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Sábado, 2/10/2010
Comentários
Leitores

Torcer para quem?
Belo texto. O pior, Daniela, é que pra você nada mudou de 2006 para cá. Ou seja, "tudo como antes no quartel..." Para mim, mudou: o que por si já é uma situação, aparentemente, melhor que a sua. Mas é só aparência, pois a mudança foi para pior. Se em 2006 eu arrisquei algumas apostas, neste ano não existem barbadas. Todas as opções são verdadeiras "roubadas". Com exceção do Senado, onde votarei em quem eu queria votar para a Presidência, as opções em "Vampiro", "Dilma Inácio" - Luis Roussef - e demais, são opções tristes. A única maneira é torcer, ainda que eu não saiba pra quem ou pra quê.

[Sobre "Domingão de eleição"]

por Silvio T Corrêa
2/10/2010 às
13h08

Adorei a parte dos sisos
"Eles têm a aparência de vírgulas com quase três centímetros de comprimento e, assim como o sinal de pontuação, separam dois períodos bem distintos da minha vida." Gostei muito da coluna, Vicente, mas simplesmente adorei esta parte. Meus sisos, felizmente, estão quietinhos no submundo da arcada dentária, e espero que fiquem por lá. Mas, se um dia se rebelarem, oxalá a dor me inspire um texto tão legal quanto esse.

[Sobre "Dentes usados, dentes guardados"]

por Adriana Tulio Baggio
1/10/2010 às
17h23

Concordo com tudo!
Concordo com tudo! Essa novela foi, pra mim, morna e cansativa...

[Sobre "O espiritismo e a novela da Globo"]

por Mila
1/10/2010 às
09h34

Upgrade via cristianismo
A influência do cristianismo presente nos textos - para quem, como eu, deixou ainda em vida de ser primeiro ateu e em seguida agnóstico (outros adiam tais mudanças para o pós-morte) - antes de ser algo que possa atrapalhar a fruição da obra, ou algo que está lá apenas como detalhe curioso, na verdade, apresenta-se como um upgrade na mesma. Ou, como dizem esses chatos da economia, "agrega valor". B^) Legal você ter comentado sobre esse livro. Abraço!

[Sobre "A Vida Intelectual, de A.-D. Sertillanges"]

por Yuri Vieira
30/9/2010 às
12h14

Direito à preguiça
Como o próprio Karl Marx visualizou o mundo não está parado à sombra de um modelo, mas em plena evolução. Só que Marx falava na maquinaria, que absorveria inclusive a mão de obra; ainda não havia a expressão robótica, automação ou informática. E tudo isto é dialético, temos que acompanhar a evolução e ficar mais tempo livre para beber, comer e amar, como previu Lesing, e tão bem escrito por Paul Lafarg, no seu "Direito à preguiça".

[Sobre "Ping, a rede social da Apple"]

por Manoel Messias Perei
30/9/2010 às
09h19

Coletânea do Vandré
Vivenciei momentos da ditadura, onde a nossa pracinha do diário (Recife-PE) transformava-se em uma praça de guerra, quando nós, estudantes, contestávamos as opressões. Aqueles momentos em que a PE invadiu as lojas de disco e destruiu todo o estoque do meu querido Geraldo Vandré. Ele era o nosso orgulho. "Pra não dizer que não falei das flores" era nosso hino. Em meio a tanta perseguição ainda consegui resgatar uma relíquia para presentear um amigo de Portugal. Sinto muita falta desse grande artista. E por que não fazer uma coletânea em sua homenagem? Nosso hino, principalmente o que foi gravado no festival do Maracanã, onde ele termina chorando e me fez chorar de tanta emoção. Hoje, aos 61 anos, sinto falta dessa preciosidade cantando "Disparada" e tantas outras... Hoje não existem mais compositores como nosso querido Geraldo Vandré.

