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Segunda-feira, 27/11/2006
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Leitores

O dia-a-dia de Jorge Amado
Interessante verificar de perto a rotina de um escritor tão popular. Podemos identificar com clareza que muito mais do que técnica, a boa escrita é um trabalho de envolvimento. Claro que esse belo dia-a-dia de poder escrever na Europa e depois observando o mar da Grécia não é, e não deve ter sido, as condições normais e diárias desse grande escritor, mas sem dúvida faz parte do resultado de um trabalho de esforço, paixão, dedicação e compromisso. Muito mais que o efeito curioso das informações, me alegra a mensagem de que nossas histórias de vida são importantes, independente da imagem que projetamos no mundo. As lembranças e os sentimentos que essas nos fazem reviver é pessoal e intransferível. Lê-las nos faz perceber que essa é a grande missão de quando estamos vivos: viver intensamente.

[Sobre "O making-off da Navegação"]

por Andrea Leal
27/11/2006 às
16h21

Onde está a arte na Bienal?
Olá, Jardel! Também fiquei muito decepcionada com essa Bienal... não tem interação com o público que sai de lá com uma sensação ruim, decepcionado. A arte precisa e deve trabalhar com a contestação, mas é possível fazer isso sem se afastar tanto e sem banalizar tanto a arte. Se pretendem seguir essa linha, seria mais honesto com o público mudar o nome do evento de Bienal de Artes para Bienal de Conceitos e Idéias, mas se querem continuar chamando o evento de Bienal de Artes, precisam seguir novos caminhos... e, principalmente, se aproximar da arte.

[Sobre "Bienal 2006: fracasso da anti-arte engajada"]

por liztrindade
27/11/2006 às
13h37

horoscopo feminino?
comprei o livro por indicação da dona da livraria (mulher, é claro). estou gostando da leitura. às vezes ele me parece querer por em palavras poeticas o universo da coletividade feminina, tentando adivinhar comportamentos e posturas da maioria. meio que um horoscopo feminino. até porque nao acredito em definições no que se refere ao ser humano. quer um exemplo? na cronica "O que quer o homem" (ou algo assim) me identifiquei com uma série de coisas que ele citou, mas não com todas. Somos, homens e mulheres, únicos, diversos sobremaneira, porque humanos. E graças a Deus por isso. Por tudo isso indico o livro. Traduz tipos de forma poetica, e nas insconsistencias, incongruencias e incoerencias, a gente acaba se achando, e achando muitas coisas... Abraços do Visconde.

[Sobre "O amor e as mulheres pelas letras de Carpinejar"]

por Viconde
27/11/2006 às
10h42

Livro: melhor amigo do homem!
Sou apaixonada pelos livros... Em geral, são os meus melhores amigos. Parodiando Vinicius de Morais, os livros são os melhores amigos do homem, ou seja, são cachorros "encapados".

[Sobre "Os livros que eu ganhei"]

por Cinthia
26/11/2006 às
19h08

Pintura morta de rir
Pelas ultimas edições da bienal, percebe-se que a pintura está mesmo morrendo, só que morrendo de rir... de ver o suicídio da arte conceitualista. Será mesmo que a inteligentíssima Lisete Lagnado está tão preocupada em que todos vivam juntos? Será que ela come com seus empregados na mesma mesa, ou luta para que todos desçam pelo mesmo elevador de seu prédio? Será que em sua casa ela usa como decoração um carrinho de catador de lixo? Se a arte como política não serve para mudar o ser humano, deveria ao menos ser algo que ficasse para as próximas gerações, que é o fazemos quando queremos alimentar nossa alma com arte, buscar a arte do passado (coitada da nossa geração...).

[Sobre "Bienal 2006: fracasso da anti-arte engajada"]

por Marcos da Silva
26/11/2006 às
18h38

fui lendo, lendo...
Ana, comecei lendo e pensando: esse texto nao vai me interessar, porque essa coisa de telefone nao e' comigo, mas fui lendo, lendo e adorei! Muito bom! Abracao, Aurea

[Sobre "As ligações perigosas"]

por Aurea
25/11/2006 às
22h58

quero conhecer sua biblioteca
Ana, esse seu texto ficaria ótimo no livro "Paixão pelos livros". Ah! um dia quero conhecer sua biblioteca e olhar, um pouquinho que seja, para seus livros. Pode? Saudade e um abraço. Áurea

[Sobre "Os livros que eu ganhei"]

por Áurea
25/11/2006 às
22h43

Mãe, quanta coisa feia!
Cada um é abençoado, nesta vida, de uma forma... Minha benção foi ter recebido uma filha que se interessa por artes plásticas, e adora ir a todas as exposições. Por insistência, dela fomos à 27ª Bienal. Ela tem 12 anos e essa foi a sua segunda Bienal. Seu comentário: "Mãe, quanta coisa feia". Respondi que quem gosta de coisa bonitinha compra bibelô na esquina... Mas você tem razão em sua crítica: Quanta coisa mal apresentada e sem propósito. Quanta banalidade e quanto lugar-comum... E, finalmente, quanto recurso ($) foi gasto em tanta bobagem?

[Sobre "Bienal 2006: fracasso da anti-arte engajada"]

por eugenia zerbini
25/11/2006 às
17h09

Criatividade à flor da pele
O Ricardo de Mattos exala criatividade. Impressionante!

[Sobre "Ad Usum Juventutis"]

por Rafael Rodrigues
24/11/2006 às
23h31

o gênio do século XX
Pela triste e trágica situação em que se encontram as artes -nas ultimas edições da bienal de São Paulo, por exemplo-, Beyus é a maior referência de como a arte chegou a isso. Ele foi muito além de Duchamp em se tratando de ironia e de como saber usar o poder persuasivo de alguém que carrega a aura mágica do artista, coisa que atualmente não existe mais, talvez extinta por ele mesmo... Ao criar a performance "COMO ENSINAR ARTE A UMA LEBRE MORTA", deu um verdadeiro xeque-mate (Duchamp tinha dado o xeque). Depois dessa performance, quem é que vai querer ser considerado "lebre morta", ao dizer que não entende que unhas, cadeiras, guarda-chuvas, pratos, roupas, bicicletas, fuscas? Não é arte??? Não entendo logo sou lebre morta (mas fico quieto...). Esse sim é o gênio do século XX. Salve, Beuys.

[Sobre "A arte como destino do ser"]

por Marcos da Silva
24/11/2006 às
21h47

Julio Daio Borges
Editor

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