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Segunda-feira, 6/9/2010
Comentários
Leitores

Revolução de regime político
Estamos num processo eleitoral, e, não, político. E quando temos partidos que submetem a palhaçada como proposta de ação governamental, é porque a seriedade já se foi. É preciso pensar numa revolução de valores, de pensamentos, de regime político. A população deve ter um pouco de ética, de vergonha e começar a questionar essa politicalha sem graça, e com um único propósito, que não é administrar nada.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por Manoel Messias Perei
6/9/2010 às
17h15

A magia da leitura
Ótimo texto, a comparação entre o preço do impresso e do digitalizado mostra como esse mercado tem de evoluir e como o preço "alto" dos livros não é parte unicamente da "fome capitalista das empresas por trás deles". E dizer que o livro é muito mais que conteúdo foi genial, quem realmente gosta de ler, gosta também do objeto livro, de sentir as folhas ásperas sob os dedos, do ato de manuseá-lo, de marcar as páginas e, claro, exibi-los por aí. Esse ritual faz parte da magia de uma boa leitura.

[Sobre "Sobre o preço dos livros 2/2"]

por Guilherme
6/9/2010 às
16h27

Mais seriedade e vergonha
Texto esclarecedor porque nos exorta quanto a nossa visão política e intelectual sobre a importância de termos uma sociedade comprometida com aqueles que nos representam no Congresso Nacional. Tiririca é apenas um sinal de que a nossa sociedade carece de seriedade e vergonha na cara para exercitar a democracia como forma de expressar nossos pontos de vista. Nada contra a pessoa do comediante, mas separarmos as coisas é fundamental para que a população aprenda a valorizar seu voto.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por gilberto barros lima
6/9/2010 às
15h38

Ana, ótimo artigo. Parabéns!
Ana, ótimo artigo. Parabéns!

[Sobre "Por que é preciso despistar a literatura"]

por Henrique Rodrigues
6/9/2010 às
13h07

Longe da educação
Ana Elisa, pois é, você disse tudo. O ENEM quer o que não se dá à juventude dentro da escola. E não o culpo; não se deve nivelar por baixo. Infelizmente sempre que penso nisso conhecendo a rotina diária dos professores e das escolas, me lembro como estamos longe de chegar a uma educação realmente interdisciplinar e que faça sentido para quem é jovem. Excelente contribuição a sua.

[Sobre "Por que a Geração Y vai mal no ENEM?"]

por Aline Braga
6/9/2010 às
12h13

Borges, o mestre
Cada vez que alguém reforça a verdade de que este texto de autoajuda não é de Borges, fico feliz. Talvez o poeta se divertisse com esta confusão, uma vez que ele próprio usava a dúvida como estilo literário. Mas para seus admiradores é irritante alguém acreditar que este amontoado de clichês fez parte da sua obra. Parabéns à autora pelo texto e por nos devolver um fragmento, este verdadeiro, do grande mestre argentino.

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por Helena
6/9/2010 às
10h41

Escrever para quem?
Estas estatísticas de livros per capita são puro engodo. Sem diferenciar os diversos nichos que geram publicações, obras paradidáticas acabam sendo registradas como obra literária. Literatura tem alguma relação com livro, mas seu limite é o propósito. Outra questão interessante é se o autor deve escrever motivado pelo mercado leitor ou deve buscar conformar a sua obra? Escrever em cima das demandas criadas por um projeto editorial é uma coisa, conformar uma peça literária baseando-se no apetite leitor fica parecendo clichê de um certo escritor que dá expediente na Academia Brasileira de Letras...

[Sobre "Por que é preciso despistar a literatura"]

por Dudu Oliveira
6/9/2010 à
01h16

Conscientização ao votar
Muito bem descrito o processo de nossas eleições e da democracia brasileira. O que me incomoda é que as votações em personalidades não ideológicas - será que existem ideólogos no Brasil? - ou "engraçadas" seja uma forma de negar e protestar contra o desconhecimento ou a falta de candidatos no qual votar. Em vez de anular o voto, dizendo "não tenho em quem votar", anula-se o voto, votando no inútil. Acho que já é hora da conscientização: nosso processo político é uma brincadeira - veja os programas eleitorais da TV e Rádio, é um concurso para um bom emprego, não tempos partidos e muito menos quem defenda ideias ou ideologias. Debate político então... nem pensar.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por Dênio Mágno da Cunha
5/9/2010 às
16h02

O Rio de Janeiro é um tesouro
Adorei o artigo! O Rio é um tesouro de arquitetura colonial, neoclássica, eclética, protomoderna, moderna, pós-moderna e de arte ambiente: chafarizes, murais, grafites, estátuas... Mantenho um blog sobre o Rio, seus encantos, história, literatura, arquitetura e arte - o Literatura & Rio de Janeiro - gostaria que você conhecesse.

[Sobre "Arquitetura carioca: um patrimônio menosprezado"]

por Ivo Korytowski
4/9/2010 às
08h52

Basta aplicar os impostos
Concordo com o conteúdo abordado e comentários recebidos. Perfeitos! Que não baixem os impostos, que elimine-se a roubalheira e que se criem os benefícios esperados pela população. Li há poucos dias, que o Brasil já não precisa aumentar impostos na América do Sul, ao contrário de todos os outros, basta saber aplicar! No comentário sobre o Clodovil, apenas por ele já não estar entre nós; ele deixou um projeto que reduz o número de Senadores, Deputados e Vereadores que se mantém "engavetado", creio de uma visão extraordinária! Se aliado a isso acabassem as mordomias exageradas, o Brasil seria outro. Sou apenas um observador de longe.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por WALTER LUIZ CID DO N
3/9/2010 às
17h50

Julio Daio Borges
Editor

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