<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0' xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'><channel><title>Digestivo Cultural - Colunas de Adriana Baggio</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas</link><description>Adriana Baggio</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Mon, 10 Mar 2014 11:00:00 -0300</lastBuildDate><image><url>http://www.digestivocultural.com/home/imagens/logo.jpg</url><title>DigestivoCultural.com</title><link>http://www.digestivocultural.com</link></image><item><title>O que está por baixo do medo de usar saia?</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3940</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Em meados de fevereiro, último dia daquela onda de calor que torrou os miolos dos curitibanos, alunos de uma faculdade de Comunicação Social aqui da cidade foram para aula usando saia. Suas motivações eram: questionar as proibições sem sentido; gerar uma reflexão sobre as constrições sociais que regem o que se pode ou não vestir; provocar uma fratura no senso comum, para que se entenda que essas coisas que parecem tão certas não têm nada de naturais. A experiência que meninos e meninas viveram naquele dia ensinou mais do que qualquer aula sobre o respeito ao outro, sobre diversidade, sobre o fato de que roupa não determina caráter. ]]></description><pubDate>Thu, 27 Feb 2014 00:12:00 -0300</pubDate></item><item><title>Vai lavar uma pia de louça que passa</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3862</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Louça chata é aquela do dia a dia, que tira o tempo do trabalho, do descanso, do lazer ou de qualquer outra coisa melhor/mais importante que se tenha para fazer. É aquela tarefa repetitiva, monótona, sem sentido. Você lava a louça, ela suja, você lava de novo, e assim vai. Mas aquela louça grande, que enche a pia depois de uma refeição especial, é diferente: lavar os pratos, copos e talheres que foram anfitriões de um encontro entre amigos, da reunião de família ou de um jantar romântico, ah, aí sim, é como meditar. Lava-se não apenas a louça, também a alma. É purificador. Depois de água, esponja e detergente, tudo fica mais brilhante, inclusive os pensamentos. ]]></description><pubDate>Wed, 30 Oct 2013 00:31:00 -0300</pubDate></item><item><title>O problema é com o assédio, não com os homens</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3837</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Muita gente não entende quando se reclama do assédio nas ruas, ou <i>street harassment</i>. Alguns homens dizem: "Agora não dá nem pra elogiar mais!". Há uma grande diferença entre o elogio e o assédio. O elogio é para fazer O OUTRO se sentir bem. O assédio é para fazer O ASSEDIADOR sentir-se bem, a partir do sentir-se mal do outro. E entre esses dois polos, existem palavras, gestos e atitudes que estão mais relacionados com um, mais relacionados com outro. Boa parte desse tipo de assédio está fundada nos aspectos da sexualidade e do poder. Alguns olhares e palavras querem dizer "olha só o que eu poderia fazer com você agora". E esse "o que", no assédio, obviamente, nunca é algo que a outra pessoa quer. ]]></description><pubDate>Mon, 16 Sep 2013 19:02:00 -0300</pubDate></item><item><title>Tarifa de ônibus: estamos prontos p/ pagar menos?</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3781</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Se queremos um serviço nível europeu, estamos preparados para agir como cidadãos europeus? Vamos comprar a passagem ou validar o bilhete mesmo se o ônibus não tiver cobrador? Vamos resistir à tentação de "tirar vantagem" e andar de ônibus sem pagar, já que não haverá ninguém nos controlando? E se os cobradores forem "abolidos", os sindicatos não vão se revoltar? Coisas pra fazer a gente pensar, para que possamos embasar muito bem nossos argumentos e protestar com coerência.]]></description><pubDate>Fri, 21 Jun 2013 17:48:00 -0300</pubDate></item><item><title>Sábia, rubra, gorda (e gentil)</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3721</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Hoje faz exatamente um mês que estou morando em Bologna, no centro-norte da Itália. Uma das primeiras coisas que aprendi sobre a cidade foi seu apelido: <i>la dotta, la rossa, la grassa</i>. Sábia, pela Universidade - fundada em 1088 -; rubra, pelos telhados vermelhos e pela tradição política de esquerda; e gorda pela fama de ser um dos melhores lugares da Itália para comer. Aliás, já tinha ouvido isso no avião. Viajei ao lado de um italiano; quando ele soube que vinha a Bologna (ele é de outra cidade), me falou sobre a qualidade da comida e a amabilidade das pessoas. Tinha razão nas duas coisas.]]></description><pubDate>Fri, 22 Mar 2013 11:05:00 -0300</pubDate></item><item><title>Emagrecer sem sofrer? Isso é papo de revista</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3510</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Há muitas facetas cruéis nessa valorização doentia da forma física. Uma delas é esse discurso de que as dietas são fáceis ou acessíveis. Não venha me dizer que você fica seis meses sem comer açúcar ou farinha branca e que isso não é sofrido. Não venha me dizer que é tranquilo ter que pedir grelhado e rúcula no restaurante que prepara as massas que você adora. Não aceite que digam que isso é fácil. É fazer pouco da sua dedicação.]]></description><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 23:33:00 -0300</pubDate></item><item><title>O turista motorista</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3499</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Dias atrás, eu e meu marido fizemos nossa quarta longa viagem de carro. Jornadas de milhares de quilômetros, que exigem um ou dois anos de intervalo entre cada uma para dar tempo de sentir vontade de fazê-las novamente. Desta vez, o destino foi João Pessoa, cidade onde nos conhecemos e para onde não retornávamos há oito anos. Quando chegamos em casa, em Curitiba, depois de 20 dias rodando, o odômetro marcava 7816 quilômetros percorridos.]]></description><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 00:15:00 -0300</pubDate></item><item><title>Faxina de Ano Novo: também no Facebook</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3478</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Para muitas pessoas, esta época de fim de um ano e início de outro inspira desejos de limpeza e arrumação. Fazer a faxina está naquele grupo de atitudes que parecem nos deixar mais leves para o novo ano, assim como as promessas de perder peso, economizar dinheiro, não brigar com a família. Faz algum tempo que deixei de ligar para alguns dos mais típicos rituais de Ano Novo.]]></description><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:32:00 -0300</pubDate></item><item><title>Mini-cartografia do prazer gastronômico paulistano</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3453</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[Acredito que a comida alimenta o espírito. Não no sentido religioso, mas pelas sensações que provoca. Vai além do sabor. Tem a ver com a cultura, com o ambiente, com as pessoas, com a surpresa de conhecer algo novo. É como a gente estuda na semiótica de Greimas e Landowski: a inteligência do sensível. E tem uns lugares de São Paulo que fazem eu me sentir assim: extasiada, feliz, sabendo um pouco mais do mundo e de mim mesma.]]></description><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 12:42:00 -0300</pubDate></item><item><title>E você, já disse 'não' hoje?</title><link>http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3430</link><dc:creator>Adriana Baggio</dc:creator><description><![CDATA[A dificuldade em dizer "não" parece também vir do medo de uma desaprovação social. Pessoas que se posicionam contra algo já consolidado socialmente, mesmo que ofensivo ou prejudicial, acabam tachadas de chatas, encrenqueiras, mal-humoradas. Muitas deixam de se manifestar, de dar sua opinião, com medo dessas reações. E assim, percebemos que a liberdade, aparentemente reconquistada há quase 30 anos, não nos tornou tão livres assim.]]></description><pubDate>Wed, 19 Oct 2011 11:16:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
