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Sexta-feira, 29/10/2010
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Basta de Lulismo
Rafael, achei sincero seu texto. Não sou e nunca fui PSDB e muito menos PT. Votei na Marina no primeiro turno e vou votar nela nas próximas eleições (se a Dilma permitir). Mas devo dizer que votarei no Serra neste segundo turno simplesmente por acreditar nas palavras de Eça de Queirós: "Os políticos são como fraldas: devem ser trocados periodicamente, e pelo mesmo motivo". Sei que o Serra foi governo na era FHC e a fralda foi exatamente a mesma que a deixada pelo Lula (note bem: nem pior, nem melhor), mas é o que temos para o momento. Basta de Lulismo, ainda que por um tempo. E Marina na cabeça em 2014!

[Sobre "O petista relutante"]

por Klauss
29/10/2010 às
14h10

A corja de exploradores
Ser ou nao ser um Petista. Eis a questão. Mas ser implica em agir, estar presente. Quando o Lula ainda não era Presidente, também tinha a ilusão de que, como tal, ele seria o melhor e mais perfeito deles. Sei disso porque o próprio Lula confidenciou para mim sua esperanca: "Quero ser Presidente porque poderei fazer o que tem que ser feito". Só que Presidente tem compromissos anteriores a cumprir, goste ou não; tem subordinados que não pode controlar, tem todo um país cheio de mazelas anteriores, impressas no costume brasileiro do "jeitinho". Ser Petista, ou do PV, PSDB ou qualquer outro, implica em participar seriamente e não deixar aos sempre presentes oportunistas a chance de converterem-se em Malufs, Collors e toda uma corja de exploradores.

[Sobre "O petista relutante"]

por maria anna machado.
29/10/2010 às
13h26

Preconceituoso e coerente
A campanha está no nível do eleitorado, este vídeo é prova disto, a opção do autor se justifica na impossibilidade de resolver a questão que ele propõe, não pelas virtudes da candidatura que apóia. Importa a ele quem seja Dilma, mas não apresenta as razões para votar em Serra, é o preconceito de sempre com as fitas coloridas de uma edição caseira, tem o valor da liberdade de expressão, privada e individual, mas passa ao largo do que seja informação, pois falta critério. Ainda que Lula tenha alterado a lógica do preconceito no país, ao se eleger sem atender ao estereótipo, há muito ainda para evoluirmos nesta matéria, pois nosso amigo, democrata tenta mediante o que se chama contra propaganda desqualificar uma candidatura enquanto num processo limpo e democrático ele deveria estar promovendo o seu candidato... Não basta se dizer civilizado é necessário viver a civilidade, a honestidade e a democracia. Preconceituoso e coerente no nível desta campanha.

[Sobre "Você sabe quem é a Dilma?"]

por Dudu Oliveira.
29/10/2010 às
12h16

Eu ousaria dizer que na pol...
Eu ousaria dizer que na política está mais "escancarado", mas o marketing em geral está com problemas...

[Sobre "A derrota do Marketing Político"]

por maria thereza amaral
29/10/2010 às
12h00

Bom que a Marina não ganhou
Duas observações: 1) não acho que esta tenha sido a "campanha mais suja", mas sim a mais "escancarada", para o bem e para o mal. Tudo está muito às claras para quem sabe ler entrelinhas (o que percebo cada vez mais que não são muitos, mesmo dentre os bem informados; pelo jeito, uma gestão bem feita de informações e do conhecimento não é para muitos). 2) Ainda bem que a Marina não ganhou. O movimento que ela vai conduzir nos próximos anos é essencial para o país e ela não conseguiria fazê-lo sendo presidente.

[Sobre "O petista relutante"]

por maria thereza amaral
29/10/2010 às
11h50

O filho eterno é obra de ca...
O filho eterno é obra de carpintaria há o ritmo da prosa que se desdobra sem maltratar o leitor, há a distancia confessional que mostra o protagonista sem reservas escapando da catarse maniqueista, mas aos meus olhos, o que predomina é a maturidade do autor em traduzir expectativas em experiencia crível dotando sua personagem da humanidade construida pelos eventos aleatórios. Aos que exigem a catarse de ultimo capitulo, nada melhor que perceber que a vida continua após o romance. A minha melhor leitura no genero romance no ano que passou.

[Sobre "O filho eterno e seus prêmios literários"]

por Dudu Oliveira.
29/10/2010 às
11h48

Votando no menos retrógrado
Artigo muito interessante, coaduno com quase tudo, não posso dizer que sou um ex-petista, pois nunca me desfiliei do Partido e voto em bons amigos e conhecidos ainda. Passei a ter uma posição mais crítica, pois crítica sempre tive. Mas quando vejo a campanha do PSDB ressuscitando mortos-vivos, tais como TFP e monarquistas, penso que não estou votando no menos pior, mas no menos retrogrado. (Infelizmente Dilma também deu umas concessões ao obscurantismo religioso.).

[Sobre "O petista relutante"]

por Edson B de Camargo
29/10/2010 às
11h39

O PT matou a última esperança
O verdadeiro abstêmio não vai em festa de alcoólatras... A falta de opção não justifica votar no menos mal ou menos pior. "O PT não rouba nem deixa roubar". Essa grande mentira permaneceu incólume, durante todo o tempo em que Lula, o "operário", esteve no poder. Quem garante que sua indicação não irá manter a mesma toada? Aparelhamento, "maracutaias", nepotismo, conchavos, tráfico de influência, Delúbios, Valérios, Zés, Erenices. A lista é enorme, não ficou sem renovação um mês sequer. Desencanto, mentira e sofisma continuam pautando o desempenho dos governos de qualquer partido. O PT foi mais longe. Matou a última esperança. A Marina não tem carisma, não tem competência administrativa, não tem discurso e foi "marketada" como um azarão do tipo Collor. Não deu. Não tinha nada para dar certo. Um Obama caboclo. Só promessas...

[Sobre "O petista relutante"]

por Raul Almeida
29/10/2010 às
11h32

Indecisão
Como Picasso chamava a obra de Bonnard: "pot-pourri de indecisão".

[Sobre "Em defesa de Nuno Ramos e da arte"]

por Marcos Ribeiro
29/10/2010 à
00h36

Eleição norte-americanizada
Ficou a impressão, no primeiro turno destas eleições, que meios de comunicação e institutos de pesquisa estavam articulados no projeto de aproximar, mais ainda, as eleições brasileiras daquelas que acontecem no "grande irmão do norte". A mídia queria dar voz apenas aos candidatos que considerava mais "competitivos", e elegeu as pesquisas de opinião como critério para selecioná-los. Além disso, vários telecomentaristas, ou "leitores de teleprompter", vaticinavam que, no segundo turno, com dois candidatos, o debate ficaria melhor e mais aprofundado. A americanização completa, o sonho de ouro da mí­dia séria, já no primeiro turno, fazer uma cobertura das eleições aos moldes da imprensa dos EUA - tucano X petista, emulando democrata X republicano. Mas havia Marina, e a chance de seus votos levarem a eleição para o sonhado segundo turno, que efetivamente se tornou realidade. E agora? Vemos uma campanha eleitoral ainda pior e um "debate" (?!) de nível mais baixo ainda do que foi o primeiro turno. Não foram só os institutos de pesquisa que se deram mal. Os meios de comunicação, com seu sonho de norte-americanizar de vez a eleição brasileira, também deram com os burros n'água... por enquanto. Voltarão à carga daqui a quatro anos.

[Sobre "A derrota do Marketing Político"]

por Marcos Rangel
28/10/2010 às
11h21

Julio Daio Borges
Editor

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