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Quarta-feira, 28/2/2007
Comentários
Leitores

as dicas do Sr. Marcelo
Marcelo, tu sempre passando teus conhecimentos adiante, né?!!! Obrigada por existires, por seres tão competente e amigo. Obrigada por suportar minhas dúvidas, inseguranças; meus "desconheceres". Quero deixar registrado aqui o quanto as dicas do Sr. Marcelo são eficazes, queridas e muito bem-vindas. Ao restante dos "Super" profissionais do DIGESTIVO, parabéns!!! Que bom que o Marcelo é um de vocês!

[Sobre "Pequena poética do miniconto"]

por Maira Knop
28/2/2007 às
03h58

A música é amor incondicional
Nem saberia descrever minha constituição de "paixões"... talvez algumas pessoas sintam a música de formas diferentes, acredito que não. A música é amor incondicional. Ao vivo, então, é o clímax da emoção. Questiono-me, às vezes, se os que as executam as amam mais que os ouvintes??? Seriam diferentes as sensações? Como mensurar "sentires"? Posso "fotografar" meu coração???

[Sobre "Música é coração, computadores, não?"]

por Maira Knop
28/2/2007 às
03h28

Confraria dos blogs não lidos
Há, há, há... GENIAL!!! Onde faço minha inscrição???... Na relação dos blogs não lidos, o meu aparece quantas vezes??? Hehehehe... SOMOS BLOGUEIROS (O)CULTOS???!!! Bjsss

[Sobre "O blog que ninguém lê "]

por Maira Knop
28/2/2007 às
02h15

Paulo Francis provocativo
Paira sobre a figura de Paulo Francis toda a polêmica que ele cultivou em vida. A dificuldade é conseguir separar criador e criatura; quanto PF produziu e quanto desta produção projetou PF. Poucos jornalistas foram bem sucedidos ao forjar uma imagem como PF; ninguém esperava isenção. A reação passional que ele tão habilmente instigava fez com que não conhecesse a indiferença. Acima de tudo, PF trouxe um pouco do seu temperamento ao jornalismo complacente e monocórdio. O intelectual deve ser provocativo, despertar curiosidade e sedimentar paixões em qualquer extremo; e aí está a grande realização de PF; obrigou, de certa forma, todos a se posicionarem sobre suas opiniões. Gerou conflitos, criou polêmicas e fez com que pessoas distanciadas da notícia rompessem com o conformismo e tédio, ao menos para respondê-lo. Hoje o que temos é um jornalismo compassivo, factual, carente de estofo para se contrapor a realidade bizarra de sempre. Por tudo isto, faço coro com a homenagem. Waaal

[Sobre "Romancis"]

por Carlos E. F. Oliveir
28/2/2007 à
00h33

Paulo Francis romancista
Guga, quando li Cabeça de Papel pela primeira vez, realmente, não estava preparada para aquilo. A época era: ou vc é de esquerda ou de direita. Não pude sentir os personagens direito, já que me faltava maturidade para tal. Com a sua avaliação, sobre Francis romancista, acho que vou relê-lo. Bjs. Dri

[Sobre "Romancis"]

por Adriana
28/2/2007 à
00h32

animais necessitam do estresse
Bem, Ram, o estresse a que me referi é a própria luta pela sobrevivência, é o medo, a percepção do perigo, a busca pelo alimento. Como os humanos, os animais necessitam do estresse para viver, para alertá-los do perigo, entre outras coisas. Se fosse vc, Ram, assistiria a mais documentários sobre animais e olharia os vários significados da palavra estresse. Talvez, vc entendesse o meu comentário. Adriana

[Sobre "Mamãe Natureza"]

por Adriana
28/2/2007 à
00h19

tuas palavras sobre o amor
Leio, releio, e não me canso de beber tuas palavras sobre o amor. Me identifico tanto contigo. Quem não amou um dia... quem não chorou... quem não sentiu saudades com um grande suspiro. Infeliz daqueles que não amaram um dia... Parabéns pela bela poesia... Muita inspirição... Muito amor.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Simone camargo
28/2/2007 à
00h09

À mão livre
Correr, correr e perseguir a vertigem de sair de si. Correr das urgências e angústias cotidianas; sair da opressão deste tempo de ter, correr para dentro, correr contra o vento, para o tempo de ser. Correr, para perceber a vida escoando tingida de sorrisos, de pequenos fragmentos de felicidades; correr para acelerar a paisagem, correr para se liberar. Correr sem prêmio, sem compromisso. Correr para ser mais rápido que a máquina de roer homens, correr para além da solidão, correr para vencer a ilusão do tempo e não ceder ao "depois", correr para atingir o agora, um momento único que não se demora, como um desejo que perdeu de si. Correr pelo mundo sem ilusão de futuro, sem contar minutos e ver alguém estranho a você. Correr para se encontrar, correr e enfim, se ver. Correr e perceber uma árvore, um cachorro, correr em busca da lágrima, correr para encharcar-se no choro. Assim, de encontro a tudo, a estrada acaba em mim, além da luz e do vento,livre e em movimento como um desenho de giz...

[Sobre "Um bom par de tênis"]

por Carlos E. F. Oliveir
27/2/2007 às
21h18

Musica é coração:MP3 é solução
Musica é coração sim... Sou fascinada por música desde Depeche Mode a Pink Floyd (como citados aqui)... Sou uma rockeira de mão cheia, influenciada pelos meus pais que sempre estiveram envolvidos nesse movimento... Tentei aprender a tocar violão mas minha paixão é a bateria... Estou correndo atrás de cursos básicos mas minha cidade não é muito chegada a esse instrumento, o que rola aqui é o sertanejo... Em vista disso, grandes shows nunca virão à minha cidade, então MP3, pra mim, é solução... Música é magia, paixão e sentimentos, e o computador apenas auxilia esses elementos a se concretizarem em mim...

[Sobre "Música é coração, computadores, não?"]

por Aline Nogueira
27/2/2007 às
11h51

Carnaval? Aff...
"Já são mais de mil anos de esculhambação para honrar a tradição"... Cada dia mais decepcionada com o "país" que moro... Engraçado que parece que apenas eu vejo que está tudo errado... Não sei porque ainda insisto em me revoltar... Um dia um garotinho é arrastado por 7 km, no outro, a maior alegria reina e tudo isso acontecendo na mesma cidade... Carnaval de peitos e bundas pra todo lado... E ainda vêm pessoas discutir porque tal escola não ganhou... Não perco meu tempo com essa "cultura", prefiro (e fiz) me alienar lendo bons livros... E como já dizia Boris Casoy: "Isto é uma vergonha"...

[Sobre "Deu samba na Sapucaí"]

por Aline Nogueira
27/2/2007 às
10h33

Julio Daio Borges
Editor

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