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Quarta-feira, 22/9/2010
Comentários
Leitores

Cada trajetória é única
A mudança de idade é um tempo de reflexão. Como um rito de passagem, ela nos convida a fazer um balanço de nossas derrotas e conquistas. Passei por isso quando fiz quarenta e, agora, passo por situação semelhante ao adentrar nos cinquenta. Tenho até um poemínimo que fala sobre isso: "do alto/ de meus quarenta anos/ olho para baixo/ e sinto certa vertigem...". No entanto, nossa trajetória é única. Nem sempre brilham mais aqueles que merecem, nem são naturalmente os mais reconhecidos. A vida nos coloca uma série de pedras no caminho. Mas o melhor é curvar-se, recolher as pedras e aproveitar a paisagem ao redor. Ou transformá-las em pedras de gelo e beber nosso drink favorito on the rocks... Abraço.

[Sobre "Diga: trinta e três"]

por Ricardo Mainieri
22/9/2010 às
15h40

Não se espelhe em ninguém
Não se consegue fugir das comparações. Melhores ou piores. E esse assunto é crucial para o nosso amor próprio. Deixe de lado as comparações e surgirá, sempre, um outro ser humano em cada dia da nossa vida. Não se espelhe em ninguém. Sequer dê muita importância ao espelho todo dia de manhã, ou durante todo ele, escovando dentes ou simplesmente vendo as olheiras. Deixe disso. Nada é importante, fique certo. E não é de derrota que estou falando. É de viver somente. Tudo passa e o que fica é sem importância também. Abraços, poeta!

[Sobre "Diga: trinta e três"]

por Cilas Medi
22/9/2010 às
11h58

Se foi esquecido, não existiu
Um grande amor não se esquece. Se foi esquecido, é porque nunca existiu.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Fernando Ziliotto
22/9/2010 às
11h14

Melhor que visão de calor
Se servir de consolo aos pobres e medianos mortais, ao menos, em tese, não morreremos crucificados, como o nosso compadre Joshua, kkkkkk... Se bem que transformar água em vinho é um superpoder bem legal, melhor que visão de calor rsrs.

[Sobre "Diga: trinta e três"]

por Adalgiso Junior
22/9/2010 às
09h22

Concordo em gênero e grau
Concordo em gênero e grau com as suas colocações, Rafael! Num país onde os escritores não dispõem de uma certa estrutura para se promover como o nosso, acho que essa dose de empreendedorismo se faz altamente necessária, mesmo que seja uma divulgação em âmbito local, ao menos. Acho que é muito bom para o público o contato direto com o escritor, pois amplia ainda mais o circuito de pessoas em torno de sua obra! E talvez ajude a desmistificar essa "aura blasé" que você cita na tua matéria, na medida em que o público descobre no contato direto que o autor também é um ser de carne e osso, rsrs... Acho ainda, para concluir, que é importante, sim, cativar esse público mais voltado para a leitura de "best-sellers" também. Particularmente, eu não li sempre Borges, Bandeira e Gullar; admito que passei por obras de menor ou nenhum valor literário que, se não me aumentaram a cultura imediatamente, acabaram por pavimentar um caminho em direção a estes e outros autores que considero relevantes de fato...

[Sobre "Escrevemos para nós mesmos (?)"]

por Adalgiso Junior
20/9/2010 às
10h13

Sofri, mas valeu a pena
Antônio, você dá uma de derrotista neste artigo. Na verdade, aos 33 anos é bem a hora de recomeçar, de corrigir os maus feitos e partir para outra: nova mulher, nova profissão, novas gentes, novos objetivos. Assim, há uma maior probabilidade de se chegar aos 66 (como eu, que estou beirando desta marca), olhar para trás e poder dizer, de boca cheia: "Sofri, está certo... Mas valeu a pena".

[Sobre "Diga: trinta e três"]

por Ryoki Inoue
20/9/2010 às
08h48

Análise equivocada
Bom dia. Então, a análise está equivocada. Você está comparando o número de pessoas que escreve na internet, que aumentou, com a qunatidade de pessoas que lê livros nacionais ou estrangeiros. Para dar certo, das duas uma: ou se compara o número de leitores de livros com o número de escritores, ou se passa a considerar leitor de blogs (etc.) um leitor. Abraços.

[Sobre "Escrevemos para nós mesmos (?)"]

por Aline Braga
20/9/2010 às
08h06

O tempo é o melhor avalista
Rafael, interessantes colocações. Vejo a internet e também os blogues como uma possibilidade a mais, uma vitrine, digamos assim. O retorno é muito rápido (não o financeiro, claro), e quem escreve consegue saber se acertou ou não muito rapidamente. O quesito qualidade é muito relativo e isso devemos deixar para os críticos. Quando resolvi publicar meu primeiro livro, fui incentivado pelos leitores do meu blog que gostavam do que liam ali e praticamente forçaram que eu pensasse mais seriamente na edição e publicação. O fenômeno dos blogues vai passar, eu acho. A literatura fica. O tempo é o melhor avalista. Parabéns pelo texto. Abraço forte

[Sobre "O boom literário"]

por valter ferraz
20/9/2010 às
07h53

Livros serão relevantes?
Embora seja uma grande adepta dos livros impressos, acho que, nesse caso, a grande questão não é como leremos o livro no futuro - se físico ou virtual -, mas sim se ainda teremos os livros, e se eles ainda terão a relevância que sempre tiveram para a humanidade. O meu grande receio é que, nesses tempos de informação rápida e superficial, os livros acabem se tornando algo irrelevante para a futura geração de leitores...

[Sobre "Pelas mãos habilidosas dos grandes escritores"]

por Cássia Regina da Sil
19/9/2010 às
14h13

Estou lendo num iPhone
Excelente artigo, Marta. É exatamente isso. Como sempre acontece quando surgem novas tecnologias e suportes para os produtos culturais, perde-se de um lado e ganha-se de outro. Ainda é cedo para termos certeza do que vai dar... Estou lendo no iPhone "O amante de lady Chatterley" (indo e voltando do trabalho) e me surpreendi comigo mesma, pois me pego tão mergulhada como fico com um livro impresso. Pensei que não fosse conseguir, mas olha aí!

[Sobre "Pelas mãos habilidosas dos grandes escritores"]

por Mariana Simões
18/9/2010 às
15h20

Julio Daio Borges
Editor

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