busca | avançada
43364 visitas/dia
1,2 milhão/mês
Sexta-feira, 13/10/2006
Comentários
Leitores

Big Fun
Delícia, muito boa a matéria! Senti falta apenas de mencionar o álbum Big Fun, que também tinha um time da pesada como o Joe Zawinul, Herbie Hancock, Chick Corea, Wayne Shorter, John McLauglin, Steve Grossman, Dave Holland, Michael Henderson e Jack DeJohnette. Não sei se é real, mas o "chato" do John McLauglin entrou substituindo o Jimi Hendrix, que Miles Davis tentou de toda maneira para tocar com ele mas não conseguiu e ele teve que se contentar com o McLauglin. Realmente não dá para comparar os dois. Mas pelo título da musica "go ahead John", Miles Davis devia gostar bastante do que o McLauglin fez no disco. Também acho ele chato, mas lá na minha opinião ele está bem.

[Sobre "15 anos sem Miles Davis, o Príncipe das Trevas"]

por Diter Stein
13/10/2006 às
18h48

Divino, simples e belo
Marilia, adorei a sensibilidade de seu texto, e a forma como trata Estamira, como se a conhecesse pessoalmente, hah sim um toque poetico, como disse acima Marcos Prado, e mais que isso, uma visao espiritual da vida de Estamira na passagem do mar. Seu texto nos faz querer que você fale mais sobre suas impressoes e, por isso mesmo, o longo se faz pequeno, adorei, beijos, Thi

[Sobre "Estamira: a salvação no lixo"]

por Thiago Souza (Devin)
13/10/2006 às
16h25

JK democrata?
Só para esclarecer: JK ficou sabendo do Golpe de 1964 duas ou três semanas antes. E nada fez! Porque achava que seria beneficiado: os militares cassariam Brizola (PTB), o favorito para as eleições de 1965, e convocariam eleições em que seria JK (PSD) X Lacerda (UDN). Só que JK também foi cassado e o resto já sabemos. Se ele fosse tão democrata e cumpridor da Constituição, não teria se levantado contra o Golpe?

[Sobre "Aproximações políticas, ontem e hoje"]

por Alexandre Magno
13/10/2006 às
13h51

Quem fará a reforma?
O problema em fazer a reforma política é que os encarregados de fazê-la são justamente os deputados federais e senadores que se beneficiam do status quo. A sociedade deve discutir uma maneira de fazer a reforma de forma independente. Como impedir que a raposa ataque o galinheiro, se ela já está dentro dele?

[Sobre "O futuro político do Brasil"]

por Alexandre Magno
13/10/2006 às
12h14

O candidato inexistente
Guga, eu também votaria em seu candidato, com suas idéias revolucionárias. "Viva a revolução"!, e não é ironia. Mas a coisa política está tão suja, que para ele ser realmente candidato, teria que inventar um partido só para ele.

[Sobre "Voto fulo"]

por Marcelo Telles
13/10/2006 às
09h16

Ler menos não ajuda a pensar
Ler menos não ajuda a pensar, caso o contrário o Lula seria um intelectual. Paulo Coelho faz sucesso porque o leitor quer pensar e não encontra literatura que o atinja com linguagem acessível. Baboseira por baboseira ficam com o bruxo. É chato, mas os best sellers sempre foram noveloes tipo Stephen King, Rosamunde Pilcher, etc, etc. É assim mesmo...

[Sobre "Conversas sobre literatura"]

por alexandre fogliano
13/10/2006 às
08h30

Interesses escusos evidentes
O que parece simples para todos, para os "fazedores" de leis e regulamentos no Brasil, é complicado. Claro que, como sempre, existem muitos interesses escusos por trás disso tudo. É evidente, e ficaria bem mais claro para o eleitor, que as eleições para o executivo (presidente, governadores e prefeitos) deveriam ser na mesma data. Da mesma forma para o legislativo (senadores, deputados federais e estaduais, vereadores). Infelizmente não é, e a eleição maior (presidente e governadores) ofusca a do legislativo e são eleitos figuras bizarras como aconteceu este ano. A esperança, embora esteja se perdendo totalmente, é que isso seja corrigido.

[Sobre "O futuro político do Brasil"]

por joão rafael
12/10/2006 às
18h44

Voto fulo também
Guga. Maravilhoso este seu texto. Assino embaixo, como se meu fosse. Quem sabe, algum dia, este país consiga ser moralizado. Abraços. Eliana.

[Sobre "Voto fulo"]

por Eliana Q. Linhares
12/10/2006 às
15h17

O problema do voto nulo
O problema do voto nulo é que ele não vale nada, independente da quantidade de pessoas que votem nulo. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral deu uma entrevista explicando os furos na lei, que fazem com que o voto nulo não tenha expressividade e, pior, até contribua para que os candidatos que estão concorrendo necessitem de menor quantidade de votos para se eleger. Citando parte da entrevista: O texto (da constituição) não diz ser necessário que mais da metade do votos sejam válidos, isto é: os dados aos candidatos. Determina apenas que será eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos. Assim, se 60% [do total] dos votos forem brancos ou nulos, uma hipótese remota, será eleito o candidato que obtiver pelo menos 20% mais um dos votos válidos (que, neste exemplo, foram 40%). Assim, votar nulo acaba sendo desperdício do voto e atitude passiva de escape - "não votei em ninguém, lavo minhas mãos." Eu prefiro votar direito.

[Sobre "Por que votei nulo"]

por Daniela Castilho
12/10/2006 às
13h17

Nobel cheira a mutreta
Na juventude, pensava na literatura, e nas escrituras. O que há de emocionante na ordem secular é a proximidade da morte. No silêncio das coisas, aprende-se a viver, é a arte pela arte, e promover sempre a celebração confusa de se estar tragicamente tentanado respirar. Este circulo fechado que quer restabelecer a fé em qualquer domínio... até parece que o criador fica no divã, comendo e roendo unhas, sem Freud pra psicanaliza-lo, e assim é o mundo em pleno incendio. Literar é registrar isto tudo... quanto ao Nobel, é bom esquecermos, cheira a mutreta, sacanagem.

[Sobre "Nobel de Literatura: apostas"]

por manoel messias perei
12/10/2006 às
12h06

Julio Daio Borges
Editor

busca | avançada
43364 visitas/dia
1,2 milhão/mês