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Quarta-feira, 24/1/2007
Comentários
Leitores

Sobre a guerra dos sexos
A causa principal da guerra dos sexos é: falta de bom senso. Todos sabem que, com a Segunda Guerra Mundial, as mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho e, consequentemente, ganharam mais liberdade. Parece que tanta liberdade em tão pouco tempo confundiu a cabeça das mulheres que entram em atrito querendo mostrar a todo momento que podem fazer tudo que os homens fazem. É um direito da mulher transar quando quer, ter filhos na hora que achar hora certa, contanto que não seja para mostrar para o sexo oposto que elas detêm o poder... Eu defendo a igualdade entre os sexos, sei que isso está longe de acontecer, mas ainda sou idealista. Em contrapartida, existem as mulheres submissas que colocam seus parceiros em um "altar". A "comidinha" do marido, tudo gira em torno do mundo masculino... Se um dia ela descobre que o marido a trai, a culpa nunca é do marido, a culpa sempre é da outra mulher sem reputação... Mas nesse caso ocorre uma guerra pior: Guerra entre o sexo feminino.

[Sobre "Menos Guerra, Mais Sexo"]

por tayana prado
24/1/2007 às
15h56

Fim da politização
Por mim, temos é que acabar com a politização da transmissão de conhecimento! Chega da falsa pedagogia, baseada nas opções políticas dos pedagogos, como a que anda sendo feita no Brasil, e vamos voltar ao que dá resultado... Só mesmo aqui você é forçado a ler "Veias abertas da America Latina", enquanto nunca lhe foi apresentado um bom thriller ou mesmo Sócrates ou Platão... Na última sessão pedagógica universitária de que participei, sai no meio porque realmente não há sequer preocupação com aprendizado e conhecimento, e sim com uma pseudo-lavagem cerebral dos alunos...

[Sobre "Políticas para a leitura"]

por Ram
24/1/2007 às
13h06

Sabor de varanda
Lindo o texto, Ana. De muita sensibilidade, sutileza e leveza. Que ao mesmo tempo que te lembra o 2006 na tua vida, rememora um monte de coisas boas, cenas agradáveis - como a brisa das amizades na varanda - na vida de quem te lê. Essas tais "pequenas coisas" são, no fim das contas, o que existe - porque o resto é mesmo holofote, maquiagem, produção. Boa sorte nesta trajetória de mãe e de professora, duas sinas lindas que te ajudam a escrever textos como este. Abraços

[Sobre "Resenha particular sobre um ano bom"]

por Rogério Kreidlow
24/1/2007 às
12h17

Bravo horizonte, uai!
Dei uma "passada de olhos" no regulamento, e a princípio achei "que mal", mas refleti e achei muito apropriado a consideração: "A Comissão Julgadora, se entender que nenhuma das obras apresentadas merece prêmio, deixará de conferi-lo, vedado alterar ou desdobrar os prêmios." Não sei se estou em engano, mas nestes tempos nem em concursos se tem encontrado algum "escrito" que mereça um suspiro, uma interjeição. Mas como o mineiro é bom de prosa, certamente haverá quem tenha merecimento nesse Concurso de literatura em BH.

[Sobre "Concurso de literatura em BH"]

por Crônicas do Joel
24/1/2007 às
12h10

Nossas vítimas
Creio que o fato de Fabricio ter escolhido uma "mulher-vítima" é porque a ele talvez interesse mais pela alma feminina. Escrevemos sobre o que nos interessa. Ao elencar atitudes facilmente reconhecíveis em muitas pessoas (homens e mulheres) que conheço, o autor organiza uma realidade dispersa sobre a qual podemos refletir. Até porque, não há como negar, percebemos esse "coitadismo" em muitos de nossos afetos...

[Sobre "Sobre a mulher que se faz de vítima"]

por Débora
24/1/2007 às
10h13

Sobre a decadência da Bravo!
sim, julio daio, que não gostava da bravo? lembro logo que ela surgiu, a excitação nas mãos e olhos de uma amiga, eu correndo até a banca de revistas, para poder, também desfrutar, aquilo, acompanhei seu tempo, seu auge, sob a direção de wagner carelli, e com artigos de pessoas do nível de um bruno tolentino, colecionei seus números belíssimos, e quando vejo em que se transformou, constato que não se faz cultura só com grana e papel colorido, ai, como dói!!!

[Sobre "O fim da Bravo!"]

por lucila nogueira
24/1/2007 às
08h22

música popular erudita
Poucas vezes a gente tem a oportunidade de ler uma crítica musical onde o articulista demonstra conhecer música, sabe do que está falando. Adorei! Concordo também que as obras inéditas gravadas no Jobim Sinfônico (do qual tive a honra de participar) não tinham sido gravadas antes por que o Tom não queria mesmo. Vale, claro, o registro. Acho também que Tom provou que, no Brasil, a distinção entre o erudito e o popular não é tão clara como em outras plagas - e isso é ótimo para a música em geral! Parabéns!

[Sobre "Jobim: maestro ou compositor?"]

por léa freire
23/1/2007 às
23h21

Lamentando pelo fim da 89 FM
Realmente concordo com a matéria, o pessoal já se mostrava desinteressado pela a programação... Lembrando: a 89 tinha vários programas que nunca mais ouviremos como: Arquivo do rock, A horados perdidos, A hora do Metal, entre outros... e tinha idolos como a Luka (inclusive: se alguém ler essa mensagem, e a conhecer, avise que sou super fã dela, e sempre quis conhece-la, pena que não será mais possível...). Sempre lembrarei da 89 da minha infancia, da radio de quem sempre quis ter a camiseta, que fazia show como os do Iron, The Cure e Sepultura. luto sim para mim qualquer outra 89 é apenas passado...

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por marcelo
23/1/2007 às
22h42

Lembrando a 89 FM rock
Sou um paulistano da zona leste (Tatuapé), que agora mora em MS. Eu comecei a ouvir a Pool FM no inicio da década de 80. De 95 a 98, fiquei sem ouvir a radio, casei, mudei para o PR, e aí adquiri um sistema de TV por assinatura (TECSAT) que tocava a 89... Fui ao delirio, voltei a ouvir meus rocks, mas, claro, tinha umas músicas perdidas pelo meio, mas estavamos lá, firmes e fortes. Realmente: no ano passado percebi uma diferença na programação, e a falta do slogan, assim como de alguns locutores, mas estava ouvindo a KISS há uns 2 anos e, só agora, fui a fundo para descobrir o que aconteceu com A RADIO ROCK... Que tristeza! Sou muito saudosista... e ouvi essa rádio por 20 anos. Mas acho também que os ouvintes mudaram seus gostos e a midia depende de JABÁ mesmo...! Sou mais classico em relação ao rock, entao restou a KISS. Gde abço.

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por Marcelo Rezende
23/1/2007 às
22h05

Livros chatos não valem nada
Livros "chatos" não valem nada. Por isso, Tolstoi, Cervantes, Nabokov, Fernão Mendes Pinto, Joanot Martorell, Homero, Eça de Queirós, Jonathan Swift, Stendhal, verdadeiros escritores que são, serão sempre lidos com prazer, ao passo que Sartre, Mário de Andrade, José de Alencar, Saramago, beletristas que são, só encantam suas almas gêmeas, os metidos a escrevinhadores que só sabem perfilar palavras na ânsia desperada de fertilizar o inóspito deserto da imaginação.

[Sobre "Literatura de entretenimento e leitura no Brasil"]

por Rafael
23/1/2007 às
20h31

Julio Daio Borges
Editor

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