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Sexta-feira, 23/6/2006
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Leitores

Garrincha é o cara, e o Guga!
Valeu Guga, por falar assim, com vigor e emoção, sobre um brasileiro nato, filho de índios, maior exemplo de alegria e arte no futebol. Garrincha é o cara, e o Guga também!

[Sobre "Mané, Mané"]

por André Godoy
23/6/2006 às
13h27

Minha vida e meus amores
Obrigado, Daniela, por ter coragem para dissertar sobre um tema tão complexo. Realmente, os amores passam e com eles se vão sonhos, realizações, medos, frustrações... mas o que fica é, sem dúvida, um aprendizado pra toda a vida: a oportunidade de viver novos amores, curtir novas fases, sentir outros sentimentos... isto não acaba, o coração não envelhece e isto é fantástico. Fiquei muito feliz ao ler este texto num momento de profunda reflexão sobre minha vida e meus amores...!

[Sobre "Todos os amores acabam"]

por Linnda
23/6/2006 às
13h13

Se escreveu, tem de publicar
Devem existir uns 200, 400, 1000 textos da mesma categoria desse aí, dentro das caixas de papelão espalhadas pela nossa casa - casa minha, do Guga e do pequenino Max. Essa mensagem é pessoal mas vai pra todos aqueles que escrevem, e escrevem muito, pensam mais ainda e depois guardam tudo em caixas de papelão que acabam no chão da despensa, porque o chão do escritório tem que ficar limpo. Esse Guga é esse cara, que eu admiro e amo há anos. Ver os outros verem o que ele é capaz de escrever me traz alegria - orgulho até. E um certo alívio de que talvez eu não tenha que ser a única testemunha desse talento.

[Sobre "Mané, Mané"]

por Claudia Serretti
23/6/2006 às
10h35

vou surfar no seu blog
Nada sei ou entendo de futebol, mas lembro-me bem do Garrincha. Aliás, lembro-me bem da Elza Soares, figura marcante na vida do Mané. Relações que só o amor pode explicar. Puxa, o canal 100!!! Nossa!!! Cines Candelária, Metrópole, Palladium. Saudades desse tempo. Guga, você pode ter desistido do futebol, mas continua batendo um bolão nas artes. Escreve muito bem, pinta e desenha como poucos. Tenho por você essa admiração contínua e estável, passo a ser suspeita para tecer comentários. Se me permite, vou surfar lá no seu blog...rsssss. Um abraço.

[Sobre "Mané, Mané"]

por Denise Bellesia
23/6/2006 às
09h34

Mané Garrincha, mais uma vez
Este artigo nos traz a sensação de que estamos realmente vendo o Mané jogar. Remete a coisas do passado. As observações do autor são sensatas e sensíveis. Quero ver mais artigos desse cara na revista. Vale a pena. Vou virar leitora assídua. Parabéns.

[Sobre "Mané, Mané"]

por adriana
23/6/2006 às
09h14

Queremos mais Guga!
Também sou fã do Mané e me emocionou vê-lo homenageado de uma forma tão bela, emocinante e agradável. O autor do artigo soube, como o Mané, ser simples e genial. Pode ser que o Guga não jogue bem futebol, mas seu domínio das letras é extraordinário! Parabéns! Queremos outros artigos do Guga!

[Sobre "Mané, Mané"]

por Tuxaua Linhares
23/6/2006 às
08h30

Textos como fotos 3x4
É isso, é assim mesmo. Alguns textos funcionam como essas fotos 3x4 que a gente espalha pelos documentos e depois mal pode acreditar que aquele Quasímodo é a gente. É com relutancia que entregamos nossas carteiras de identidade. A nossa foto está lá e temos (o pior é isso) a obrigação de ser aquela pessoa que não somos mais. Ou fomos, por um momento que a gente gostaria de esquecer.

[Sobre "Textos mortos vivos"]

por Guga Schultze
23/6/2006 às
04h04

Garrincha me faz chorar
Estou emocionado e muito feliz, vcs conseguiram me fazer chegar as lágrimas. Valeu! Paz e bem!

[Sobre "Mané, Mané"]

por Hélio Rodrigues
22/6/2006 às
21h00

LEM e Feynman
Ainda hei de ler o "120 horas". Estou curioso... "mas creio que Madame Bovary era no início de sua escrita, um romance sobre pessoas comuns"... Adorei todos os trechos que vc separou desse Feynman. Preciso ler maios coisas dele. Abraços

[Sobre "A Física da nova geração de autores"]

por Franz
22/6/2006 às
19h54

Austen: comunicação não-verbal
Tive a oportunidade de ver o trailler do filme Orgulho e Preconceito em outubro de 2005 e, sinceramente, fiquei "enlouquecida" para assisti-lo, já que conhecia outras obras de Jane Austen, como "Razão e Sentimento/ Sensibilidade" (maravilha!). Sem conhecer a obra literária propriamente dita, apaixonei-me pelo trailler, fui "laçada", contudo tive que esperar alguns meses até a estréia. Um filme lindo que, na minha opinião, não perde em nada para o livro (tanto que comprei-o depois só para relembrar as cenas do filme...). Eu, particularmente, aprecio muito a comunicação não-verbal: sabe aqueles lances de olhar, meneios de cabeça e toda a movimentação que o nosso corpo faz quando estamos nos comunicando com alguém? Isso é bárbaro! E uma obra de Jane Austen faz muita diferença. E é a isto que me refiro quando digo que o filme conseguiu pegar-me pelo "laço". Os diálogos entre Darcy e Elizabeth Bennet são recheados de um movimento respiratório e de um "quê" no olhar que não podem passar desapercebidos!

[Sobre "Orgulho e preconceito, de Jane Austen"]

por Milena Froes
22/6/2006 às
13h19

Julio Daio Borges
Editor

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