[Sobre "Geraldo Vandré, 70 anos"]

por Edileuza Fernandes
30/9/2010 à
00h14

Experiências pessoais na arte
Todo autor tem na sua ficção ou intuição um pouco da sua existência, da sua arte de beber, do viver, do namorar, de imitar a arte escrita quase que intensamente. Só assim conhece com certeza o que vai escrever, tanto no sentir, no chorar, no ater com a arte literária.

[Sobre "Guimarães Rosa em Buenos Aires"]

por Manoel Messias Perei
29/9/2010 às
21h53

Isso aí: também concordo em...
Isso aí: também concordo em número, gênero e grau com o colunista. E vou além: o romantismo, que leva as pessoas a terem que estar constantemente "apaixonadas", é uma das maiores desgraças principalmente em países latino-americanos como o nosso. É por culpa do romantismo, gerador de paixões desenfreadas e do consequente exacerbado ciúme, que dezenas -- talvez centenas -- de mulheres morrem por ano assassinadas por parceiros enlouquecidos; que cresce o índice de alcoolismo e consumo de drogas em geral e que, entre outras coisas, nosso povo fica cada vez mais alienado mentalmente e não consegue dar atenção aos reais problemas sóciopolíticoeconômicos que assolam o País. Aliás, já pensei em escrever um artigo desancando de vez esse tal "romantismo", que gera, também, canções idiotizantes como as atuais baladas sertanejas e outras besteiras piegas do chamado "cancioneiro popular", as quais tentam nos empurrar diuturnamente pelos ouvidos, numa verdadeira lavagem cerebral. Urgh

[Sobre "Sim, é possível ser feliz sozinho"]

por Evaldo Nascimento
29/9/2010 às
18h08

Educar usuários de drogas
A discussão é válida, pena que ela se limita a questões dogmáticas. A liberdade do cidadão é posta em cheque por um lado (é crime consumir? desde que não interfira na liberdade de outrem, creio que não), por outro lado, o próprio "corpus" de cidadãos, ou seja, a capacidade de se viver em liberdade sem auferir outrem, complica e se postula em pilares dogmáticos. O tráfico é para mim o ponto que articula esses movimentos, pois a troca de "drogas" por dinheiro financia outros crimes, mas só existe devido a deficiência de Lei (a ilegalidade gera/ cria a criminalidade); com a Lei articulando esse ponto (e não o tráfico), a legalidade do comércio das drogas influencia diretamente o seu consumo e os "tipos de consumo", pois, creio eu, que com uma atividade comercial legal o Estado, em vez de punir o usuário, exerceria papel fundamental no "uso das drogas", ou seja, educar os consumidores, para que estes façam um consumo com liberdade, regulamentando com isso também a liberdade dos não consumidores.

[Sobre "por que as drogas devem ser legalizadas"]

por Juliano Kruger Lessa
29/9/2010 às
15h47

Quem compra drogas é cumplice
Caro Fábio, você pontuou alguns argumentos dos defensores da ilegalidade das drogas, mas não tocou no ponto principal, que não poderia, de forma alguma, ser descartado de uma discussão nesse sentido. Se falarmos em legalização de drogas no Brasil, estamos dizendo que iremos aumentar os consumidores (sim, aumentar, pois a legalização aumenta, e não diminui como muitos dizem, vide a bebida alcoólica) no país, e aumentar a "importação" de drogas de países como Colombia, Bolivia, e Irã, Iraque etc. Isso significa financiar mais crimes, mais mortes. Isso explica o fato da Holanda ter recuado o seu programa de legalização de drogas, por pressão internacional. Os consumidores de drogas que não veem isso estão tapando os olhos para uma realidade brutal: quem dá dinheiro para traficante, põe uma arma na mão do bandido. E você, Fábio, que deixou claro que usa/usou drogas, só é mais um que contribui para a violência no país. Quem compra drogas é cumplice do crime, e ponto final.

[Sobre "por que as drogas devem ser legalizadas"]

por Paulo Alves
29/9/2010 às
14h36

Julio Daio Borges
Editor

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