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Quinta-feira, 13/4/2006
Comentários
Leitores

Guimarães Rosa na escola (!)
Paulo: Muito interessante seu relato. Sua professora deve ter sido odiosa, prá ler Rosa para adolescentes. Eu tive mais sorte. Fui ler na Faculdade de Letras, não para analisar, mas para saborear. Porque Guimarães Rosa é assim. Não para ser lido, mas sentido. Parabéns pelo texto-depoimento. Vou linkar seu texto para que outros professores não cometam mais sacrilégios...

[Sobre "Grande Sertão: Veredas (uma aventura)"]

por Fátima Franco
13/4/2006 às
23h46

Os melhores da Web 2.0
Oi, Julio, o texto está excelente. Agora vai ficar facílimo pro pessoal entender a revolução da Web 2.0. Quando saiu o resultado das melhores Webs 2.0, parece que muita gente ficou perdida e não conseguiu entender bem os critérios definidos para as opções premiadas, e as discussões foram irrelevantes... Parece, mesmo, que tem gente só lendo jornal.

[Sobre "Web 2.0 (ou uma tentativa de)"]

por Fátima
13/4/2006 às
23h35

Como Suzane Von Richthofen
eu normamalmente sou contra a pena de morte, mas algumas vezes acho q ñ faria mal executar alguns desses vermes em praça publica ou fazê-los de escravos

[Sobre "O que realmente importa"]

por Jamiel
13/4/2006 às
17h22

essa gente que ainda lê jornal
Obrigado por me poupar longas horas de explicação sobre o que é a web 2.0 para meus amigos e companheiros de trabalho digital, gente que ainda lê jornal e não se informa pela internet.

[Sobre "Web 2.0 (ou uma tentativa de)"]

por Eric Moreira
13/4/2006 às
14h21

Grande Sertão no Mato Grosso
Bom dia, Daio, sou de cuiabá, mato grosso, sou um leitor voraz de Rosa, e aqui temos um escritor, Ricardo Guilherme Dick, Maravilhoso, que fez uma tese e defendeu, sobre o Grande Sertao... me lembrei porque voce citou seu tio, seria interessante esse livro para ele, Dick destrincha de maneira sublime esse universo roseano, o livro, "Conjunctio Opositorum no Grande Sertao", vale a pena, valeu.

[Sobre "Minha história com Guimarães Rosa"]

por andré
13/4/2006 às
11h53

web 2.0 + movimentos sociais
Parabéns pelo artigo, Julio. Ele está coerente e bastante claro sobre os conceitos abordados. Eu acrescentaria uma dimensão a mais no que vem sendo chamado web 2.0, uma dimensão que vai além do aspecto social: a da possibilidade do movimento social. Hoje é possível tirar uma foto com um telefone celular comum e enviá-la para o Flickr com algum texto explicativo e tags, também. Ela será publicada imediatamente no Flickr e num blog do Blogger, que vai difundir esta matéria por rss. Com um pequeno esforço a mais podemos acrescentar-lhe tags da technorati e del.icio.us indexando a nossa matéria para o mundo. Isso, ao alcance de cada vez mais pessoas, rompe com a forma tradicional de divulgação da notícia, transgride filtros e censuras. Neste sentido, a web 2.0 traz em si uma contradição que pode revolucionar o padrão capitalista no qual ela vem tentando ser fechada. Abraço, Suzana

[Sobre "Web 2.0 (ou uma tentativa de)"]

por Suzana Gutierrez
13/4/2006 às
10h01

Harry Potter tem seu mérito
Luis Eduardo, muito bom o seu artigo e devo concordar com o seu ponto de vista. A posição daqueles que condenam livros como Harry Potter é preconceituosa e preciosista. É ruim de acreditar que qualquer um desses verdugos de J.K. Howling tenham começado, na infância ou adolescência, pelos chamados clássicos. Creio que todos nós já lemos algo denominado sub-literatura, o que não é de forma nenhuma motivo de vergonha nem perda de tempo. Até para se saber o que não ler, ou para se descobrir do que se gosta, é necessário ler uma cota de porcarias. Acho mais prejudicial uma criança ou adolescente passar tempo em frente à televisão assistindo aos programas idiotas da MTV do que lendo qualquer coisa. Não obstante, há que se reconhecer que mesmo chamado por alguns de "bobinha e superficial", a história de Harry Potter tem seu mérito e por algum motivo é objeto de paixão e até de idolatria de crianças, adolescentes e até adultos. Os críticos ferrenhos não devem saber disso... afinal, não leram.

[Sobre "Em defesa de Harry Potter"]

por Lívia Santana
13/4/2006 às
09h35

Em defesa do LEMatta
Prezado Luis. Vc tem toda razão. Depoimento: quando adolescente, lia Agatha Christie e Mme. Delly. Na falta do que ler, ia de Julia e Sabrina, mesmo, ou qualquer pulp fiction. Isso não me impediu de chegar a Joyce ou Mann, Balzac ou Dostoiévski, Calvino e Goethe, paralelamente ou logo que tive maturidade para tais obras. Sou da opinião de que não dá pra saber o que é bom se não se experimenta o ruim... Há época e momento pra tudo. Detalhe: ao lado da Odisseia de Homero, excelente trad. de Manuel Odorico Mendes que estou relendo com muito prazer em virtude de um trabalho, está o último volume de Harry Potter. E eles não me parecem estar brigando entre si. A proposito deste assunto, tenho um artigo que foi publicado em 2003 no jornal Zero Hora, aqui do RS. abraço

[Sobre "Em defesa de Harry Potter"]

por Paula Mastroberti
13/4/2006 às
07h50

A pintura pela pintura
É tudo o que penso, Daniel Piza, precisamos de pintura. Os nomes citados, realmente, fazem pintura. Pintura por ela mesma sem ser necessáriqw explicações, falas, folhas de papel para dixer o que representam, para que possamos entender e saber o que o artista está contando. A pintura pela pintura. Parabéns. Cleusa.

[Sobre "Saudades da pintura"]

por Cleusa Arantes
12/4/2006 às
15h01

Belíssima e Harry Potter
Já conversamos muito sobre isso, mas... Você tem razão quando diz que um leitor não vai deixar de ler Harry Potter para ler Proust. Por outro lado, um leitor de Harry Potter jamais vai ser capaz de, um dia, ler Proust. O problema, meu caro, é mais embaixo. Você foca seu texto nos jovens, mas a relação com a literatura é algo que, na juventude, precisa estar formada já. Sugiro que você leia as coletâneas Contos e Poemas para Crianças Extremamente Inteligentes de Todas as Idades, de Harold Bloom. São textos infantis. Depois compara com a saga superficial, bobinha mesmo, do Potter. Só uma coisinha, Lematta: você escreveu sobre Belíssima?! Belíssima?! Bem, neste caso, acho que entendo seu argumento... Abs forte.

[Sobre "Em defesa de Harry Potter"]

por Paulo Polzonoff Jr
11/4/2006 às
17h29

Julio Daio Borges
Editor

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