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Terça-feira, 31/10/2006
Comentários
Leitores

fez muito bem
olha, posso ateh ñ te conhecer, mas o que vc fez foi mt bom p/ vc e sua familia tb.

[Sobre "Adeus, Orkut"]

por Caroline duarte
31/10/2006 às
14h07

o brasileiro, no fundo, merece
Pois é... isso só vem comprovar a ausência de auto-estima do brasileiro. Não se trata só de se iludir, mas também de precisar ser enganado. O Brasil vai ser afundado por essa corja de bandidos, e o brasileiro, no fundo, merece.

[Sobre "Engolindo Sapo Barbudo"]

por Fabiola Furlan
31/10/2006 às
14h03

um dos grandes da blogosfera
Considero o Eduardo um dos grandes na blogosfera. Arguto e prolífico, suas referências são amplas, com a devida atenção à cultura erudita. Ótima indicação.

[Sobre "Gazeta Cultural"]

por Rodrigo Xavier
31/10/2006 às
13h46

O Real em Turistas
Engraçado como nós nos indignamos com essas coisas... Achei ótima a premissa do filme, retratando a realidade de nossas grandes cidades... Vou assitir a esse filme na estréia!

[Sobre "A imagem do Brasil em Turistas"]

por Juliano Maesano
31/10/2006 às
13h27

Mensalão não é novidade
Discordo que mesmo o Mensalão seja uma novidade... Nos Governos Estaduais é uma prática comum (em Mato Grosso chamou-se, durante o governo do PSDB, de "Merenda"... isso bem antes de 2002). Nada contra o PSDB ou o PFL, meramente uma questão de ser preciso em relação à triste realidade.

[Sobre "Engolindo Sapo Barbudo"]

por Glaucia
31/10/2006 às
13h24

É piada mesmo
Me recordo da última vez em que me dei ao trabalho de corrigir a Veja. Recebi um e-mail mal-educado de algum boçal da revista, querendo dar razão ao erro...

[Sobre "Editor, corrija por favor!"]

por Juliano Maesano
31/10/2006 às
13h23

Ranhetando
É a segunda vez que eu saio no blog do digestivo. E sempre com alguma citação que eu coloco no meu blog, nunca com texto próprio, sempre como referência da referência. Meu codinome aqui devia ser garota-apud. [brincadeira, eu não podia perder a piada nerd, não podia].

[Sobre "You can never replace anyone"]

por Helana Gurgel
31/10/2006 às
12h43

uma sugestão
ei, ana! gostei do 1º e do 2º dia e achei que a coisa iria realmente andar; mas o último me fez colocar os pés de volta no chão e sacar que as coisas não são tão diferentes assim na universidade privada. no próximo, sugiro um profissional de "webwriting", já tenho até uma sugestão, bruno rodrigues, que tal! força ai! bj grande lenise

[Sobre "Profissionais do Texto II"]

por lenise regina
31/10/2006 às
12h34

voto: direito obrigatório
É fato que, há trinta anos, pessoas morreram por este país, lutando pela liberdade. Ironicamente essa luta acabou rendendo numa aberração que o TSE cita como direito conquistado e nunca explicita as penas pela infração do direito(?). Esse "direito obrigatório" tem 20 anos de enraizamento na cultura social brasileira. Somos levados a votar no "menos pior" como se isso fosse politicamente saudável. O fato é que, dentro de um coletivo, grávidas têm o direito de não passar pela catraca e o dever de pagar a passagem. Observe que em nenhum momento elas são obrigadas a subir no ônibus. O voto deveria ser assim: direitos e deveres dentro de um contexto - e esse contexto é votar ou não. Enfim, o voto deveria ter retornado livre à sociedade. Isso seria algo realmente educativo e, tantos anos depois do fim da ditadura, não estaríamos aqui discutindo, por exemplo, sobre voto nulo que é algo que o eleitor deve ou não fazer de acordo com a reflexão pessoal (e por que não dizer?, sem repressão).

[Sobre "A favor do voto obrigatório"]

por Leo Cabral
31/10/2006 à
01h36

Arte é igual a dor?
Tema interessante, bem construído, culto, enriquecedor. Quanto a abrangência genérica, concordo; quanto à loucura específica ou não do artista, seus supostos, prepostos e conclusões, deixo a critério de quem estuda o assunto, e contribuo transcrevendo: "...considerando que é próprio do artista pôr no mundo um ser que jamais foi visto, nunca ouvido ou tocado antes dessa instauração, pensar esteticamente supõe fazer contato com esse campo de passagem entre o não-ser artístico e a forma perceptível, assim como pensar psicanaliticamente implica transitar entre o não-dito e o dizível. (...) Fundamental, desde a dinâmica da presença e da ausência do sensível, a experiência estética é vizinha da experiência psicanalítica: uma silenciosa abertura ao que não é nós e que em nós se faz dizer." (Citação extraída da contra capa do livro "Arte, Dor: Inquietudes entre Estética e Psicanálise", de João A. Fraize-Pereira.)

[Sobre "Artistas não são pirados"]

por Vanice RC Burani
30/10/2006 às
18h39

Julio Daio Borges
Editor

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