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Sábado, 14/8/2010
Comentários
Leitores

Eu, hein?!
Eu, hein?!

[Sobre "Os sem-celular"]

por Guilherme
14/8/2010 às
17h02

Viver de faz-de-conta
O "espírito de elite" arraigado nas instituições brasileiras faz compor esse e outros tipos de contradições na sociedade. O Legislativo e o Judiciário, embasados muito mais nos exemplos britânicos, transferem ou insistem em transferir a tutela dos filhos ao Estado. Lá (na Grã-Bretanha) até os "play-grounds" das escolas estão sob severa crítica, dado que (oras!) podem causar ferimentos nas crianças. A sociedade britânica quer fazer de conta que viver não implica riscos. Assim, em breve, cada criança será envolvida em uma redoma (e adeus infância). Aqui (Belíndia) juízes e juízas (que são também cidadãos/ãs que permitem as leis existirem) encaminham os assuntos familiares para pessoas mal-assalariadas, de formação duvidosa e aspectos psicológicos questionáveis como se o Estado já fornecesse todas as condições básicas (educação de qualidade, saúde, moradia etc) aos pais e mães (no mais das vezes empenhados na subsistência). Esse faz-de-conta que aqui é a Bretanha parece não ter limites.

[Sobre "Big Brother da Palmada"]

por Joseph Shafan
14/8/2010 às
16h39

Estão destruindo a família
Leis ridículas, tempos ridículos. Governantes/legisladores torpes. Estão destruindo a família. Com isso, ressai nítido, fragmenta a nação. Ponto de partida para qualquer barbaridade. Filho não respeita pai, que não respeita filho. Então criam leis para isso, em vez de instituir nas escolas grades curriculares voltadas para a vida real. Transito neste mundo há mais de cinquenta anos. O que aprendi na mais tenra infância, de moral, caráter, decência, foi com meus pais, mais tarde reforçado na escola primária, onde eu tinha uma única professora, que eu adorava. Na secundária, me apresentaram matérias que nunca usei na vida real. Foi assim com meus filhos. Por que as escolas não preparam as crianças para a vida real? Tive aulas de "Educação Moral e Cívica". Foi importantíssimo, e o que aprendi ali, uso até hoje, diariamente. Eduquem melhor as crianças e aí não precisarão punir os homens. Ah! Acabo de me lembrar: a imbecilidade humana é mais lucrativa. Portanto, a coisa vai piorar...

[Sobre "Big Brother da Palmada"]

por Hilda
14/8/2010 às
16h06

Qualquer violência é infame
De fato, violência, em qualquer modalidade, é infame. Apanhei muito, sofri muito. Mas graças a Deus, não repassei esse legado para meus filhos. Tenho certeza de que tudo começa dentro de casa. É a base. Depois vem a escola, a continuação. Se uma falha, a outra obrigatoriamente deveria suprir. Na prática não é o que acontece, infelizmente. Mas o Estado, que se adona do cidadão, deveria ser rigorosamente aparelhado para dar suporte ao ser humano, com mecanismos suficientes para esse crescer e viver com dignidade.

[Sobre "Palmada dói"]

por hilda
14/8/2010 às
14h52

Mães são heroínas
É por essa e por outras que cada vez mais mulheres da minha geração decidem não ter filhos! No meu caso, cada vez que vejo uma criança dando chiliques homéricos na presença de mães abobalhadas e impotentes, sei que escolhi certo. Filhos duram muito, são caros, não têm garantia de fábrica e nem devolução... rs Somente mulheres realmente decididas a serem mães (não somente parirem) deveriam ter o aval para tal. São heroínas, admiro-as enormemente.

[Sobre "Palmada dói"]

por Regina
14/8/2010 às
14h50

Caminho das letras
Além de escrever livros, gosto de escrever frases. Uma delas, em especial, mostra o quanto o caminho das pedras pode ser feito com letras. Tire suas próprias conclusões. Criar frases como essa não é um exercício de academia. "Quando está amando, o homem é capaz de procurar flores no deserto; quanto é amado, consegue encontrá-las."

[Sobre "Escrevendo com o inimigo"]

por ROBERTO ESCRITOR
14/8/2010 às
12h01

Um pedido aos céus
Venha cá, ANJO DE LUZ, eu te INVOCO para que desenterre AA de onde estiver ou com quem estiver e faça ele ME telefonar ainda hoje, Apaixonado e Arrependido, desenterre tudo que esta impedindo que AA venha para MIM. Afaste todas aquelas que têm contribuído para o nosso afastamento e que ele não pense mais nas outras, mas somente em MIM. Que ele ME telefone e ME AME. Agradeço por este seu misterioso poder que sempre dá certo. Amém

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por jocimar
13/8/2010 às
18h51

Réquiem para Vandré
Na próxima segunda-feira, 16, temos uma Sessão Solene para os 31 anos da Anistia, que não foi ampla, nem geral, nem irrestrita. Quero Lembrar Vandré com "Fabiana", porque lembraremos da voz poética de quem falou "não" aos "senhores da noite", sem o glamour de outros e sem frescura. Como diria Nelson Rodrigues, a mais pura obra de nossa música, um hino. Quando lembrar "Fabiana" lembrarei um mito. Beijos no coração (valente).

[Sobre "Geraldo Vandré, 70 anos"]

por Osni Calixto
13/8/2010 às
15h55

Até que uma quebra nos separe
Eu tenho uma Nikonzinha de 4MP que acho uma maravilha até hoje. Ela já caiu no chão várias vezes, está toda arranhada, o flash já não funciona, mas ainda me permite fotografar a maioria das coisas. A qualidade de renderização (acho que é esse o termo, me refiro à transformação da luz e seus matizes em informação digital, que é feito pela própria máquina, produz cores e sombras ótimas) é muito boa, e dá de 10 a zero nas mais modernas Sonys equivalentes e de capacidade muito mais elevada (as áreas escuras das Sonys ficam com aqueles rastros horríveis). Até que ela pare definitivamente de bater fotos, fico com ela.

[Sobre "Colocando o preto no branco das câmeras digitais"]

por Gustavo
13/8/2010 às
09h58

Vejam o filme Capítulo 27
Vejam o filme "Capítulo 27". Pra ligar o livro ao fato de que você resolva assassinar um astro da música pop. Pra quem gosta de Beatles é um prato cheio!

[Sobre "O apanhador no campo de centeio"]

por Marcio Couto
12/8/2010 às
16h30

Julio Daio Borges
Editor

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