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Sexta-feira, 27/8/2010
Comentários
Leitores

Penguin aqui não é popular
Poderia ser uma ótima notícia, significando que o livro finalmente poderia se tornar algo popular no Brasil. Na Inglaterra as pessoas pagam pouquíssimo pelos livros da Penguin - é normal ver gente lendo os livrinhos no metrô, na grama do parque etc. Infelizmente, aqui esses livros não saem com preço tão baixo quanto lá. Não são tão caros quanto muita coisa que se vê nas livrarias, claro, mas a coisa continua longe da propalada ideia de "popular". Ou será que livro, cultura, no Brasil, é mesmo coisa para os poucos ilustrados felizes de sempre?

[Sobre "Os primeiros volumes da Penguin Companhia"]

por Paulo Cezar de Mello
27/8/2010 às
10h23

Jornal não é prioridade
Acabar jornal é uma coisa que me deixa desesperada. Sei que não gasto dinheiro com jornais. Não tenho assinaturas. Leio jornais "de ontem" de assinantes de outros apartamentos e que o zelador separa antes de dar um fim. Não acho caro assinaturas de jornais. Eu é que tenho outras prioridades e por isso não disponibilizo dinheiro para comprá-los. Mas ler jornal, segurar no jornal, virar suas páginas, recortar coisa que me interessam e que às vezes ficam guardadas por longos tempos, me encantam tanto quanto agora com a internet.

[Sobre "João Moreira Salles e o fim"]

por Liliane de Paula
27/8/2010 às
06h01

O tuiteiro pegou pesado
O tuiteiro pegou pesado. O patrão só podia mesmo demitir. Não dá para manter na redação um cara que acha isso da própria revista. Se ela presta ou não, não sei dizer, porque não leio há décadas.

[Sobre "Criticou a Veja? Na Abril, rua"]

por Felipe Pait
26/8/2010 às
07h58

Típico do mestre Borges
Acredito que Borges, fã que era de H.P. Lovecraft e seus livros apócrifos, ele mesmo tendo inovado ao escrever ensaios sobre livros que não existiram e até a história de Pierre Menard, veria com bom humor essa confusão toda. Talvez até concordasse com a poeta que afirmou que o poema era mesmo de um Borges que teria se arrependido depois - só pelo efeito. Típico do mestre.

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por Noah Mera
25/8/2010 às
21h16

O Nook é melhor que o Kindle
Gostei do teu artigo e também estou entusiasmada com os e-readers e o que eles permitem. Eu sempre gostei do Kindle e em novembro do ano passado eu ganhei um e adorei, fui me acostumando com a leitura e com sua pouca usabilidade - não fiquei querendo usá-lo como um computador, o que já facilita bastante. Eu consegui colocar muita coisa nele, inclusive os meus PDFs, para ler em qualquer lugar quando sobra um tempo. Espero que os títulos em português aumentem e as possibilidades de converter outros formatos para o do Kindle também. Sei que o Kindle tem muito a melhorar e outros gadgets como o Nook da Barnes and Nobles já são bem melhores que ele, tanto no design, utilizando os dois tipos de tela, como permitindo o empréstimo dos livros, o que é muito bom.

[Sobre "Lendo no Kindle"]

por Isabel
25/8/2010 às
15h41

Passarinho tímido
Quintana é um passarinho tímido no meu quintal.

[Sobre "A idade de ser feliz"]

por Iara Ribeiro
25/8/2010 às
11h39

Objeto de venda e desejo
Essas atividades eróticas, pornográficas, fazem parte de um comércio e de um mercado no qual o objeto da venda e o obejto do desejo do comprador é simplesmente o corpo humano.

[Sobre "Nas redes do sexo"]

por Manoel Messias Perei
25/8/2010 às
07h59

Textos assinados por outros
Parabéns, Isabel. Como sempre, inovando e esclarecendo. Acontece que milhares de textos andam pelo mundo assinados por vários autores. Continue assim e sucesso no blog. Abraços.

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por Angela Reale
24/8/2010 às
18h44

Quanto mais alienado, melhor
Ana, vejo o pouco interesse do governo (não só o daqui) em mudar esta realidade bisonha. Quanto mais néscio e alienado for o cidadão, melhor. Mesmo nas escolas particulares existe essa deficiência, acham que por dar aulas em inglês já são diferenciados o bastante. O conteúdo do que se ensina é mínimo e por vezes desnecessário, um monte de coisas supérfluas que não conferem conhecimento e muito menos cultura. A internet com seu linguajar bisonho que foi formado a partir do pouco conhecimento da língua escrita e falada tem contribuído demais para esse acesso à desinformação e à incompetência de interpretação textual. Professores mal formados e que não procuram melhor capacitação existem aos milhares; já aquele que corre contra a preguiça e se capacita, não consegue apoio aos seus projetos que tornariam a aula e o apredizado mais eficazes, pois tem que mostrar números e não qualidade (repetência zero 10 x 0 instrução adequada).

[Sobre "Por que a Geração Y vai mal no ENEM?"]

por Carlos Patez
24/8/2010 às
14h59

Eu troco!
Hey, Lucky Pita, eu troco um García Márquez somente por 1 Ryoki Inoue, sem dúvida! Aposto que você nunca leu uma obra dele. Então leia primeiro para depois falar qualquer coisa.

[Sobre "Ryoki Inoue"]

por Cínthia Lemes
24/8/2010 às
13h06

Julio Daio Borges
Editor

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