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Quarta-feira, 18/10/2006
Comentários
Leitores

somos obrigados a votar
Eu nunca votei nulo, poderia ate' votar um dia, concordo com sua tese em quase tudo: nossa democracia e' uma banalizacao, como podemos viver em uma democracia se somos obrigados a votar?

[Sobre "Por que votei nulo"]

por joao marcos pereira
18/10/2006 às
12h02

votar em quem?
Primeira vez q acho alguem com minha opiniao sobre votar direito: mas votar em quem???

[Sobre "Por que votei nulo"]

por luiza
18/10/2006 às
11h44

Um toque poético
Gostei! Só vocês, mesmo, para dar um toque poético e claro às eleições.

[Sobre "Nebulosidade"]

por jaques
18/10/2006 às
11h31

O inferno é aqui
O inferno é aqui: voto obrigatório, voto de legenda via coeficiente eleitoral, baixa informação do povão (que é quem elege, por ser maioria no nosso país), pela incapacidade de acesso/compreensão do que é divulgado pelas diversas mídias, decorrente da maldade das políticas públicas de educação. Saber escolher? Como? Cadê as ferramentas? Institivamente? Tenham paciência... Concordo com o texto. E, com reservas, com a lista de candidatos apresentada... rs.

[Sobre "Por que votei nulo"]

por Luiz Alberto Dias
18/10/2006 às
11h20

Sobre livros e biscoitos
Sobre literatura e biscoitos, acho que é preciso manter o ímpeto da infância, o paladar aberto aos novos sabores. Depois, lamber os dedos e catar os farelos que ficaram na camiseta. Se forem bons, os livros ou biscoitos, compartilhe, se forem ruins, troque de marca, ou de escritores. Mas não deixe de reler ou experimentar novamente mais tarde, pois eles mudam com o tempo. Abraço meu e pare de me fazer gastar, vou já comprar A Caixa de Confeitos!!!

[Sobre "A caixa de confeitos da literatura contemporânea"]

por Ana Mello
18/10/2006 às
11h11

Garantir a rotividade
Com todos os defeitos existentes que um político tiver, prefiro ser representado um "ser humano". Não vejo vantagem na não-governabilidade, por mais ruim que seja um governo populista, como o do Lula, por exemplo. Penso que garantir a rotatividade da representatividade poderia ser uma solução, ou seja, não haver reeleição, para nenhum cargo de natureza política.

[Sobre "Por que votei nulo"]

por Marcelo Telles
18/10/2006 às
10h40

Votemos de bermuda!
Daniel, muito elucidativa a sua coluna! Parabéns, concordo com você!

[Sobre "Nebulosidade"]

por Hellen Gionzales
18/10/2006 às
09h49

Monteiro Lobato pra presidente
Eu pensei que tinha sido a unica a votar no Monteiro Lobato para presidente. Todo ano de eleicao eu vou no site do TSE para saber se os numeros da simulacao de urna mudaram. Uma coisa que nunca entendi e' como candidataram a Clarice, eu fico imaginando ela sentada na cadeira presidencial, languida, falando com aquele sotaque nordestino e meio fanha (quase o Lula, hein, quem viu a entrevista que ela deu na cultura para o Miele sabe do que eu tou falando...). Para Deputado, eu votei na legenda do Sitio mesmo, nao soube escolher entre a carismatica Emilha ou o inteligentissimo Visconde Sabugo. So' sei que o Saci ganha de lavada, afinal ele representa duas grandes minorias: a de negros e deficientes. (Brincadeiras 'a parte, desde 2002 esse tem sido o meu discurso em toda eleicao...)

[Sobre "Por que votei nulo"]

por Helana Gurgel
18/10/2006 às
09h07

Bexigas Coloridas, vou adotar
Gostei da idéia das bexigas coloridas.

[Sobre "Por que votei nulo"]

por Zamuner
18/10/2006 às
08h53

Sentimento gaúcho
Quem já foi ao Rio Grande do Sul e viu a linha reta do horizonte e ouviu um minuano zunir nas orelhas sente que ali tem um clima específico, um clima psíquico - tem uma coisa estranha nessas distâncias planas que dá um sentido de peso nas idéias que a gente tem do destino. Quando eu era pequeno eu achei que vi o Negrinho do Pastoreio passando a galope, lá longe. Eu gostava de por o chapéu do meu avô e ver minha sombra comprida no chão. E, menino, achei que tinha captado a essência do Dom Segundo Sombra. Outra vez, anos depois, conheci pessoalmente o capitão Rodrigo Cambará (se não era ele, quem poderia ser?). Uma outra vez, na Argentina, pouco depois da fronteira, tomei chimarrão com três peões índios, que me convidaram sem uma palavra e em silêncio continuamos, tomando chimarrão. Borges me indicou o Martin Fierro e eu li. Existe, perdida nos meandros do Rio Grande, uma idéia separativista. O Boitatá existe. Muito doido, véio, esse sentimento gaúcho.

[Sobre "A bem-sucedida invenção do gaúcho"]

por Guga Schultze
18/10/2006 às
03h20

Julio Daio Borges
Editor

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