nossa sociedade, em oposição até ao amor, é porque somos impregnados com este conceito na psique... Desde pequenos. Quando você descobre que pode ser feliz sozinho, sem necessidade de ter alguém por perto, acaba descobrindo também o que ter alguém por perto traz realmente de bom... Deixa de ser uma necessidade, para virar uma opção. Nossas fantasias amorosas poucas vezes incluem o que um músico cego disse hoje no rádio: escolher a pessoa pelo que ela aparenta, ao invés do que pelo que ela acrescenta... De qualquer forma, existem muitos amores possíveis. Até amar a leitura, amar ao espírito, amar conhecimento, a amar alguém... O que não podemos é sempre assinar uma lei sobre o que é "a coisa mais bonita no mundo".

[Sobre "Dos amores possíveis"]

por Ram
20/3/2006 às
06h14

Jornalismo: tb. tem q procurar
Convenhamos, mesmo a maior parte do jornalismo é redundante... Ou seja, o leitor ainda tem que procurar a informação. Ou será que o Google ja' sabe tambem tudo o que vai acontecer? Hehehe

[Sobre "Google: aprecie com moderação"]

por Ram
19/3/2006 às
19h54

Julio Daio Borges
Editor

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