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Terça-feira, 25/7/2006
Comentários
Leitores

Aos moradores de São Paulo
Qual o melhor bairro para viver em São Paulo, para quem vai trabalhar/estudar na USP? Sob o ponto de vista "menos perigoso"?

[Sobre "Por que eu moro em São Paulo"]

por Luz
25/7/2006 às
19h03

duas perdas insubstituíveis
Foi uma semana triste, com duas perdas insubstituíveis. O Brasil ficou mais pobre.

[Sobre "Menos dois no palco"]

por Tatiana Cavalcanti
25/7/2006 às
16h40

lembrança da antiga 89
Será realmente que quem gosta de um bom rock tinha migrado para as outras rádios? Eu migrei para a Kiss, e somente a lembrança da antiga 89 restou em meus pensamentos. Não sei quem fez, só sei que fez errado...

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por Marcos
25/7/2006 às
16h35

Você disse tudo
Olá, Marcelo, repito sua frase apenas para dizer que sua observação foi perfeita: "Ainda hoje definimos uma literatura feita por mulheres que narra histórias de mulheres com conflitos femininos como uma 'literatura feminina', enquanto um livro como Memórias de Minhas Putas Tristes, de autor masculino, narrador masculino e conflito masculino é tido por literatura, sem o adjetivo masculina". Depois desse comentário, não há mais nada a se dizer. Você disse tudo. Abraços.

[Sobre "A literatura feminina de Adélia Prado"]

por Janethe Fontes
25/7/2006 às
11h40

Choque de civilizações
Sinceramente? Eu não teria coragem de ir praí. Também, sinceramente, tenho ainda a esperança de que as coisas melhorem. Não vai acontecer amanhã ou depois, ou daqui a alguns meses ou 1 ano. Mas sei que é possível melhorar. Basta que caia sobre os homens que governam as nações envolvidas em toda essa questão bélica, um pouco de bom senso. E sobre os civis que levam suas crenças religiosas ao extremo também, óbvio.

[Sobre "Sombras Persas (X)"]

por Rafael Rodrigues
25/7/2006 à
00h46

89 FM, a Rádio Pop
Simplesmente acabaram com a rádio por dinheiro. Quem representava a rádio era Luka, Sandro, Anderson, Zé Luis, Pica-Pau e os outros que foram demitidos. Bom, resta agora mudar o nome da 89 a rádio Rock para 89fm a rádio Pop. Porque cada um desses locotores representava a original Rádio Rock. Saudades... Todos nós vamos sentir saudades da voz da Luka. É bom saber que no país podre em que vivemos ainda há pessoas, como esses locutores que eu tanto recordo e de tenho saudades, que não se vendem por dinheiro. E boa sorte para todos, pois eles merecem. E se rolar uma outra rádio Rock, no trampo de alguém de vcs, ganharam simplesmente mais um fã... Obrigado por tudo. Boa sorte, Luka, e a todos os outros locutores que representavam a 89fm.

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por Rogerio Curtio
24/7/2006 às
21h00

informação: poder no século 21
Esse fenômeno, internet, que ainda nos deslumbra... trouxe tanta revolução! Os milhares de sites da Internet formam uma impressionante biblioteca digital que oferece um elenco infinito de informações e de novas alternativas educativas. Praticamente tudo, mas tudo mesmo, é possível encontrar hoje na Internet em termos de informação. "Informação". Este é o nome do poder no século 21. Sobreviverá na aldeia global somente quem estiver de fato informado e que sobretudo souber interpretar, decodificar, a avalanche de informações desencadeada pela Internet. O mundo será cada vez mais unificado pela comunicação digital. A associação entre Internet e televisão, de modo especial, vai levar milhões ou, talvez, bilhões de pessoas a um mundo novo.

[Sobre "Information Society e o destino da mídia"]

por Claudia Aguilar
24/7/2006 às
19h29

identidades itinerantes
O mundo hoje é da plena tecnologia e da comunicação em tempo real, e toda esta estrutra é um passo importante para a humanidade. Só que quem faz o uso dela nem sempre está antenado, com seu papel transformador. Pois dentro do contexto ideológico precisamos, e muito, de mudanças de paradigma, estabelecer a desconstrução estrutural, para que um novo pensamento possa efetivamente estar a serviço da humanidade, que é a busca das novas identidades, ou seja: nenhum ser humano é melhor nem pior, ninguem é branco ou negro, todos são descendentes da mesma gênese, ninguem é homem ou mulher, esta é a sociedade das identidades itinerantes.

[Sobre "Information Society e o destino da mídia"]

por Manoel Messias
24/7/2006 às
16h23

Raul Cortez era um monstro
Raul Cortez era um monstro principalmente no teatro. Mesmo quando ele não participa do diálogo é muito difícil não ficar olhando para ele. Cada movimento parece ser ensaiado cuidadosamente. Ele "rouba" a cena mas de forma sutil, educada. Ivo Samel

[Sobre "Menos dois no palco"]

por Ivo Samel
24/7/2006 às
16h22

Nada é complicado na vida
Fico imaginando ficar a vida inteira fazendo a mesma coisa!!! Não dá. Mudar, mudar várias vezes, buscando sempre novos desafios. Podemos fazer tudo desde que seja aquilo de que gostamos. Nada é complicado na vida. As pessoas às vezes complicam. Basta ter tranqüilidade, usar o bom senso. Até a internet ajuda quando temos dificuldades no trabalho. Mudar já!!! Ivo Samel

[Sobre "A ousadia de mudar de profissão"]

por Ivo Samel
24/7/2006 às
14h40

Julio Daio Borges
Editor

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