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Terça-feira, 7/9/2010
Comentários
Leitores

Então o poema é bom
Isabel, parabéns pela peneirada crí­tica no texto "Instantes". O bom dessa história toda é que o poema é bom. Não fosse, não seria atribuído a Borges. Sua autoria, no caso, pouco importa. Importa apenas saber que tivemos Borges, que "assina" até poemas nossos, como querí­amos fossem seus.

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por Gildemar Pontes
7/9/2010 às
14h18

Desconfiei logo que li
Finalmente alguém revela esse fato. Desde a primeira vez que li o poema desconfiei desse tomaria mais sorvete e menos lentilha que decididamente não combina com ele.

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por J MAURICIO GUIMARAES
7/9/2010 às
11h13

Belo texto sobre Borges
Um belo texto sobre o Borges. Agora, esse poema está mais para Pedro Bial! Descadaramente não é do Borges. Penso aqui comigo: tenho visto dezenas de poemas assinados por Drummond, Bandeira, Cecília etc., correndo pela rede que são de autoria duvidosa...

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por L Rafael Nolli
7/9/2010 às
10h49

Alerta para novos escritores
Sou escritora e internauta. Na rede (escrevo para 07 sites e gerencio 04 blogs) tenho cerca de 800.000 leituras. Publiquei, à minha custa, 06 livros. Vendi 1500 exemplares, somando todos. Ou seja, na Net, de graça, sem receber nem pagar, tenho muito mais leitores e atendo muito mais público. Segui, como escritora, os caminhos normais: lançamentos, pagos à minha custa, entrevistas em jornais, participei de várias Bienais e festas literárias e sou convidada para fazer palestras em escolas e bibliotecas. De graça! Tenho três títulos acadêmicos. Ficam lindos na minha biblioteca e é só. Amigo, você está coberto de razão. Deixei-me seduzir pela "Deusa Cadela", como D.H. Lawrence chamava a Literatura. Não digo que tive prejuízo com os livros; nenhum encalhou, todos foram vendidos e ainda sobrou "algum" para mim. O problema com os escritores iniciantes é que caem nas mãos das editoras caça-níqueis, e se enchem de desespero e prejuízos; além do desencanto, é claro. Sempre que me procuram, faço questão de alertá-los.

[Sobre "Não existe pote de ouro no arco-íris do escritor"]

por Miriam Sales
7/9/2010 às
10h04

Uma aula sobre Borges
Excelente artigo de Isabel Furini. Vou ler mais coisas de Borges, depois dessa aula magna... Parabéns.

[Sobre "Instantes: a história do poema que não é de Borges"]

por Valdeck Almeida
7/9/2010 às
09h03

O livro de Tony Judt
Julio, muito obrigado por repercutir o lançamento desse livro. O Judt foi uma das mentes mais lúcidas do século 20. Mal posso esperar para ler seu livro póstumo de memórias.

[Sobre "Reflexões sobre um século esquecido (1901-2000), por Tony Judt"]

por Daniel Lopes
7/9/2010 às
03h00

Esperto é o Lula
Prezado Marcelo, seu artigo é lindo, bem fundamentado e tudo de bom... No entanto, é dirigido a uma parcela mínima do povo brasileiro. Quantos eleitores entenderiam o que significa uma ideologia politica e o que ela abrange? Talvez se os marqueteiros inventassem uma forma de aplicação de uma ideologia a um jogo de futebol, chegassem a entender um pouco. Você escreveu um lindo artigo para uma elite escolarizada... Ainda que saiba ler, o que entenderá um sujeito nascido e criado nos confins desse Brasil imenso? Esperto tem sido o Lula, com seu discurso rasteiro, mas que atinge a grande massa votante. Será ele o "cara"? Sob esse aspecto, é sim... Soube, direitinho, como se dirigir ao nosso povo inculto que só se interessa por futebol e carnaval, infelizmente. Nada contra os dois, mas cada coisa em sua hora e um povo com EDUCAÇÃO básica de qualidade saberia distinguir e não se deixaria levar por dicursos demagógicos. Lamentavelmente, a EDUCAÇÃO, há tempos, não tem sido prioridade... Abraços.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por regina m de m cardos
6/9/2010 às
17h54

Revolução de regime político
Estamos num processo eleitoral, e, não, político. E quando temos partidos que submetem a palhaçada como proposta de ação governamental, é porque a seriedade já se foi. É preciso pensar numa revolução de valores, de pensamentos, de regime político. A população deve ter um pouco de ética, de vergonha e começar a questionar essa politicalha sem graça, e com um único propósito, que não é administrar nada.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por Manoel Messias Perei
6/9/2010 às
17h15

A magia da leitura
Ótimo texto, a comparação entre o preço do impresso e do digitalizado mostra como esse mercado tem de evoluir e como o preço "alto" dos livros não é parte unicamente da "fome capitalista das empresas por trás deles". E dizer que o livro é muito mais que conteúdo foi genial, quem realmente gosta de ler, gosta também do objeto livro, de sentir as folhas ásperas sob os dedos, do ato de manuseá-lo, de marcar as páginas e, claro, exibi-los por aí. Esse ritual faz parte da magia de uma boa leitura.

[Sobre "Sobre o preço dos livros 2/2"]

por Guilherme
6/9/2010 às
16h27

Mais seriedade e vergonha
Texto esclarecedor porque nos exorta quanto a nossa visão política e intelectual sobre a importância de termos uma sociedade comprometida com aqueles que nos representam no Congresso Nacional. Tiririca é apenas um sinal de que a nossa sociedade carece de seriedade e vergonha na cara para exercitar a democracia como forma de expressar nossos pontos de vista. Nada contra a pessoa do comediante, mas separarmos as coisas é fundamental para que a população aprenda a valorizar seu voto.

[Sobre "A quem interessa uma sociedade alienada?"]

por gilberto barros lima
6/9/2010 às
15h38

Julio Daio Borges
Editor

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