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Sexta-feira, 26/1/2007
Comentários
Leitores

Traumatizado, mas assíduo
Somente não acompanhei do início ao fim a primeira temporada. Assisto a saga de J. Bauer com afinco desde o segundo "dia". Mas me obrigo a fazer uma leitura política das histórias. A quarta temporada foi a mais republicana de todas, onde os direitos humanos foram demonstrados como empecilho à "guerra contra o terror", e as pessoas que protestavam contra a política belicista dos EUA foram estigmatizadas como pervertidas (falo do filho do secretário de defesa, que protestava contra o governo e que depois assumiu ser gay...). Mas um momento de extrema violência que me marcou até hoje foi na terceira temporada, quando Jack Bauer foi obrigado a matar seu chefe, o personagem Ryan Chapelle. Concordando com o Marcelo Miranda, foi uma das cenas mais tristes e fortes que assisti, não em toda a série, mas na minha vida. E olha que já vi filmes muito violentos. Mas a cena final, do Bauer chorando, foi espetacular. Esperemos para ver no que mais esse "dia" vai terminar.

[Sobre "24 Horas: os medos e a fragilidade da América"]

por Vinícius Borges
26/1/2007 às
04h09

um poço de discriminação
Eu vi o filme recentemente e, como em qualquer espectador, fiquei chocado e indignado. Nada contra a violência mostrada no filme, que é igual a milhares de outros filmes. O que mais deixa a gente estarrecido é o roteiro discriminatório. E quando vemos aqueles atores(?) brasileiros, ficamos ainda mais tristes e indignados com os brasileiros... Desde a sua abertura até o final, o filme é um poço de discriminação, mas, conhecendo bem o nosso país, acho que o filme vai fazer sucesso. Não com o meu dinheiro, é claro!

[Sobre "A imagem do Brasil em Turistas"]

por Marcelo
25/1/2007 às
21h01

escrever é correr riscos
Não se chateie, Marcelo! Você sabe muito bem que escrever é correr riscos. Tanto maior quanto for o número de leitores. E neste caso a diversidade de opiniões é inevitável. Mesmo contra a corrente, não pare nunca de escrever com o coração essa adorável “literatura da alma”. Eu quero sim acompanhar os próximos capítulos dessa história. Posso?

[Sobre "Confissões de um jovem arrogante"]

por Rose Peixer
25/1/2007 às
17h38

Facilite a leitura
Uma pena que numa linguagem blogosférica aqueles posts imensos não sobrevivam por muito tempo... Um conselho? Facilite a leitura do seu blogue e seja mais monotemática. De resto, é um blogue interessante.

[Sobre "Sobre a minha mais nova paixão"]

por Wellington Almeida
25/1/2007 às
14h33

Terreno perigoso
Ótimo texto da Tais. Mas se o livro for isso mesmo (não li), Gleiser parece caminhar em terreno perigoso. Não há nenhuma vantagem para um cientista tentar harmonizar ciência e religião. Só os religiosos tiram vantagem disso. A investigação sobre Deus não é patrimonio das religiões e deve, necessariamente, se libertar dessa camisa de força. Vale ainda lembrar que Kepler passou grande parte da vida fugindo da Santa Inquisição e, provavelmente, teve que se tornar um homem cuja discrição era testada ao máximo. Isso significava também não poder ter muitos amigos, não ter voz, não chamar a atenção de nenhuma forma. Viver assim e conseguir explicar a mecânica das órbitas planetárias não é pra qualquer um.

[Sobre "Gleiser, o cientista pop"]

por Guga Schultze
25/1/2007 às
13h57

Visão aguda
Que aguda essa visão da "blogolândia"!

[Sobre "Sobre a minha mais nova paixão"]

por Guga Schultze
25/1/2007 às
12h18

Um ciclo de paixões
O texto da Gabi retrata exatamente o sentimento que tive quando descobri a blogosfera. Quando comecei a lê-lo consegui, enfim, a expressão das minhas reações ao ler o Julio pela primeira vez, seguido de todos os blogs indicados aqui no Digestivo e também dos artigos publicados neste portal, cuja paixão foi imensa pela Ana Elisa Ribeiro pelo fato de em um dos seus artigos retratar maravilhosamente o que é se descobrir mãe. Por isso, agradeço muito à Gabi, que conhecia como colega de trabalho e agora por meio da internet a considero uma grande amiga e uma das mulheres que admiro muito. Parabéns!

[Sobre "Sobre a minha mais nova paixão"]

por Ceila Santos
25/1/2007 às
06h23

Jornalistas não sabem surfar!
Lindo, real, firme. Viva a onda da internet, com suas múltiplas vozes, as páginas cheias de comentários, os jornalistas perdidos porque não têm a menor noção de surfe.

[Sobre "Por que os blogs de jornalistas não funcionam"]

por Lucia Freitas
25/1/2007 às
02h17

Uma outra forma de ver o mundo
Sem dúvida nenhuma "Anos Incríveis" foi a melhor série de todas, pois retrata muito bem a vida de um adolescente. Toda vez que tenho a oportunidade de ver a série eu me emociono muito, pois ela mexe com as pessoas. Adoro o seriado, pois ele me mostrou uma outra forma de ver o mundo!

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Guilherme
25/1/2007 à
00h56

Gleiser além da Física
Eu não gosto do Marcelo Gleiser. Acho que ele sabe o que diz quando se limita à Física, mas, quando começa a dar uma de sabido em outras áreas, fala o que não entende. Acho que as grandes mentes têm esse problema: o de acharem que, sendo tão capacitadas, podem dar pitaco em todos os assuntos... Ele, às vezes, ultrapassa a física invadindo terreno como (folk) filosófia e história, e aí se embanana, ou fala coisas muito bobinhas...

[Sobre "Gleiser, o cientista pop"]

por Marcelo Maroldi
25/1/2007 à
00h02

Julio Daio Borges
Editor

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