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Domingo, 29/8/2010
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Lady Gaga em todo lugar
Eita, mais um utilizando a teoria de indústria cultural e crise de identidade no mundo pós-moderno pra tentar minar a Lady Gaga. Não tem jeito, Sr. Reinaldo. Gaga é o primeiro fenômeno pop global desde Madonna e Michael Jackson. Já faz parte da nossa cultura. Gaga está em tudo, nas ruas, nos jornais, na TV, na internet. Relaxa, escuta "Just Dance" e aprende a curtir um pouco a vida.

[Sobre "Lady Gaga, uma aula do pastiche"]

por Túlio Moreira
29/8/2010 à
00h45

É muito difícil
Faço minhas as palavras de Geny acima. Nesse momento estou passando por essa situação, e é muito difícil.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Anne
28/8/2010 às
14h45

Não soframos pelos jornais
Olha, pessoal, tem coisas e fatos que são inevitáveis. A vida tem me ensinado que esperar algo acontecer, sem sofrer, quando não podemos evitar, é mais sábio. Toda vez que tiram algo da gente (nesse caso, de muita gente) nos entristece. (Mas toda atividade do ser humano impacta o meio ambiente, existem impactos positivos e negativos). Será que acabar com jornais vai funcionar? Gosto muito de ler jornais, mas a velocidade das informações atropelaram esse meio. Então se a "modernidade" nos sugere ferramentas de informação virtual, vamos a elas. Se só nos restar saudades, não soframos com isso. As novas gerações, mais ou menos cultas que outras, estão aí e cedo ou tarde tomarão as rédeas. Portanto, vivamos em comunhão. Sem perder o foco, é claro. Também não acho esse processo bom. Acho até que o homem vem atropelando a si mesmo há várias décadas. Tudo passa, tudo passa, menos o tempo de cada um.

[Sobre "João Moreira Salles e o fim"]

por Célio
27/8/2010 às
23h52

A lide das palavras
Temos muito a apreender na lide das palavras. Essa iniciativa do SESC/PR nos trouxe oportunidades imperdíveis de aprimorar e expandir horizontes.

[Sobre "Autores & Ideias no Sesc-PR II"]

por Tere Tavares
27/8/2010 às
11h52

Penguin aqui não é popular
Poderia ser uma ótima notícia, significando que o livro finalmente poderia se tornar algo popular no Brasil. Na Inglaterra as pessoas pagam pouquíssimo pelos livros da Penguin - é normal ver gente lendo os livrinhos no metrô, na grama do parque etc. Infelizmente, aqui esses livros não saem com preço tão baixo quanto lá. Não são tão caros quanto muita coisa que se vê nas livrarias, claro, mas a coisa continua longe da propalada ideia de "popular". Ou será que livro, cultura, no Brasil, é mesmo coisa para os poucos ilustrados felizes de sempre?

[Sobre "Os primeiros volumes da Penguin Companhia"]

por Paulo Cezar de Mello
27/8/2010 às
10h23

Jornal não é prioridade
Acabar jornal é uma coisa que me deixa desesperada. Sei que não gasto dinheiro com jornais. Não tenho assinaturas. Leio jornais "de ontem" de assinantes de outros apartamentos e que o zelador separa antes de dar um fim. Não acho caro assinaturas de jornais. Eu é que tenho outras prioridades e por isso não disponibilizo dinheiro para comprá-los. Mas ler jornal, segurar no jornal, virar suas páginas, recortar coisa que me interessam e que às vezes ficam guardadas por longos tempos, me encantam tanto quanto agora com a internet.

[Sobre "João Moreira Salles e o fim"]

por Liliane de Paula
27/8/2010 às
06h01

O tuiteiro pegou pesado
O tuiteiro pegou pesado. O patrão só podia mesmo demitir. Não dá para manter na redação um cara que acha isso da própria revista. Se ela presta ou não, não sei dizer, porque não leio há décadas.

[Sobre "Criticou a Veja? Na Abril, rua"]

por Felipe Pait
26/8/2010 às
07h58

Típico do mestre Borges
Acredito que Borges, fã que era de H.P. Lovecraft e seus livros apócrifos, ele mesmo tendo inovado ao escrever ensaios sobre livros que não existiram e até a história de Pierre Menard, veria com bom humor essa confusão toda. Talvez até concordasse com a poeta que afirmou que o poema era mesmo de um Borges que teria se arrependido depois - só pelo efeito. Típico do mestre.

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por Noah Mera
25/8/2010 às
21h16

O Nook é melhor que o Kindle
Gostei do teu artigo e também estou entusiasmada com os e-readers e o que eles permitem. Eu sempre gostei do Kindle e em novembro do ano passado eu ganhei um e adorei, fui me acostumando com a leitura e com sua pouca usabilidade - não fiquei querendo usá-lo como um computador, o que já facilita bastante. Eu consegui colocar muita coisa nele, inclusive os meus PDFs, para ler em qualquer lugar quando sobra um tempo. Espero que os títulos em português aumentem e as possibilidades de converter outros formatos para o do Kindle também. Sei que o Kindle tem muito a melhorar e outros gadgets como o Nook da Barnes and Nobles já são bem melhores que ele, tanto no design, utilizando os dois tipos de tela, como permitindo o empréstimo dos livros, o que é muito bom.

[Sobre "Lendo no Kindle"]

por Isabel
25/8/2010 às
15h41

Passarinho tímido
Quintana é um passarinho tímido no meu quintal.

[Sobre "A idade de ser feliz"]

por Iara Ribeiro
25/8/2010 às
11h39

Julio Daio Borges
Editor

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